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 Ychzek'el [Ezequiel] 9.3-4

O PORTAL DA TEOLOGIA

A marca de Cristo. 

3. Então a Glória do Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura

4. Adonai lhe disse: "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".  

 Atenção: O Arrebatamento da Irmã Vilma - Assista aqui em [Vídeos e Nova Era] Cuidado com a sua Alma! 

 

Graça e Paz em Cristo → A todos os Leitores → Sejam bem vindos → No nome de Jesus!  Comentem os artigos → Iniciem discussões sobre os temas → O Moderador. 06.04.2014 

 
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A emergente ressurreição da Escatologia
A emergente ressurreição da Escatologia

Prefácio:

A escatologia é a premissa dos estudos bíblicos que norteia uma teologia essencial para a liturgia da Igreja, porém o ensino que ela proporciona deve ser meticuloso [com cautela] e criterioso [ato discernir e de identificar a verdade]; comprometido e com proposito de esclarecer para orientar através das profecias reveláveis da Bíblia Sagrada.

Sua interpretação não se deve dar apenas através do conhecimento humano por meio de pesquisas, teses, concepções individuais ou suposições; mas, deve ser enfática e categoricamente Bíblico-profética, tal a importância e a gravidade que ela representa para a estrutura da fé na formação da espiritualidade, porque ela compromete diretamente a condição da existência futura do corpo e da alma, após a morte física do ser humano; independente da crença individual dele se irá continuar existindo ou não, em algum plano espiritual.

A Bíblia Sagrada é a única fonte que assegura a realidade da vida eterna com Cristo após a morte do corpo, da ressurreição física, bem como a probabilidade da passagem para a eternidade sem a experiência da desmaterialização orgânica.

Este processo de transição denomina-se arrebatamento [traslado vivo sem experimentar a morte], que é um dos temas principais da escatologia, a base central da fé e a razão principal da existência da Igreja de Cristo.

Uma igreja [denominação] que não aspira esta realidade, esta fora do contexto salvífico de Cristo e alienada do Reino de Deus, e sem esta concepção que esta além da metafísica, ela não justifica o fim e o propósito porque foi estabelecida, que é a de preparar o corpo físico para transcender ao imortal; fator este que justifica a ressurreição de Cristo, quando Deus fez através Dele, cumprir à profecia confirmada por Ele mesmo [Cristo], que em três dias derribaria aquele templo; referindo-se ao físico que destruído 70 anos após a sua ressurreição; e que construiria um novo, mas não por mãos de homens; então o sinal que preocupa a humanidade não é fictício é real, sem não este; o Seu retorno a terra.

A vinda de Cristo, este que será o maior fenômeno da historia da humanidade após o Seu nascimento homem, é aguardado ansiosamente por uma pequena parcela da humanidade [cristãos], visto que poucos são os que acreditam na possibilidade deste grande evento universal se tornar realidade, que se dará em duas fases distintas, este [evento] que causa um suspense escatológico provocando frisson na Igreja pelo frenesi extasiante dos cristãos por encontrar com o seu Rei; causado pela escassa exposição bíblica pelas igrejas, para um assunto extenso, complexo e existencial, quase de teor imaginário; daí a importância da abordagem fiel dos temas escatológicos pelos ministros da palavra de Deus, nas tribunas.

O estudo a seguir pretende trazer uma pequena luz [esclarecimento] sobre “O Sinal”, e a Vinda de Cristo, através da escatologia.

A Escatologia Bíblica não apenas diz a respeito do destino do homem, mas se preocupa também com a história sobre a existência dele.

Este é o caráter particular de revelação da Bíblia. Deus não se revela somente por meio de homens divinamente movidos, mas também em nele, mediante os acontecimentos históricos de como se desenvolve a ação redentora dele; que foi demonstrado através da vida do seu filho – homem -, Jesus Cristo.

Além disso, o conteúdo dessa revelação não se limita somente às verdades acerca do caráter e dos propósitos de Deus, mas inclui igualmente suas ações redentoras na história – [contexto secular humano] -, bem como na palavra inspirada que interpreta o significado dessas ações.

Visto que Deus é o Senhor da história, a consumação da obra redentora de Deus incluirá a redenção [resgate] da própria história.

Entretanto, o Espírito Santo nos diz claramente que nos últimos tempos muitos na Igreja se desviariam do caminho que o leva a Cristo e se tornariam seguidores de mestres com inspiração diabólica.

• I Tm 4 • 1 Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios,

• 2 pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada

A falsa doutrina mais propagada hoje é a que ensina que já estamos vivendo o Reino de Cristo na terra, seguida da que prega que a salvação é somente pela graça, mas existem outras.

Alguns falsos deturpadores e ensinadores têm introduzido no meio do povo de Deus ensinos e sermões apóstatas sobre as coisas que ainda hão de acontecer.

É de se lamentar que a propagação de heresias tenha desviado muitos cristãos da fé genuína, que por sua vez perdem o prazer e o interesse pelo verdadeiro ensino contido nas Sagradas Escrituras, concernente ao seu próprio futuro, como é o caso de refletir, de que maneira eles irão absorver a realidade de terem sido deixados para trás na Primeira Vinda de Cristo.

O estudo da vinda de Cristo através da Escatologia requer muita atenção e cuidado para aquele, cujo, elabora estudos sobre ela, não venha a se incluir no segmento dos falsos mestres, e sobre tais, Paulo enfatizou que, nos últimos tempos surgiriam; porém a priori deste estudo é a primeira fase desta vinda que é a mais importante para a Igreja por estar ligada diretamente ao arrebatamento dela.

A Grande Tribulação também não pode ser subestimada, mas não deve ser motivo de preocupação, exceto para os cristãos que não tem convicção da sua salvação ou aqueles que nunca experimentaram a verdadeira conversão, e são membros da igreja da “vida dupla” [espiritualmente mornos], para estes, ela perturba, pela insegurança e a incerteza de não serem repentinamente arrebatados.

Preocupar-se com a Grande Tribulação ou para se livrar dela é um estado extremamente preocupante, significa não estar preparado espiritualmente, e isto requer uma auto-analise sobre a sua condição espiritual, pois uma morte súbita também pode surpreendê-lo, antes das Vindas de Cristo, portanto não terão a ultima chance, que é a de ser sacrificado pelo anticristo se não adorá-lo com deus, após o rapto súbito da Igreja.

Não é difícil compreender a mensagem que o estudo da Escatologia promove cujo enfoque é a vinda de Cristo, desde que o estudante [leitor bíblico cristão] dedique-se a buscar a sabedoria de Deus que por sua vez iluminará a sua mente e a de quem a ministra, através da visão concedida pelo Espírito Santo.

Uma coisa é certa: o Espírito Santo é o único e verdadeiro intérprete que merece a nossa plena confiança, no que tange a todo o conteúdo plausível da Bíblia Sagrada; mas, é importante dar crédito as palavras do seu portador ungido porque Deus fala a Igreja através dele.

Parte 1. Escatologia - Introdução

Antes de abordar o tema principal do estudo, que é exploração da doutrina sobre a vinda de Cristo é importante uma introdução básica sobre o que é a Escatologia. 

▶Escatologia que é a disciplina teológica que estuda todos os fenômenos ligados às profecias Bíblicas sobre o fim da era da Igreja e o vindouro Reino de Deus na terra.

▶ Escatologia significa “doutrina das últimas coisas” e, portanto, tem como escopo o estudo das profecias concernentes ao fim desta era e a volta de Cristo.

A etimologia da palavra: O termo Escatologia tem origem em duas palavras gregas, éschatos = “último”, e logos do grego iλέγειν “legein” "dizer" = ultimo dizer = ultima palavra. Portanto, a tradução da palavra seria algo como: “A doutrina ou estudo das últimas palavras” ou "ultima palavra" - a Palavra de Deus a Igreja.

A Escatologia, em sua perspectiva bíblico-teológico não é cruzar os braços à espera do além por vir, nem tampouco se perder em especulações de detalhes insignificantes sobre o porvir, mas, como bem afirmou Samuel Escobar: “[…]” Crê na iminência da chegada do Senhor, e também que, quando Ele vier, devemos nos encontrar vigiando e realizando com eficiência o que Ele nos confiou”. Essa sim deve ser a nossa concepção e postura em relação à escatologia, sobre a vinda de Cristo.

1.1 A importância do ensino Escatológico:

A Escatologia Bíblica tem sido negligenciada em muitas igrejas e as tribunas, causando uma enorme deformação espiritual à Igreja do Senhor. Há muitos ministros vis enganadores ensinando o que não convém [...]

• Tt. 1 • Têm cuidado de ti mesmo e do teu ensino; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem;    

[...] por falta de conhecimento bíblico e unção do Espírito Santo.

Para exercer o estudo da escatologia bíblica, é caráter fundamental, ter o cuidado em não apresentar falsas interpretações, evitando, com isso, questionamentos e especulações. Deus nos adverte dizendo que devemos “manejar bem a Palavra da verdade.

• II Tm. 2 • 15 “Porque a visão é ainda para um tempo determinado, e até ao fim falará e não mentirá; se tardar espera-o, porque certamente virá, não tardará”.

• Hb. 2 • 2 Então o Senhor me respondeu , e disse: Escreve a visão e torna-se bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.

• 3 Pois a visão é ainda para o tempo determinado, e se apressa para o fim. Ainda que se demore, espera-o; porque certamente virá, não tardará.  

Os motivos reais de haver tantos cristãos perdidos nas dúvidas são os pregadores e ensinadores que não são ortodoxos na sua pregação ou ensino escatológico, produzindo interpretações absurdas dos textos bíblicos são:

Falta de inspiração do pregador:

Daí a falta de introspecção espiritual:

• I Co. 2 • 9 Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.    

•10 Porque Deus no-las revelou pelo seu Espírito; pois o Espírito esquadrinha todas as coisas, mesmos as profundezas de Deus.

•11 Pois, qual dos homens entende as coisas do homem, senão o espírito do homem que nele está? Assim também as coisas de Deus, ninguém as compreendeu, senão o Espírito de Deus.

•12 Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, mas sim o Espírito que provém de Deus, a fim de compreendermos as coisas que nos foram dadas gratuitamente por Deus; 

•13 as quais também falamos, não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo Espírito Santo, comparando coisas espirituais com espirituais.

•14 Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

•15 Mas o que é espiritual discerne bem tudo, enquanto ele por ninguém é discernido. 

•16 Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.

A bíblia foi produzida pelo Espírito Santo, portanto não devemos pensar que podemos entendê-la e interpretá-la, somente por ser antigo na fé, por sermos intelectuais, ou ter formação teológica, isto é mera utopia pura hipocrisia, o Espírito Santo é o interprete e o revelador fiel da Escritura Sagrada, os demais recursos são mecanismos de estudos.

Falta de intimidade o Espírito Santo:

A falta de afinidade dos membros em geral com o Espírito Santo é o fator determinante pela dificuldade de simular os ensinos e a absorvição da mensagem da Bíblia. Esta deficiência é de responsabilidade da igreja [instituição] no processo de conversão do membro.

O ensino sobre a intervenção direta do Espírito Santo na nova vida do recém convertido é fundamental para reestruturar a vida secular e espiritual e é dever da igreja ministrar sobre ele esta necessidade; e em segundo lugar, o ensino sobre a vinda de Cristo; é a condução pelo Espírito Santo, é Ele que convence e gera a fé, e a fé gera o objetivo único do cristão, que conduz à salvação da alma e do corpo, antes ou no ato extraordinário do Arrebatamento dele como participante da Igreja de Cristo.

A Igreja precisa redoutrinar o novo e o antigo membro com base nestes dois fundamentos bíblicos:

A intervenção do Espírito Santo no preparo do corpo e da alma antes e durante, e a condução Dele na proposta da geração da fé, que lo direcionará para o alvo que é a salvação plena [corpo e alma], mas, para isto ela [igreja] precisa rever os seus conceitos doutrinários, caso contrário a salvação destes podem estar seriamente comprometidas, bem como a do próprio ministro da igreja; conforme rege o texto bíblico acima.

Os pastores ou ministros da maioria das igrejas do Brasil e no Mundo, precisam urgentemente voltar ao primeiro amor, aquele do principio no temor, e a maioria deles precisam recomeçar do zero, aceitando a Jesus Cristo novamente e recomeçando como novo convertido e arrependido, porque estão corrompidos, o Espírito Santo não habita no corpo deles como Seu Templo porque se tornaram pervertidos [que ou o que se perverteu; depravado, desmoralizado, corrupto] espiritual e moralmente!

A emergente ressurreição da Escatologia é urgente, dado a necessidade de ressuscitar os Pastores mortos espiritualmente pelo acumulo de pecado não confessado e arrependido e perdoado por Deus diante da igreja, por conta do status que o oficio lhe outorga. Junto com eles, está morrendo espiritualmente, a igreja.

1. 2 Falta de aplicação do texto bíblico nos seus mais variados aspectos.

Falta de aplicação quanto: ao pragmatismo dos povos bíblicos; quanto ao tempo e lugar [contexto]; quanto aos sentidos do texto; quanto à mensagem do texto; e quanto à procedência da mensagem do texto. Tudo isto deve ser aplicado em relação ao assunto que estamos estudando nesta primeira parte, que é sobre o renascimento da “Escatologia”.

A correta aplicação da Palavra de Deus é: “… maneja bem a palavra da verdade” 2. Tm. 2. 15 e para manejá-la bem é necessário considerar os vários aspectos de aplicação já mencionados.

É dever de todo o obreiro do senhor: manejar espiritualmente a palavra da verdade nos púlpitos. Tanto é réu, o corruptor da sã doutrina, como o omissor dela.

Conhecimento bíblico desordenado.

Há ocupantes de púlpito em nossas Igrejas, portadores de um admirável conhecimento bíblico e sistemático dos assuntos bíblicos, com pleno domínio da retórica [arte de fala bem], mas, esse acúmulo de conhecimento é vago nos efeitos que produz; é tipo catálogo de telefone, onde uma informação nada tem haver com a outra. Exemplos:

Usar referências bíblicas, que não dizem nada a respeito da perícope do sermão [texto da pregação].

Usar referências bíblicas que não estão no contexto próximo bem como do contexto remoto.

Usar a exegese como ferramenta exclusiva para elaborar o sermão ou ensinos doutrinários na liturgia, quando ela deve ser usada para elaborar estudos exaustivos da bíblia, é conhecimento Bíblico, mas, assimétrico.

Conhecimento especulativo:

Este é, o conhecimento adquirido pela especulação do saber empírico 1 Co. 2. 14. Especular é querer saber apenas para saber, mas sem qualquer intenção de glorificar a Deus, de consagrar a vida a Ele, e muito menos de obedecer a Sua vontade. Há muita diferença entre amar a Sua vinda, e especular sobre ela.

• II Tm. 4 • 8 Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.

Parte 2. A vinda de Cristo A vinda de Cristo

A Igreja como alvo da revelação divina.

Toda a revelação aponta para o futuro. O futuro consiste num plano traçado por Deus para que a Igreja caminhe neste mundo“pela fé esta graça, na qual estando firme, gloria se na esperança da glória de Deus, Rm. 5. 2”.

Argumentando o fato de nós sermos salvo pela revelação divina, o apóstolo Paulo escreveu aos Efésios dizendo que Deus:

• Ef. 1 • 4 “como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em amor;

• 5 e nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade,

Somente aqueles que são santos e filhos de Deus é que têm o privilégio de ter a revelação das coisas que em breve hão de acontecer.

Em contraste, o mundo pagão, que não tem a revelação de Deus, ele se fecha num ciclo de falsas expectativas em relação ao futuro da humanidade, por ignorar a existência de um povo eleito.

• Mt. 11 • 25 Naquele tempo falou Jesus, dizendo: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.

No consenso filosófico da humanidade uma pequena parte da população do mundo [cristãos] vê com grande otimismo a era que está por vir.

Pressentindo um fantástico progresso religioso, intelectual e científico, e vivendo na era da velocidade da explosão do saber empírico, vendo a aquisição do conhecimento se acelerar, os povos [céticos] estão otimistas por demais, pela implantação de um novo sistema; a Nova Ordem Mundial.

Contudo o apóstolo Paulo através da Bíblia nos adverte: “quando andarem dizendo: paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição”,

• I Tm. 5 • 3 Quem conhece a revelação sabe que o mundo irá do mau presente para o pior futuro, mas estes [os eleitos]não se desesperam e nem se espantam, estão cientes das promessas, e aguardam por elas, pelo seu cumprimento.            

Este versículo acima está reservado para se cumprir após a Parusia.

O Senhor Jesus profetizou:

• Lc. 21 • 26 “homens desmaiarão de terror, na expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo 

• 28 […] e quando estas coisas começarem a acontecer, fiquem firmes e levantem a cabeça, pois a vossa redenção está próxima”

2. 1 Parousia ou Primeira Vinda de Jesus Cristo:-

O retorno de Cristo: Na língua grega, temos três termos técnicos para indicar a vinda de Jesus: Apocalipse, Epifania e Parousia sendo que, destes três, o mais freqüentemente utilizado é Parousia.

Apocalipse: o significado literal dessa palavra é “revelação”, como em “a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo” 1 Co. 1. 7 “Revelação de Jesus Cristo” Ap. 1. 1. De acordo com 2 Ts. 1. 6 - 7 e 1 Pe. 4. 13, essa revelação parece ser um tempo de alívio das grandes provações que produzirá alegria e regozijo nos salvos.

Epifania: este termo significa “manifestação”. Expressa a Segunda Vinda de Cristo no fim da tribulação e envolve o julgamento [parcial] físico do mundo, do Falso Profeta e do Anticristo, mas, ainda não é o Juízo Final. A esperança dos crentes é colocada nessa manifestação, quando esperam a recompensa de sem recebidos por Cristo 1 Tm. 6. 14 e 2 Tm. 4. 8.

Parousia: é um termo grego que significa “Presença”, “Aparecimento”, “Advento”, “Chegada”. É a “vinda” de alguém, a fim de “estar presente”. Mt. 24. 3;  2737. 391 Co. 15. 2316. 172 Co. 7. 6 - 710. 10 Fp. 1. 262. 121 Ts. 2. 193. 13 4. 15 5. 23 2 Ts. 2. 1, 8 - 9Tg. 5. 7 - 82 Pe. 1. 163. 4; 121 Jo. 2. 28.

A esperança dos crentes [Igreja] é colocada nessa manifestação, quando esperam a recompensa de sem recebidos por Cristo 1 Tm. 6.14 - a que guardes este mandamento sem mácula e irrepreensível até a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; - 2 Tm.  4. 8.

2.2 As naturezas da Epifania e da Parousia:

H. C. Thiessen diz que no Novo Testamento temos o testemunho de Jesus, dos “varões vestidos de branco” e dos apóstolos.

Jesus declarou que voltaria pessoalmente Jo. 14. 321. 20 - 23 inesperadamente Mt. 24. 32; 5125. 1; 13Mc. 13. 33 - 36 repentinamente Mt. 24. 25 - 28, na glória de seu Pai e seus anjos Mt. 16. 2719. 2825. 31; 46, e triunfantemente Lc. 19. 11; 27. Os “varões de branco” testificaram quando da ascensão de Cristo de que ele viria em pessoa, corporal e visivelmente, e repentinamente At. 1. 11.

Os testemunhos dos Apóstolos são muito intensos: Citarei apenas parte deles:

Pedro testifica que ele virá em pessoa

At. 3. 19 - 212 Pe. 3. 3; 4, e inesperadamente 2 Pe. 3. 8 -10.

Paulo testifica que ele virá em pessoa 1 Ts. 4.16, 17Fp. 3.10; 21 e repentinamente 1 Co. 15. 51; 52, em glória e acompanhado pelos anjos Tt. 2. 132 Ts. 1. 7 - 10. A epístola aos Hebreus testifica que ele virá pessoalmente 9 . 28 e com presteza 10. 37.

Tiago testifica que ele virá em pessoa 5. 7, 8.

João testifica que ele virá em pessoa 1 Jo. 2. 283. 2 - 3 repentinamente Ap. 22. 12, e publicamente Ap. 1. 7.

E Judas cita Enoque para demonstrar que ele virá publicamente 14; 15.

Alguns entendem a vinda do Senhor como sendo: a vinda do Espírito Santo no Pentecostes, a conversão da alma, a destruição de Jerusalém, a morte física, a conversão do mundo, a ressurreição de Jesus, etc.

Tais posições são errôneas.

A vinda de Jesus é literal e inconfundível. Ap. 1. 7 diz que “todo olho O verá”

No texto acima, o autor cita as duas vindas de Cristo, com referências bíblicas, mas, não nas ordens em que elas ocorrerão, porque, daria o sentido de uma única vinda, daí, a se decidir, por uma delas; a primeira no Arrebatamento da Igreja ou a segunda, para iniciar o seu Reinado Milenar, após a Grande Tribulação e a Batalha do Armagedom.

2. 3 O Propósito da Parousia:

A vida do crente não teria nenhum significado do ponto de vista de sua esperança, se não fosse à promessa e a espera certa e confiante na vinda de Cristo. Por que este assunto é tão enfatizado entre os eleitos?

Haveria motivos para tão grande ênfase que o próprio Senhor dá a este assunto, e assim como os apóstolos o trataram?

Atentamos para alguns motivos que destacamos como sendo reveladores desse intenso tratamento:

Trazer a justiça eterna. Dn. 9. 24; estabelecer a diferença entre justos e injustos. Ml. 3. 18.

Vingar dos que não se importaram em conhecer a Deus. 2 Ts. 1. 8 – Rm. 1. 21.

Estabelecer, no sentido mais pleno, o Reino de Deus. 1 Co. 15. 24 - 28Fp. 2.10 - 11.

Destruir a morte que está sobre todos os homens. Hb. 2. 141 Co. 15; 26.

Dar posse no Reino de Deus a todos os salvos. Mt. 25 . 34.

2. 4 Premissas da primeira vinda de Cristo:

Na verdade, espiritualmente falando, somos todos lavradores.

A Bíblia usa frequentemente exemplos tirados da prática da agricultura judaica.

Todos nós trabalhamos no campo que nos foi designado, o local onde Deus nos colocou.

Nós semeamos e colhemos, plantamos e regamos, arrancamos as ervas daninhas e cuidamos das plantas, e Cristo dá o crescimento; seja na Igreja, no casamento, na família, na educação dos filhos ou no trato com nossos semelhantes. E vivemos na esperança de uma boa colheita no fim da nossa vida.

Tiago usou a figura da agricultura em sua carta:

• Tg. 5 • 7 Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas.

• 8 Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima. 

• 9 Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas. 

• 10 Irmãos tomai por modelo no sofrimento e na cadencia, os profetas, os quais falaram em nome do Senhor.

• 11 Eis que temos por felizes os que perseveraram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo

Essa parábola apresentada por Tiago transmite três verdades profundas para a Igreja ► A iminência da volta de Jesus.

A postura interior dirigida para a Sua volta.

O efeito prático em vista da Sua volta.

Com certeza é significativo que esse texto relativamente curto fale três vezes a respeito da iminente volta do Senhor:

• Tg. 5 • 7 “Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor

• 8 Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima

• 9 Eis que o juiz está às porta.

O apóstolo e meio irmão de Jesus insta os seus leitores a esperarem pela volta do Senhor, e não por alguns si¬nais que a precederiam.

O ultimo grande sinal da vida de Cristo que era a aparição da besta vindo do mar [o Falso Profeta], já ocorreu, no ano passado.

Embora tendo eu anunciado no slide vermelho da minha página na WEB, por ter escrito alguns texto sobre este sinal, confesso que fiquei surpreso.  

Mais surpreso fiquei ainda, porque, a Igreja de Cristo, ainda não se deu conta do cumprimento desta profecia, nem manifestou a sua posição publica a respeito do tão esperado cumprimento do sinal bíblico; creio que ainda não percebeu por estar despercebida e por conta disto, ou porque os seus focos nos dias atuais não estão direcionados para a vinda súbita de Cristo.

O próximo grande sinal que a Igreja deve esperar é à volta do Senhor para buscar a Sua Igreja.

Este é o único sinal pelo qual a Igreja deve se preparar para não ser surpreendida, exceto aqueles que aguardam a ressurreição no seio de Abraão, à ascensão destes será automática; porque o próximo sinal após este [Arrebatamento], será a grande tribulação; este, já é um problema para aqueles que não foram arrebatados.

Todo cristão eleito sabe e tem a certeza de que no arrebatamento que se dará em breve e instantaneamente com a primeira vinda de Cristo, ele estará preparado para o próximo, à segunda volta de Cristo para o evento do Megido; porque ele virá das Bodas do Cordeiro, com os corpos já glorificados e imortais e junto com o seu Rei.

Precisamos compreender com clareza que o Arrebatamento pode acontecer a qualquer momento, de forma repentina e totalmente surpreendente, a partir desta data. Os sinais menos importantes que irão aparecer daqui para frente, já não interferem mais na decisão de Deus em enviar o Seu Filho Jesus Cristo a qualquer momento para buscar a Igreja.

Se há 2.000 anos atrás o Espírito Santo já inspirava Tiago a contar com a volta do Senhor ainda durante aqueles dias da sua vida, esse fato sublinha a iminência do Arrebatamento como o evento que devemos esperar para qualquer instante porque estamos vivendo os segundos finais da Igreja de Cristo na terra.

Analisemos em sequência os trechos dos versículos 7, 8 e 9, que se referem à volta iminente de Cristo:

• 7“Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor” v.7 – ACF.

Qual é a atitude de expectativa correta? Esperar por um evento anunciado significa que: fixo meus pensamentos nesse evento [vinda de Cristo] que espero por esse somente apenas por este evento.

Fica claro que a Igreja não está esperando por este sinal, o da volta de Jesus em glória, pelo Senhor arrebatando Sua Igreja, mas sim ela está paciente, aguardando os cumprir os possíveis sinais que antecedem a vinda de Cristo, que é a aparição do Falso Profeta, porque depois virá a Tribulação, o Anticristo, a ira do Senhor que se derramará nos juízos que são pós Arrebatamento; a expectativa acima é um pensamento errôneo, não é Escatologia é Antropodicéia, que é a parte da teologia que se ocupa da natureza e do destino do homem.

O significa está próxima?

“[…] porque já a vinda do Senhor está próxima” v. 8 ACF. A expressão “está próxima” dá a entender que um acontecimento está pestes a se realizar num curto espaço de tempo. Se o Arrebatamento não poderia ter ocorrido já na época de Tiago, se ainda fosse necessário que se cumprissem outros sinais, o Espírito Santo não teria inspirado as palavras de Tiago dessa forma.

A escolha das palavras mostra que o Espírito Santo está se referindo ao Arrebatamento. É verdade que a volta visível de Jesus em glória será precedida por determinados sinais, mas Tiago não fala sobre eles, a aparição visível de Cristo está mais evidenciada para após o Arrebatamento no reino do anticristo.

Ele se dirige a “irmãos” v.7, isto é, à Igreja, e fala da volta do Senhor para a Igreja, a saber, do Arrebatamento. “Eis que o juiz está à porta” v.9 ACF. O que significa dizer que Jesus Cristo está às postas? Usarei uma alegoria para ilustrar este assunto: quando um visitante anunciado já está diante da nossa porta, e não há mais nada que possa anteceder este contato, ele já está ocorrendo.

O que esperar além do fato dele entrar a qualquer momento? O que interfere ou qual é o espaço que há entre eles e a porta?

Analisando: Depois do Pentecostes e da edificação da Igreja, somente teremos o Arrebatamento na primeira vinda de Cristo; depois virá o tribunal do galardão e logo depois dele será o próximo evento no Plano de Salvação.

Por isso, com a volta de Jesus também o Juiz estará diante da porta.

Neste tribunal, [aqui nas regiões celestes] os inimigos de Israel [falso profeta e anticristo] estarão via-a-vis diante de Cristo que os julgará e os lançarão no lago

Em 2 Co. 5 encontramos um paralelo claro e uma explicação para isso.

Primeiro Paulo fala do Arrebatamento e o exemplifica pelo ser revestido:

• 4 Pois, na verdade, os que estamos neste tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.

Ora, foi o próprio Deus quem nos preparou para isto, outorgando-nos o penhor do Espírito… Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” v. 4 - 5, 10.

Paulo fala de quatro detalhes importantes e essenciais:

“Não… ser despidos” = significa não ter que morrer; 

“Mas revestidos…” = transformação no Arrebatamento. O que é mortal será “absorvido pela vida”.

Para isso:

recebemos o Espírito Santo como penhor (sinal de garantia eterna). Ele levará a Igreja ao céu no Arrebatamento – é o Pentecostes invertido, o Espírito Santo veio trazer a Igreja desta vez Ele levará a Igreja. 2 Ts. 2. 6 - 7

Logo depois do Arrebatamento virá a revelação diante do trono do julgamento do galardão de Cristo. As Bodas do Cordeiro será o Tribunal dos Santos, a Igreja já estará julgada e galardoada, e então voltaremos para julgar as duas bestas e iniciar com Cristo o Reino de Deus na terra.

O texto acima faz as seguintes perguntas:

Você está esperando por Jesus?

Você O espera para qualquer momento?

Você ainda O espera hoje?

Uma das maiores negligências da Igreja de Jesus é que essa atitude de expectativa foi abandonada. Conseqüentemente diminuiu também a importância dada às verdades bíblicas e à santificação.

Devemos amar a Sua vinda. O amor, porém, não suporta nenhuma interferência.

À volta de Jesus, para o consequente Arrebatamento da Igreja, será o maior acontecimento histórico e político do futuro. Ele vai superar qualquer evento natural qualquer descoberta científica, simplesmente tudo!

Por isso, a Igreja deveria fazer tudo para expressar a sua esperança pela volta de Jesus. É justamente o que Deus aponta por meio de Tiago.

Devemos ter uma atitude interior de prontidão e expectativa. Devemos ser pacientes e fortalecer os nossos corações: “Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor”.

Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas.

• Tg. 5 • 7 Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas. 

• 8   Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima.

A ênfase dessa parábola está na expressão de paciência e no fortalecimento do coração na esperança pela volta de Jesus.

O que o lavrador faz em seu trabalho? Ele espera pacientemente pelo fruto precioso e não se deixa desanimar. Ele trabalha esperando esse fruto, ele vive para esse fruto, ele investe nesse fruto.

Ele sabe do trabalho duro, que virão maus tempos, ervas daninhas, secas e estiagens, ou chuvas e geadas, e ainda assim ele espera somente pelo fruto.

Precisamos olhar por cima de todas as coisas e ver somente Jesus e Sua volta.

Paciência significa que o Senhor não tem de voltar hoje, mas que Ele pode e, com certeza, vai voltar a qualquer momento!

A espera pela volta de Jesus é um “fruto precioso” valioso. Não há nada de exagerado ou fanático nisso, pois se trata de algo precioso.

O efeito prático em vista da sua volta: qualquer postura interior também tem um efeito prático.

A ira leva ao pecado: “Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas”

• Tg. 5 •  “Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está aporta”

Essa afirmação é interessante em vista da volta de Jesus. Não são mencionados os pecados graves, como mentira, ocultismo, luxúria, imoralidade ou roubo. Tiago enfatiza que não devemos dar lugar à insatisfação irada a respeito de nossos irmãos na fé. Isto quer dizer que a vida está plenamente santificada, é um processo natural, sem a presença das antigas praticas de outrora, ora abandonadas.

Não devemos nos queixar, nem mesmo suspirar por causa deles. Por que justamente esse alerta? Porque a ira custa muita energia, ela absorve e consome totalmente. Ela divide e distrai-nos, daquilo que é essencial e torna nos incapazes de fazer aquilo que realimente dá frutos.

• Ec. 11 • 4 “Quem somente observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará”

É interessante que o texto bíblico não apresenta nenhum motivo para os lamentos, pois os murmúrios negativos são por si só, errados.

Quando nos irritamos com alguém que espiritualmente é nosso irmão ou irmã, a discussão sobre quem tem razão perde qualquer valor. A ira é, por princípio, errada e carnal. Paulo escreve:

• Ef. 4 • 32 “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados pa¬ra o dia da redenção. Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou  

Muitas vezes é a própria insatisfação, a falta da influência do Espírito Santo em nossa própria vida que se revela em críticas degenerativas e implacáveis.

Nesse texto a Bíblia não fala a respeito de quem tem razão ou não, apenas diz: [...] “não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados”. Irmãos que se acusam mutuamente estão igualmente sob o mesmo julgamento de Deus “… o juiz está às portas!”.

O Juiz que está diante da porta terá a última palavra. Ele determinará a sentença. “[…] o juiz está às portas!”. O Juiz que está diante da porta terá a última palavra. Ele determinará a sentença. [...] “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro”.

2.5. As duas fases contrastadas da vinda de Cristo:

A primeira fase será no ar 1 Te. 4.15 -17;

A segunda será para ser na terra Zc. 14. 4.

A primeira fase de Sua vinda será para o Seu povo Mt. 25. 6 -10Jo. 14. 2; a segunda fase será com o Seu povo Jd. 14 e Ap. 17.14.

A primeira fase será Sua vinda como um noivo Mt. 2 5. 6 -10; a segunda fase será Sua vinda como um rei para julgar e reinar Sl. 96.13 -  Zc. 14. 9Mt. 25. 31 e Ap. 19. 1520. 4.

Na primeira fase os justos serão tirados dentre os ímpios Mt. 25. 6 -101 Te. 4.15 - 17;

na segunda fase os ímpios serão tirados dentre os justos Mt. 13. 40 - 42.

Na primeira fase os justos na terra encontrarão o Senhor no ar para irem para o céu com Ele 1 Te. 4 .17Jo. 14 . 2;

na segunda fase eles simplesmente entram no reino aqui na terra Mt. 13. 4325. 34.

Na primeira fase os incrédulos são meramente deixados na terra Mt. 25. 10 - 12;

na segunda fase eles são destruídos e lançados no fogo eterno Mt. 25. 41, 46.

Em conexão com a primeira fase haverá uma ressurreição dos justos 1 Te. 4. 5; 17;

em conexão com a segunda fase não haverá ressurreição específica Mt. 25. 31; 46;

A primeira fase está sempre iminente Mc. 13. 35 - 36 - Tg. 5. 8Ap. 22. 12;

segunda fase é para ser precedida de certas coisas definidas. Mt. 24. 14 - 31 - 2 Te. 2. 1 - 8.

 A Segunda Vinda de Cristo se dará em duas fases, a primeira por ocasião do arrebatamento e a segunda fase só ocorrerá no espaço dos sete anos depois de Arrebatada à Igreja, o equivalente ao espaço de tempo dos “sete anos do governo diabólico do anticristo e do falso profeta na Terra”.

Parte 3. A Ressurreição e o Arrebatamento Na ordem cronológica:

Primeira Ressurreição ► Arrebatamento: Primeira ressurreição: Novo Testamento O filho da viúva de Naim Lc. 7.12 -15; a filha de Jairo Mt.  9. 23 - 25; Lázaro Jo. 11.1; 44; mortos no dia da morte / ressurreição de Jesus Mt. 27. 51 - 53; Dorcas At. 9. 36 - 41; Êutico At. 20. 9 - 10 e a de Jesus Mt. 28.1 -10Mc. 16Lc. 24.  Jo. 20, diferente e mais poderosa que as demais Ef. 1. 18 - 20.

O que se compreende por primeira ressurreição? Mas o que é a primeira ressurreição, se não é a transladação da alma para o céu?

A melhor forma de determinar o que define o termo “primeira ressurreição” é descobrir antes o que é a “primeira morte”. Afinal, o que precisa ser ressuscitado? A primeira morte > A primeira morte é descrita nos primeiros capítulos de Gênesis. Deus declarou a Adão em:

• Gn. 2 • “Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”. 

O primeiro significado da expressão, “certamente morrerás”, é a morte da alma.

Com o ato de desobediência a alma foi separada de Deus. Adão e Eva, com a desobediência, não experimentaram imediatamente a morte física, mas experimentaram a morte da alma. Eles foram separados de Deus. Incluída na morte da alma estava à morte do corpo que veio depois.

Contudo, o cumprimento fundamental de Gênesis 2.17 foi à morte da alma. Isso é salientado fortemente no Novo Testamento.

O apóstolo Paulo descreve o estado dos cristãos em Efésios antes da conversão como aqueles que estavam “mortos em ofensas e pecados”. Em 1 Timóteo 5. 6 é declarado o seguinte: “Mas a que vive em deleites, vivendo está morta”. Cristo coloca isso severamente diante de nós em Sua declaração em Mateus 8. 22: “Deixa os mortos sepultar os seus mortos.

Embora o homem não regenerado esteja fisicamente vivo, ele está morto aos olhos de Deus.

Sua alma está morta. Essa é a morte primária. Envolvida nessa e seguindo-a está a morte do corpo. Visto que a primeira morte é primariamente a morte da alma humana, é a alma que deve ser ressuscitada primeira.

Conseqüentemente, devemos esperar encontrar no Novo Testamento referências à ressurreição da alma. Isso encontra em abundância.

3.1 Primeira Ressurreição:

Uma passagem importante é Ef. 2. 5; 6 na qual lemos: “Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus”.

A palavra “vivificou” pode ser traduzida como “deu-nos vida”. A alma que estava morta recebeu vida. Ela foi ressuscitada. Isso é salientado ainda mais claramente com a expressão: “E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus”.

Fomos ressuscitados.

Mesmo enquanto sobre a Terra os santos estão assentados com Cristo nos lugares celestiais. Isso aponta para a interpretação do versículo 4 de Apocalipse 20.

Contudo, agora estamos interessados em apontar que a primeira ressurreição, no que diz respeito aos cristãos, é a vivificação das suas almas dentre os mortos. Co. 2.12 - 13 ensina a mesma verdade.

Lemos ali: “Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos”. “E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas”.

Acima vemos a importância do batismo, ele não pode ser um mero sacramento da igreja, o novo cristão precisa estar liberto das práticas, cujas, praticava antes do primeiro contato com Cristo através da igreja.

Se ele não mortificou os desejos pecaminosos da carne, se não foi orientados quais são e porque deve abandonar; jamais ele terá sepultado o corpo da morte, e ressuscitado da morte, a alma o corpo.

E sabemos que este estágio preparatório espiritual não existe na maioria das igrejas e por consequência disto o seu corpo não serve para ser o Templo do Espírito Santo.

Aqui a regeneração da alma humana é comparada à ressurreição de Cristo, ela começa pelo corpo mortal.

Aqueles que estavam mortos foram feitos vivos.

A Alma ressuscitada primeira, juntará se ao corpo dantes fisicamente morto, ora transformado em um novo corpo, este eterno.

Essa é a primeira ressurreição e certamente a mais importante para o cristão. Ef. 1. 19 - 20 salienta o fato que o mesmo poder de Deus que foi usado para ressuscitar Cristo foi usado com respeito à alma do cristão. Esta é a “primeira ressurreição”.

3. 2 Por Arrebatamento compreende-se:

O ensino do Arrebatamento é mais claramente apresentado em 1 Te. 4. 13 - 18. Nessa passagem Paulo informa os seus leitores de que os crentes que estiverem vivos por ocasião do Arrebatamento serão reunidos aos que morreram em Cristo antes deles.

No versículo 17 a palavra, “arrebatados” traduz a palavra grega harpazo, que significa “dominar por meio de força” ou “capturar”.

Essa palavra é usada 14 vezes no Novo Testamento Grego de várias maneiras diferentes.

Ocasionalmente o Novo Testamento usa harpazo com o sentido de “roubar”, “arrastar” ou “carregar para longe” Mt. 12. 29Jo. 10. 12. Também pode ser usada com o sentido de “levar embora com uso de força” Jo. 6. 1510. 28 - 29At. 23. 10Jd. 23.

No entanto, para os nossos propósitos, um terceiro uso é mais significativo. Diz respeito ao Espírito Santo levando alguém de um lugar para outro. Encontramos esse uso em quatro ocorrências At. 8. 392 Co. 12. 2 - 4 - 1 Te. 4. 17 - II Pe. 3, “ἁρπαγησόμεθα” (harpagēsometha). Apocalipse 12. 5 – Mt. 24. 36 - 39 “Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem”.

Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e dava-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem”.

O Arrebatamento da Igreja, só será percebido, porque milhões de pessoas desaparecerão da face da terra “os salvos”.

Cristo não será visível nesse momento para os que aqui ficarem, pois essa ainda não é a Segunda Vinda a terra e sim o evento do Arrebatamento da Igreja, que durará sete anos (sete anos com Cristo, fora da terra). Somente verão à vinda de Jesus, os Salvos, que serão arrebatados 1 Ts. 4. 16 ”.

3. 3 Por “A grande Tribulação” compreende-se:

“Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais” Mt 24. 12. Com essas palavras, Jesus esclarece os discípulos e enfatiza o tempo em que será intensificada a tribulação dantes sofrida pela Igreja durante toda sua história, mencionando vários acontecimentos que estão ocorrendo nos últimos séculos tais como, guerras, rumores de guerra, fomes, perseguições e terremotos, revelados como sinais indicativos do período que ele chamou de “o princípio das dores”.

O entendimento da possibilidade de não existir um milênio literal na terra, embute a idéia errônea da conversão gradual de todas as nações, e leva os cristãos, à estagnação a desobediência a desmotivação e o descompromisso com a tarefa de evangelizar o mundo, pois, essa interpretação, não objetiva a necessidade das missões, visto que é esperada a conversão em escala mundial, invalidando, assim, a Palavra de Deus.

Essa visão torna a Igreja apenas expectadora dos acontecimentos, em que tudo ocorreria automaticamente, à parte da atuação da Igreja.

3. 4 Segunda Ressurreição:

Essa é denominada de ressurreição para o juízo final e envolve os ímpios perdidos de todos os séculos. A sua ocasião será após o período de mil anos de paz na terra, o milênio. Dn. 12. 2Ap. 20. 5. 11 -13.

 

• Conclusão:

Com relação à Escatologia, temos duas importantíssimas instruções de Jesus a serem por nós observadas, de grande relevância para a nossa esperança cristã e padrão de vida.

A primeira é a esperança. É a necessidade de conhecermos o assunto de forma mais aprofundada, de termos consciência da certeza irrefutável da vinda de Jesus e da implantação do Reino de Deus aqui na terra, com todos os seus desdobramentos, e esperarmos o cumprimento dessas promessas, mostradas através dos textos de Mt. 24. 3; 13;  21;  22;  29; 35; 42; 44 e Lc. 21. 20 - 2834 -36.

O resumo da promessa é que Ele virá Ap. 22. 7; 20 e que venceremos com Ele Ap. 12. 1117. 14.

A segunda é acerca do nosso compromisso e preocupação com o anúncio do evangelho e não com especulações.

O que precisamos Jesus já nos informou na sua Palavra Mt. 24. 14 – 36 - 3925. 14 - 30 Lc. 21. 6 - 8 – 12 - 18 –  24. 46 - 49 e At. 1. 6 - 8.

O que é dever dos pregadores é não serem omissos e comprometidos com os seus pecados e os da igreja.

A Igreja precisa ser instruída e doutrinada a respeito e com a perspectiva da vinda de Cristo, “arrebatamento”, e não com possíveis sinais, porém a respeito de quem dará ou não crédito a mensagem é uma questão individual de cada um, isto conforme a fé individual do cristão.

O Dr. Russell Shedd diz que a Escatologia não tem a missão principal de responder às perguntas suscitadas pela nossa curiosidade, mas sim de incentivar nossa responsabilidade Ap. 22. 7. Quando os discípulos quiseram saber pormenores acerca da vinda, sobre dia e hora, Jesus concentrou sua atenção sobre a evangelização mundial At. 1. 6 - 8 e foi enfático em dizer que nem Ele próprio sabia dizer somente o Pai.

De fato, assim como agora nos cabe a tarefa da evangelização, nós devemos viver eternamente para servi-lo Ap. 22. 3, enquanto com Ele reinamos. Por isso, aguardemos os acontecimentos de forma correta, anunciando o evangelho do Reino, conforme ensinou em uma de suas parábolas: “Negociai até que eu volte” Lc. 19. 13.

Quanto ao problema da interpretação, segundo aquilo que cremos ou entendemos da escatologia, arrebatamento; ressurreição dos mortos; primeira e segunda vinda de Jesus; existência ou não do milênio; tempo da grande tribulação; perdição dos ímpios; vida eterna e castigo eterno; julgamento; restauração de Israel, e etc, é que temos que agir com relação à tarefa missionária da evangelização do mundo, ordenada por Jesus, de maneira enfática antes de sua ascensão, e atentarmos para não sermos surpreendidos porque as obras não justificarão a salvação. Mt. 28. 18 - 20.

Quanto a Igreja devemos aplicar o ensino da escatologia intercalando entre santificação, arrebatamento e ressurreição dos mortos priorizando pela santidade que também é teologicamente polemica e contraditória, pois envolve a temática dos usos e costumes e a natureza da carne, um assunto obscuro e indigesto pela Igreja, incluindo o próprio pregador; mas infelizmente sem este sacrifício tudo é uma utopia religiosa.

Conforme estas referencias bíblica: [...]

• Hb. 12 • 14 “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” Hb: 12:14, “Ora, amados, visto que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus”

• 2 Co. 7 • 1 “Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que em santidade e sinceridade de Deus, não em sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e, mormente em relação a vós”

• 2 Co. 1 • 12 [...] se não tivermos consciência plena da nossa santidade diante de Deus, também não temos certeza da nossa salvação.

E diante da falta sinceridade com Deus, a salvação está seriamente comprometida e tudo o que foi escrito anteriormente é vão, porque não é somente pela fé, e a boa obra, sem a santidade, falta à sinceridade e este panorama geral é que traça o perfil dos que serão selecionados no advento do arrebatamento, caso contrário, Cristo não precisaria ter vindo pessoalmente evangelizar os povos e sacrificar a própria vida por eles, esta é a problemática da Igreja durante toda a sua história e que persiste até o presente.

Por isto aqueles que apenas foram chamados, mas, não foi por Deus incluso entre os eleitos, estão visivelmente ameaçados de experimentarem o dano da segunda morte, esta, que será eterno.

Observação: onde se lê igreja: trata-se da instituição ou qualquer denominação com as suas variadas nomenclaturas. Onde se lê Igreja, trata-se de pessoas espalhadas pela terra, que fazer parte daqueles que serão arrebatados. Ou A Igreja de Cristo.

 

 

       Em Cristo.

Revisão Julho 2016

Shalon.

Por Cornelio A.Dias  

 

"Feito perfeito, é imperfeito; como criação, o meu eu; natureza humana! C. A. Dias.

 

 

              

 

 

Comentários

 

 

 

 

 

 

Licença Creative Commons

A emergente ressurreição da Escatologia: do Teologo Cornelio A.Dias está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Não Comercial - Sem Derivações 4.0 InternacionalBaseado no trabalho disponível em http://oportaldateologia.no.comunidades.net/a-emergente-ressurreicao-da-escatologiaPodem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em http://oportaldateologia.no.comunidades.net/.

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Editoriais

As taças da ira de Deus  estão prestes a se derramarem sobre a terra! 

Quero fazer um breve relato sobre esta chamada em "Flash”, visto que não vejo a necessidade de escrever um artigo específico sobre o título, bem como também não vou citar referências bíblicas que corrobore com este assunto.

 

Os elementos ardendo  

em breve se fundirão!

Cuidado!

Um corpo terrestre, 

se chocará contra a terra e 

causará repentina destruição. 

 

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A falsa doutrina do pré-tribulacionismo  

Qual biblicamente é a mais viável para você? A Meso-tribulação [Arrebatamento no meio da tribulação] ou a Pós-tribulação? [Arrebatamento depois da tribulação] Em qual delas acontecerá o Arrebatamento da Igreja! Será antes da tribulação? Reflita! Leia Mais  imagem

 

 

  Reflexão do O Portal

         2013

O oitavo Rei foi eleito.

A besta que era e já não é, é também o  oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição Apocalipse cap. 17 - 11.

E o sangue de muitos inocentes ainda haverá de ser derramado.              

Guerreiros feridos são condecorados com Láureas de sangue.

Os soldados do Exército do Rei dos Reis, porém herdarão uma coroa de ouro, e a vida eterna.

A Nova Ordem Mundial está chegando e virá para cumprir o seu dever a rigor.

Quem quiser se livrar dela terá que aceitar a sua marca. 6 6 6 em troca da sua alma.

Revelação 13. 1 – Vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] 7. Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. “Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”

Yeshua.

 O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que  isto lhe custar a própria vida.

"Permaneça fiel até a morte, e Eu lhe darei a Vida como Coroa. Revelação 2.10.

Yeshua".

 

Leia o Artigo: O sétimo milênio e o fim da humanidade.

Oriente-se.

 

Por: Cornelio A.Dias

Março de 2013.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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  Ler um   é:

Armazenar Informações;

Desenvolver a Intelectualidade;

Ampliar os Horizontes;

Compreender o Mundo;

Comunicar-se com o Próximo;

Escrever Corretamente;

Relacionar-se melhor com o Outro!

 Ler uma  é:

Armazenar Ensinamentos;

Desenvolver o Conhecimento;

Ampliar a Espiritualidade;

Compreender a DOUTRINA;

Comunicar-se com JESUS

Escrever a VERDADE;

Relacionar-se melhor com DEUS. 

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Ore conosco ao som de belos louvores;

Chore aos pés feridos do Pai!

A tristeza logo passa, não demora.

Ele vos envolve e vos consola, 

Em seus braços, faz-vos descansar.

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e deixa Deus falar ao seu coração!

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