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O Portal da Teologia 

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 Ychzek'el [Ezequiel] 9.3-4

O PORTAL DA TEOLOGIA

A marca de Cristo. 

3. Então a Glória do Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura

4. Adonai lhe disse: "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".  

 Atenção: O Arrebatamento da Irmã Vilma - Assista aqui em [Vídeos e Nova Era] Cuidado com a sua Alma! 

 

Graça e Paz em Cristo → A todos os Leitores → Sejam bem vindos → No nome de Jesus!  Comentem os artigos → Iniciem discussões sobre os temas → O Moderador. 06.04.2014 

 
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Crislamismo Palestianismo Cristão
Crislamismo Palestianismo Cristão

 

 

 

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Sempre  que nós, cristãos bíblicos, pensamos que as coisas não poderiam,  de forma alguma, ser mais absurdas no cristianismo, precisamos nos  lembrar das Escrituras, que nos dizem que chegará o tempo em que os cristãos não suportarão a sã doutrina, e muitos corromperão a Palavra de  Deus (2Tm 4.3; 2Co 2.17; 2 Pe 3.16). O apóstolo Paulo declara a  Timóteo que aqueles que trazem tais doutrinas enganarão as pessoas,  desviando-as da verdade para fábulas, ou seja, a mitos, de sua  própria invenção (2Tm 4.4; Tt 1.14). Hoje, tais ensinamentos e  práticas estão crescendo a um ritmo alucinante – práticas que  variam do absurdo patente ao pérfido, e mesmo ameaçadoramente  perigoso, tanto espiritual quanto fisicamente. Crislamismo? Essa tentativa de combinar o cristianismo com o islamismo em um culto  comum seria uma piada sem graça se fosse uma questão de piada, mas  está longe de sê-lo. Da forma que entendo, esse ensinamento começou  como uma maneira de ajudar a impedir o genocídio e de trazer a paz  entre muçulmanos e cristãos na África. Sem dúvida, sincero em  suas preocupações, contudo sinceramente errado. Os muçulmanos que  verdadeiramente seguem o Corão, e os cristãos que crêem naquilo  que a Bíblia apresenta, consideram o crislamismo como uma  contradição blasfema de suas crenças. Por  quê? As diferenças, que são bastante aparentes, não  podem ser reconciliadas. Alá é um deus falso, criado pelo homem, e não  tem nada a ver com o Deus da Bíblia, que enviou Seu Filho, Jesus,  para pagar a penalidade total dos pecados do mundo (Jo 3.16). Alá  não tem nenhum filho e condena a todos os que crêem que ele tem  (Surah 18.4-6; 23.91). Alá é uma entidade singular (Surah 4.171); o  Deus da Bíblia é um Deus Triúno: um Deus – três Pessoas. Isa  (Jesus) do Alcorão não é Deus; ele é simplesmente um profeta de  Alá (4.171). O Jesus bíblico é Deus que se fez Homem (Jo 1.14;  10.33). Alá denigre os judeus (Surah 5.59-60); Deus se refere aos  filhos de Israel como “a menina dos Seus olhos” (Dt 32.9-10). O  Hadith (as palavras que Maomé supostamente recebeu de Alá) declara  que o Dia do Julgamento de Alá não virá até que as rochas e as  árvores clamem para que os muçulmanos matem os judeus que estão  escondidos atrás delas (Livro Muçulmano do Sahih 041, Número  6981-4). Isso é anti-semitismo em sua pior forma. Os  ensinamentos fundamentais do islamismo e do cristianismo não  permitem nenhuma concessão. Qualquer um pode certamente acreditar ou  formular seja o que for que queira sobre o islamismo ou sobre o  cristianismo, mas ninguém pode tornar tais formulações compatíveis  umas com as outras com base em qualquer um dos textos sagrados de  ambos. Não obstante, esse obstáculo não está impedindo as  multidões que estão permitindo que seus desejos atropelem sua  razão. Além disso, tal irracionalidade está sendo explorada por  aqueles que têm como intenção uma “Fé Compartilhada”. Parece  que a apostasia (o enfraquecimento da fé bíblica para preparar o  caminho para a religião do Anticristo) está se desenvolvendo de  maneira exponencial, e as contribuições estão sendo feitas através  de uma diversidade de intenções não-bíblicas. Uma delas, que é  particularmente agressiva tanto quanto malévola em seu ataque ao  cristianismo bíblico, é denominada “Palestinianismo Cristão”(PC). O termo foi cunhado por Paul Wilkinson em seu livro For  Zion’s Sake [Por Amor a Sião], que apresenta as razões bíblicas pelas quais os  cristãos precisam apoiar a restauração do moderno Estado de  Israel, uma empreitada conhecida como “Sionismo Cristão”. O  inimigo desse esforço se chama Palestinianismo Cristão, que inclui  muito mais do que uma preocupação a respeito da situação do  chamado povo palestino.[1] Seguem  algumas citações de três fontes anti-sionistas-cristãs que  caracterizam o movimento:

É  (...) uma compreensão totalmente errada da história da salvação e  uma perversão do plano de Deus que um cristão queira restabelecer  uma nação judaica como entidade política. (...) A consciência  cristã sempre discerniria qual é a vocação autêntica do povo  judeu e qual é o outro lado da moeda, ou seja, o Estado de Israel  racista.[2] Rejeitamos  categoricamente as doutrinas cristãs sionistas como sendo  ensinamentos falsos que corrompem a mensagem bíblica de amor,  justiça e reconciliação. (...) Com urgência, admoestamos que o  sionismo cristão e suas alianças estão justificando a colonização,  o apartheid e a construção de um império.[3]
 
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O Hadith (as palavras que Maomé
supostamente recebeu de Alá) declara que o Dia do Julgamento de Alá não virá até que as rochas e as árvores clamem para que os muçulmanos matem os judeus que   estão escondidos atrás delas.
 
A  visão mundial do sionismo cristão terá conseqüências  cataclísmicas para uma paz religiosamente integrada e duradoura na  Palestina/Israel.[4] Que  horror! Vemos o apartheid em Israel![5]

A  última citação em apoio à causa palestina é do arcebispo Desmond  Tutu, que iguala a condição [em Israel] a regimes de “Hitler,  Mussolini, Stalin, Pinochet, Milosevic e Idi Amin”.[5] Em  um livrete intitulado Prophets  Who Prophesy Lies in My Name – Christian Palestinianism and the  Anti-Israel Crusade [Profetas que Profetizam Mentiras em Meu Nome – o Palestinianismo  Cristão e a Cruzada Anti-Israel], Paul Wilkinson começa citando o  que o Senhor falou a Jeremias com relação àqueles que profetizavam  contrariamente à Sua Palavra: “Assim  diz o Senhor dos Exércitos: Não deis ouvido às palavras dos  profetas que entre vós profetizam e vos enchem de vãs esperanças;  falam as visões do seu coração, não o que vem da boca do Senhor. (...) Não  mandei esses profetas; todavia, eles foram correndo; não lhes falei  a eles; contudo, profetizaram. (...) Eis  que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor,  e os contam, e com as suas mentiras e leviandades fazem errar o meu  povo” (Jr 23.16-32). O  aspecto mais chocante do que Wilkinson descreve não é apenas o fato  de que esses “profetas” dos dias de hoje estão ensinando “que  Deus rejeitou Israel e o substituiu pela Igreja”, ou que eles estão  tentando reunir forças através da Igreja para combater Israel  política, econômica e teologicamente; acontece que muitos são  líderes cristãos altamente reconhecidos, que professam ser  evangélicos, isto é, cristãos crentes na Bíblia! Em  sua maioria, esses falsos “profetas” apresentam um verniz de  ensinamentos bíblicos, mas são raramente desafiados quando saem da  linha porque o cristianismo evangélico atual tem sido quase que  desprovido de discernimento bíblico, graças a (ou, pelo contrário,  infelizmente, por causa de) décadas de condicionamento através de  táticas de mercado de busca de sensibilidade e de crescimento de  igreja. Essa abordagem para atrair os “não-igrejados” e os  não-salvos para a igreja empurrou o ensinamento bíblico para os  fundos, se é que ele foi de alguma forma implementado. A convicção  do pecado e outros ensinamentos bíblicos que podem ofender os novos  freqüentadores foram substituídos por “mensagens positivas” e  entretenimento para os jovens e também para os adultos. O  emburrecimento geral e a incapacide de discernimento bíblico foi o  resultado, e o corpo de Cristo está hoje colhendo as trágicas  conseqüências. Por  exemplo, Wilkinson apresenta uma litania de erros bíblicos ensinados  por aqueles que promovem o palestinianismo cristão, que deveriam ser  facilmente reconhecidos e rejeitados por todos os crentes:

Todos  os elementos básicos da escatologia sionista cristã são  invertidos, de forma que a Bíblia é vista como sendo cristã, não  judaica; a terra da Bíblia como sendo a Palestina, não Israel; o  Filho de Deus como sendo um palestino, não um judeu; o Holocausto  visto como ressentimento, não relembrado; 1948 sendo uma catástrofe,  não um milagre; os judeus como sendo ocupantes ilegais, não  proprietários de direito; e a profecia bíblica sendo um manifesto  moral, e não um sinal da Segunda Vinda.[6]
 
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Embora os livros de Sizer sejam apenas uns poucos dentre os proliferantes títulos que fazem oposição a Israel, ao sionismo e ao sionismo cristão, eles são um sinal que revela as crenças daqueles evangélicos altamente influentes que endossaram sua posição e seus escritos.

Nem  todos os líderes cristãos que apóiam o palestinianismo cristão  defenderiam todas essas crenças acima mencionadas, mas todos eles o  promovem de forma geral e em oposição ao que a Bíblia declara  profeticamente. O cabeça não-oficial desse movimento é um  sacerdote anglicano chamado Stephen Sizer, cuja igreja é membro da  Aliança Evangélica e da Associação Willow Creek de Igrejas.  (Lynne Hybels, a esposa do pastor da Igreja Comunidade Willow Creek,  é patrocinadora de Sizer. Ela rejeita o moderno Estado de Israel  como sendo o cumprimento de profecia.) O primeiro livro de Sizer, Christian  Zionism: Road Map to Armageddon? [Sionismo Cristão: o Mapa Para o Armagedom?] recebeu inúmeros  endossos de líderes evangélicos. Wilkinson observa que os  resenhistas elogiaram o livro como sendo “o mais importante e o  mais abrangente sobre o assunto até hoje”, e “o tratamento  erudito para contrapor-se ao bando  fanático por profecias” (itálico acrescentado), condenando o sionismo cristão como  “pernicioso”, uma “ameaça totalmente não-bíblica”, “uma  força poderosa que encoraja a destruição de milhões de pessoas”,  e “um dos movimentos mais perigosos e heréticos do mundo, que  insufla o conflito árabe-israelense”.[7] Sizer  resume suas crenças apresentadas em Christian  Zionism [Sionismo Cristão]:

Em  toda a história só houve um único povo de Deus: “a Igreja”.  Todas as alianças bíblicas estão incluídas na aliança da graça.  O povo judeu, como uma nação étnica, cumpriu seu papel na  história, que foi o de preparar o caminho para a Igreja/o  Cristianismo. A Igreja é o novo Israel, ampliado por Cristo para  abranger todos os povos.

O  segundo livro de Sizer, Zion’s  Christian Soldiers? [Soldados Cristãos de Sião?] contém um sermão do erudito  evangélico John Stott, que caracteriza o sionismo cristão como  “biblicamente um anátema à fé cristã”. Embora  os livros de Sizer sejam apenas uns poucos dentre os proliferantes  títulos que fazem oposição a Israel, ao sionismo e ao sionismo  cristão, eles são um sinal que revela as crenças daqueles  evangélicos altamente influentes que endossaram sua posição e seus  escritos. Quem são eles? Hank Hanegraaff é conhecido por milhares  de evangélicos como o chefe do ministério apologético bíblico  Christian Research Institute [Instituto Cristão de Pesquisas] e  apresentador do programa de rádio chamado Bible  Answer Man [O Homem da Resposta Bíblica]. Ele escreve:

O  [livro] Christian  Zionism [Sionismo Cristão] de Sizer demonstra dramaticamente como um  movimento religioso politizado, com um pedigree dúbio, é a  prescrição para o desastre. De caricaturar os árabes até  catalisar o Armagedom, as crenças e os comportamentos sionistas  cristãos são a antítese do cristianismo bíblico.[8]

A  perspectiva de Hanegraaff não é recente, de maneira nenhuma.  Anteriormente ele associou-se a D. James Kennedy, da Igreja  Presbiteriana Coral Ridge. A escatologia do seminário dessa igreja  estava sendo demonstrada claramente, em 2002, quando o corpo docente,  juntamente com seu fundador, líder, presidente e professor de  Evangelismo (Kennedy), apresentaram “Uma Carta Aberta aos  Evangélicos e a Outras Partes Interessadas: O Povo de Deus, a Terra  de Israel, e a Imparcialidade do Evangelho”. Essa declaração  negava que os descendentes físicos de Abraão, Isaque e Jacó (isto  é, os judeus) tivessem quaisquer bênçãos ou lugar especial nas  profecias, quanto mais qualquer reivindicação sobre a terra de  Israel. Ela foi inicialmente assinada por 71 líderes evangélicos,  dentre os quais R. C. Sproul e Michael S. Horton. O documento  declara:

Seção  VI: As promessas de herança que Deus deu a Abraão (...) não se aplicam  a qualquer grupo étnico específico, mas à Igreja de Jesus Cristo,  o verdadeiro Israel. (...) Seção  IX: O direito de posse de qualquer grupo étnico ou religioso ao  território no Oriente Médio, chamado a “Terra Santa”, não  encontra apoio nas Escrituras. Na verdade, as promessas de terra  específicas para Israel (significando a Igreja) no Antigo Testamento  foram cumpridas no governo de Josué.

Gilbert  Bilezikian foi um dos fundadores (com Bill Hybels) da Igreja  Comunidade Willow Creek. Este é seu endosso do livro de Sizer:

Algumas  teologias, que fazem Israel central aos propósitos de Deus e aos  processos da história, reduzem a Igreja ao status de concubina,  enquanto que Israel se torna a Noiva. O trabalho de Sizer fornece um  lembrete oportuno de que, de acordo com o Novo Testamento, o povo de  Deus deve ser identificado com base na graça, e não na raça.[9]

Tony  Campolo é um famoso pastor batista, palestrante em conferências de  jovens evangélicos, e professor de sociologia na Universidade  Eastern, na Pennsylvania. Ele enaltece o livro de Sizer:

Um  levantamento abrangente que descreve como os cristãos abraçaram uma  perspectiva teológica que encoraja a justiça para os judeus, mas  também levou a opressão ao povo palestino e extrema hostilidade  entre cristãos e muçulmanos no mundo todo.[10]

Em  outro lugar, ele escreve:

As  ameaças mais sérias ao bem-estar dos palestinos em geral, e aos  palestinos cristãos em particular, vêm não dos judeus, mas dos cristãos  sionistas aqui nos Estados Unidos. Com essa teologia, chamada  “Dispensacionalismo”, eles argumentam que, de acordo com sua  interpretação de Gênesis 15.18-21, a Terra Santa deveria pertencer exclusivamente aos judeus. Eles contendem que toda essa terra foi prometida à descendência de Abraão...
 
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A principal medida preventiva contra ser pego no crescente engano de nossos dias é uma vida disciplinada estudando e vivendo a Palavra de Deus.

Brian  McLaren, o escritor mais influente do Movimento da Igreja Emergente,  cuja origem é com os Plymouth Brethren (Igreja dos Irmãos),  obviamente abandonou a fé de seus primeiros dias, à medida que  declara que existe uma

necessidade  de confrontar as teologias terríveis, mortais, distorcidas, no  entanto, populares, associadas com o sionismo cristão e com o  dispensacionalismo determinista, [que] usa um cenário falsificado de  fim do mundo para criar um tipo de desejo mortal pela Terceira Guerra  Mundial, que – a menos que seja mais robustamente confrontado por  nós – poderia facilmente criar uma profecia que se cumpriria a si  mesma.[11]

O  ex-presidente Jimmy Carter pode parecer fora de lugar dentre os  teólogos evangélicos aqui apresentados como defensores do  Palestinianismo Cristão, mas este não é o caso. O livro que ele  escreveu, Palestine:  Peace Not Apartheid [Palestina: Paz, Não Apartheid], incorpora tudo o que os acima  mencionados reivindicam, em sua oposição a Israel e à Palavra de  Deus. Além disso, ele terá a oportunidade de espalhar suas crenças  espúrias entre ainda mais evangélicos, uma vez que recentemente  assinou um acordo para escrever mais três livros para a editora  evangélica Zondervan. Esses  falsos ensinamentos não são nem obscuros nem novos. Homens como  Agostinho (354-430 d.C.), Martim Lutero (1483-1546), e João Calvino  (1509-1564) fizeram substanciais contribuições a tais crenças  não-bíblicas. O que é novo é a incrível velocidade com a qual  eles estão sendo recebidos. Quando os discípulos perguntaram a  Jesus sobre os dias anteriores à Sua vinda, Ele os caracterizou como  um tempo de grande engano (Mt 24). É exatamente o que estamos vendo  em nossos dias, e, portanto, precisamos atender às Suas palavras. A  advertência de Paulo aos anciãos de Éfeso (At 20.28-31) também se  aplica aqui: “Atendei  por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos  constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele  comprou com o seu próprio sangue. Eu sei que, depois da minha  partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o  rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando  coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles.  Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia,  não cessei de admoestar, com lágrimas a cada um”. A principal medida preventiva contra ser pego no crescente engano de  nossos dias é uma vida disciplinada estudando e vivendo a Palavra de  Deus. Senhor, ajuda-nos nesse propósito. (T. A. McMahon –  www.thebereancall.orghttp://www.beth-shalom.com.br)

Notas:

  1. Dave  Hunt, O  Dia do Juízo.
  2. The  Institute for Palestine Studies [Instituto de Estudos Palestinos],  1970.
  3. “The  Jewish Declaration on Christian Zionism”, [A Declaração Judaica  Sobre o Sionismo Cristão], 2006.
  4. General  Assembly of the Church of Scotland [Assembléia Geral da Igreja da  Escócia], 2007.
  5. Tutu,  Prefácio, Speaking  the Truth [Falando a Verdade], Michael Prior, ed., 2005.
  6. Wilkinson, Prophets [Profetas],  p. 51.
  7. Prophets, p. 10.
  8. Prophets, p.11.
  9. Prophets, p.11.
  10. Prophets, p. 11.
  11. Prophets, p. 42.

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Editoriais

As taças da ira de Deus  estão prestes a se derramarem sobre a terra! 

Quero fazer um breve relato sobre esta chamada em "Flash”, visto que não vejo a necessidade de escrever um artigo específico sobre o título, bem como também não vou citar referências bíblicas que corrobore com este assunto.

 

Os elementos ardendo  

em breve se fundirão!

Cuidado!

Um corpo terrestre, 

se chocará contra a terra e 

causará repentina destruição. 

 

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A falsa doutrina do pré-tribulacionismo  

Qual biblicamente é a mais viável para você? A Meso-tribulação [Arrebatamento no meio da tribulação] ou a Pós-tribulação? [Arrebatamento depois da tribulação] Em qual delas acontecerá o Arrebatamento da Igreja! Será antes da tribulação? Reflita! Leia Mais  imagem

 

 

  Reflexão do O Portal

         2013

O oitavo Rei foi eleito.

A besta que era e já não é, é também o  oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição Apocalipse cap. 17 - 11.

E o sangue de muitos inocentes ainda haverá de ser derramado.              

Guerreiros feridos são condecorados com Láureas de sangue.

Os soldados do Exército do Rei dos Reis, porém herdarão uma coroa de ouro, e a vida eterna.

A Nova Ordem Mundial está chegando e virá para cumprir o seu dever a rigor.

Quem quiser se livrar dela terá que aceitar a sua marca. 6 6 6 em troca da sua alma.

Revelação 13. 1 – Vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] 7. Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. “Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”

Yeshua.

 O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que  isto lhe custar a própria vida.

"Permaneça fiel até a morte, e Eu lhe darei a Vida como Coroa. Revelação 2.10.

Yeshua".

 

Leia o Artigo: O sétimo milênio e o fim da humanidade.

Oriente-se.

 

Por: Cornelio A.Dias

Março de 2013.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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  Ler um   é:

Armazenar Informações;

Desenvolver a Intelectualidade;

Ampliar os Horizontes;

Compreender o Mundo;

Comunicar-se com o Próximo;

Escrever Corretamente;

Relacionar-se melhor com o Outro!

 Ler uma  é:

Armazenar Ensinamentos;

Desenvolver o Conhecimento;

Ampliar a Espiritualidade;

Compreender a DOUTRINA;

Comunicar-se com JESUS

Escrever a VERDADE;

Relacionar-se melhor com DEUS. 

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Ore conosco ao som de belos louvores;

Chore aos pés feridos do Pai!

A tristeza logo passa, não demora.

Ele vos envolve e vos consola, 

Em seus braços, faz-vos descansar.

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