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 Ychzek'el [Ezequiel] 9.3-4

O PORTAL DA TEOLOGIA

A marca de Cristo. 

3. Então a Glória do Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura

4. Adonai lhe disse: "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".  

 Atenção: O Arrebatamento da Irmã Vilma - Assista aqui em [Vídeos e Nova Era] Cuidado com a sua Alma! 

 

Graça e Paz em Cristo → A todos os Leitores → Sejam bem vindos → No nome de Jesus!  Comentem os artigos → Iniciem discussões sobre os temas → O Moderador. 06.04.2014 

 
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O Portal da Teologia autoriza a republicação de todos os artigos do site na íntegra, desde que cite a fonte de origem.  


EXEGESE BÍBLICA
EXEGESE BÍBLICA

Exegese

Exegese é o estudo cuidadoso e sistemático de um texto para comentários, visando o esclarecimento ou interpretação do mesmo. É o estudo objetivando subsidiar o passo da interpretação do método analítico da hermenêutica. Este estudo é desenvolvido sob as indagações de um contexto histórico e literário. 

 1. Pré-requisitos para uma boa exegese.
a) Tenha uma vida afinada com o Espírito Santo, pois Ele é o melhor interprete da Bíblia – (Jo 16.13; 14.26; I Cor 2.9 e 10; I Jo 2.20 e 27).
b) Vá você mesmo diretamente ao texto não permitindo que alguém pense por você, evitando assim a dependência de outra pessoa para que você desenvolva ao máximo o seu potencial próprio.
c) Procure o significado de cada palavra dentro do seu contexto. Deve ser tomado conforme o sentido da frase nas Escrituras, porque as palavras variam muito em suas significações.

 2. Aplicação da exegese.

A aplicação da exegese é realizada a partir das indagações básicas sobre o contexto e o conteúdo do texto em exame.
a) Texto – O capítulo, parágrafo ou porção bíblica que encerra uma idéia completa, que se pretende estudar. Ex.: Mateus 5.1-12; I Coríntios 11.1-3; João 14,6, etc.
b) Contexto – A parte que antecede o texto e a parte que é precedida pelo texto. Ex.: Texto João 14.6, Contexto Gênesis 1.1 a João 14.5 e João 14.7 a Apocalipse 22.21.

Obs.: As vezes tomando-se o contexto próximo do texto, é o suficiente para uma interpretação correta. Outras vezes será necessário lançar mão do capítulo inteiro, ou do livro inteiro, ou ainda da Bíblia toda.·.

Não devemos nos esquecer de que a primeira pessoa a interpretar as Escrituras, de forma distorcida, foi o diabo. Ele deu à palavra divina um sentido que ela não tinha, falseando astutamente a verdade. (Gn 3.1).

Os seus imitadores, conscientes e inconscientes, têm perpetuado este procedimento enganando a humanidade com falsas interpretações das Escrituras Sagradas.
A maior de todas as regras é: A Escritura é explicada pela própria Escritura, ou seja, a Bíblia é a sua própria interprete. 

1. Primeira Regra – É preciso, o quanto seja possível, tomar as palavras em seu sentido usual e comum. Porém, tenha-se sempre presente a verdade de que o sentido usual e comum não equivale sempre ao sentido literal.

2. Segunda Regra – É de todo necessário tomar as palavras no sentido que indica o conjunto da frase.

Exemplos:
a) Fé em Gol 1.23 = significa crença, ou seja, doutrina do Evangelho.
FÉ em Rm 14.23 = significa convicção.
 b) Graça em Ef 2.8 = significa misericórdia, bondade de Deus.
Graça em At. 14.3 = significa pregação do Evangelho.
c) Carne em Ef. 2.3 = significa desejos sensuais.
Carne em I Tm 3.16 = significa forma humana.
Carne em Gn 6.12 = significa pessoas.

3. Terceira Regra – É necessário tomar as palavras no sentido indicado no contexto, a saber, os versículos que estão antes e os que estão depois do texto que se está estudando.

No contexto achamos expressões, versículos ou exemplos que nos esclarecem e definem o significado da palavra obscura no texto que estamos estudando.

4. Quarta Regra – É preciso levar em consideração o objetivo ou desígnio do livro ou passagem em que ocorrem as palavras ou expressões obscuras.

O objetivo ou desígnio de um livro ou passagem se adquire, sobretudo, lendo-o e estudando-lho com atenção e repetidas vezes, tendo em conta em que ocasião e a quais pessoas originalmente foi escrito. Alguns livros da Bíblia já trazem estas informações. Ex.: Provérbios 1.1-4. 

5. Quinta Regra – É necessário consultar as passagens paralelas, "explicando cousas espirituais pelas espirituais". (I Cor. 2.13).

Passagens paralelas são as que fazem referência uma à outra, que tem entre si alguma relação, ou tratam de um modo ou outro de um mesmo assunto.

Existe paralelos de palavras, paralelos de idéias e paralelos de ensinos gerais.

a) Paralelos de palavrasQuando lemos um texto e encontramos nele uma palavra duvidosa, recorremos a outro texto que contenha palavra idêntica e assim, entendemos o seu significado. Ex.: "Trago no corpo as marcas de Jesus." (Gl 6.17). Fica mais fácil o seu entendimento quando lemos a passagem paralela: "Trazendo sempre no corpo o morrer de Jesus (I Cor. 4.10).
b) Paralelos de Idéias – Para atingir a profundidade da idéia completa e exata que expõe determinado texto meio obscuro ou discutível, consulta-se não somente as palavras paralelas, mas, os ensinos, as narrativas e fatos contidos em outros textos ou passagens que se relacionem com este texto. Tais textos ou passagens chamam-se paralelos de idéias.
 Ex.: "Sobre esta pedra edificarei a minha igreja". (Mt 16.16) Quem é esta pedra? Se pegarmos em I Pd 2.4, a idéia paralela: "E, chegando-vos para ele, (Jesus) pedra viva..." entenderemos que a pedra é Cristo.

Outro exemplo: Em Gl 6.15, o que é de valor para Cristo é a nova criatura. Que significa esta expressão figurada? Consultando o paralelo de 2 Cor. 5.17, verificamos que a nova criatura é a pessoa que "esta em Cristo", para a qual "as cousas antigas passaram", e "se fizeram novas".
c) Paralelos de ensinos gerais
– Para a correta interpretação de determinadas passagens não são suficientes os paralelos de palavras e de idéias, é preciso recorrer ao teor geral, ou seja, aos ensinos gerais das Escrituras.
 Exemplos: - O ensino de que "o homem é justificado pela fé sem as obras da lei", só será bem compreendida, com a ajuda dos ensinos gerais na Bíblia toda.
Segundo o teor ou ensino geral das Escrituras, Deus é um Espírito Onipotente, puríssimo, santíssimo, conhecedor de todas as cousas e em todas as partes presente. Porém há textos que, aparentemente, nos apresentam um Deus como o ser humano, limitando-lho a tempo ou lugar, diminuindo em algum sentido sua pureza ou santidade, seu poder ou sabedoria; tais textos devem ser interpretados à luz dos ensinos gerais das Escrituras.

3. Figuras de retórica ou figuras retóricas, são também conhecidas por figuras de linguagem, são recursos linguísticos que ajudam a criar um significado figurativo e expressivo a mensagem transmitida.

Exporemos em seguida uma série de figuras com seus correspondentes exemplos, que precisam ser estudados detidamente e repetidas vezes.

1. Metáfora.

Esta figura tem por base alguma semelhança entre dois objetos ou fatos, caracterizando-se um com o que é próprio do outro.
Exemplo: Ao dizer Jesus: "Eu Sou a Videira Verdadeira", Jesus se caracterizou com o que é próprio e essencial da videira (pé de uva); e ao dizer aos discípulos: "Vós sois as varas", caracterizou-os com o que é próprio das varas.
Outros exemplos: "Eu Sou o Caminho", "Eu Sou o Pão Vivo", "Judá é Leãozinho", "Tu és minha Rocha", etc.

2. Sinédoque.

Faz-se uso desta figura quando se toma a parte pelo todo ou o todo pela parte, o plural pelo singular, o gênero pela espécie, ou vice-versa.
Exemplos: Toma a parte pelo todo: "Minha carne repousará segura", em vez de dizer: meu corpo. (Sl 16.9).
Toma o todo pela parte: "...beberdes o cálice", em lugar de dizer: do cálice, ou seja, parte do que há no cálice.

3. Metonímia.

Emprega-se esta figura quando se emprega a causa pelo efeito, ou o sinal ou símbolo pela realidade que indica o símbolo.
Exemplos: Jesus emprega a causa pelo efeito: "Eles têm Moisés e os profetas; ouçam-nos", em lugar de dizer que têm os escritos de Moisés e dos profetas. (Lc 16.29).
Jesus emprega o símbolo pela realidade que o mesmo indica: "Se eu não te lavar, não tem parte comigo." Lavar é o símbolo da regeneração.

4. Prosopopéia.

Esta figura é usada quando se personificam as cousas inanimadas, atribuindo-se-lhes os feitos e ações das pessoas.
Exemplos: "Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (I Cor 15.55) Paulo trata a morte como se fosse uma pessoa.
"Os montes e os outeiros romperão em cânticos diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas." (Is 55.12).
"Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram. Da terra brota a verdade, dos céus a justiça baixa o seu olhar." (Sl 85.10,11).

5. Ironia.

Faz-se uso desta figura quando se expressa o contrário do que se quer dizer, porém sempre de tal modo que se faz ressaltar o sentido verdadeiro.
Exemplo: "Clamai em altas vozes... e despertará." Elias dá a entender que chamar por Baal é completamente inútil. (1 Rs 18.27).

6. Hipérbole.

É a figura pela qual se representa uma cousa como muito maior ou menor do que em realidade é, para apresentá-la viva à imaginação. É um exagero.
Exemplos: "Vimos ali gigantes... e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos... as cidades são grandes e fortificadas até aos céus." (Num. 13.33)
"Nem no mundo inteiro caberiam os livros que seria, escritos". (Jo. 21.25)
"Rios de águas correm dos meus olhos, porque não guardam a tua lei". (Sl 119.136).

7. Alegoria.

É uma figura retórica que geralmente consta de várias metáforas unidas, representando cada uma delas realidades correspondentes.
Exemplo: "Eu Sou o Pão Vivo que desceu do céu, se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo, é a minha carne... Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna", etc. Esta alegoria tem sua interpretação nesta mesma passagem das Escrituras. (Jo 6.51-65).

8. Fábula.

É uma alegoria histórica, na qual um fato ou alguma circunstância se expõe em forma de narração mediante a personificação de cousas ou de animais.
Exemplo: "O cardo que está no Líbano, mandou dizer ao cedro que lá está: Dá tua filha por mulher a meu filho; mas os animais do campo, que estavam no Líbano, passaram e pisaram o cardo." (2 Rs 14.9) Com esta fábula Jeoás, rei de Israel, responde a proposta de guerra feita por Amazias, rei de Judá.

9. Enigma. 

É definição de algo por suas qualidades ou particularidades, mas difícil de entender.

Exemplo: "Do comedor saiu comida e do forte saiu doçura." (Jz 14.14).

10. Tipo.

Exemplos: A serpente de metal levantada no deserto foi mencionada por Jesus como um tipo para representar sua morte na cruz. (Jo 3.14).
Jonas no ventre do grande peixe, foi usado como tipo por Jesus para representar a sua morte e ressurreição. (Mt 12.40).
O primeiro Adão é um tipo para Cristo o último Adão. (I Cor 15.45).

11. Símbolo.

Representa alguma cousa ou algum fato por meio de outra cousa ou fato familiar que se considera a propósito para servir de semelhança ou representação.
Exemplos: Representa-se: A majestade pelo leão, a força pelo cavalo, a astúcia pela serpente, o corpo de Cristo pelo pão, o sangue de Cristo pelo cálice, etc.

12. Parábola.

Apresentada sob a forma de narração, relatando fatos naturais ou acontecimentos possíveis, sempre com o objetivo de ilustrar uma ou várias verdades importantes.
Exemplos: O Semeador (Mt 13.3-8); Ovelha perdida, dracma perdida e filho pródigo (Lc. 15), etc.

13. Símile.

Procede da palavra latina "similis" que significa semelhante ou parecido a outro. É uma analogia. Comparação de cousas semelhantes.
Exemplos: "Pois quanto o céu se alteia acima da terra, assim (do mesmo modo) é grande a sua misericórdia para com os que o temem". (Sl 103.11).
"Como o pai se compadece de seus filhos, assim (do mesmo modo) o Senhor se compadece dos que o temem". (Sl 103.13).

14. Interrogação.

Somente quando a pergunta encerra uma conclusão evidente é que é uma figura literária.
"Interrogação é uma figura pela qual o orador se dirige ao seu interlocutor, ou adversário, ou ao público, em tom de pergunta, sabendo de antemão que ninguém vai responder."
Exemplos: "Não fará justiça o Juiz de toda a terra?" (Gn 18.25).
"Não são todos eles espíritos ministradores enviados para serviço, a favor dos que hão de herdar a salvação?" (Hb 1.14).
"Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?" (Rm 8.33).
"Com um beijo trais o Filho do homem?" (Lc 22.48).

15. Apóstrofe.

O vocábulo indica que o orador se volve de seus ouvintes imediatos para dirigir-se a uma pessoa ou cousa ausente ou imaginária.
Exemplos: "Ah, Espada do Senhor, até quando deixarás de repousar?" (Jr 47.6)
"Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão!" (2 Sm 18.33).

16. Antítese.

"Inclusão, na mesma frase, de duas palavras, ou dois pensamentos, que fazem contraste um com o outro."
 Exemplos: "Vê que proponho hoje a vida e o bem, a morte e o mal." (Dt 30.15)
"Entrai pela porta estreita (larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz a perdição e são muitos os que entram por ela) porque estreita é a porta e apertado o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela." (Mt 7.13,14).

17. Provérbio.

Trata-se de um ditado comum. Exemplos: "Médico cura-te a ti mesmo" (Lc 4.23); "Nenhum profeta é bem recebido em sua própria terra." (Mt 6.4; Mt 13.57).

18. Paradoxo.

Denomina-se paradoxo a uma preposição ou declaração oposta à opinião comum.
Exemplos: "Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos". (Mt 8.22).
 "Coais o mosquito e engolis o camelo". (Mt 23.24).
 " Porque quando sou fraco, então é que sou forte". (2 Cor 12.10).

 

Conclusão. 

A exegese ou método exegético de estudo é uma ferramenta para não somente estudar os textos religiosos como qualquer. O método é o mesmo.  

A importância da exegese é que sem ela não possível fazer uma hermenêutica.

Porque?  

A exegese é estuda o texto no período em que ele foi escrito e aplica-se todo o resultado e conclusão no contexto histórico do autor. Ou seja, antes do texto, havia um pré-texto, ele pode ser um rascunho ou um pensamento que ainda está na mente do autor. Quando isto é formalizado, temos o texto. Este texto porém tem diversas características que nem sempre é percebida pelo leitor, porque são informações que somente o autor detém e que ele não explicitou no escrito.

Dai pela necessidade de descobrir essas peculariedades é que surgiu a ferramenta de estudo chamada de exegese.

Através deste método, é possível descobrir algo que não está escrito, mas, está relacionado com o vida do autor, ou seja, está no contexto histórico do autor.

Então começa se a pesquisar tudo, o texto, o autor e contexto do texto e do autor.

Terminada a pesquisa, temos elaborado a exegese do texto ou do livro.

A conclusão ou consideração final que vamos emitir deve ser atribuída ao tempo em que o texto foi escrito, tudo encerra se lá no contexto do autor.

Vou dar um exemplo resumido de uma exegese:

Contexto: 2 Crônicas 7

Perícope:

• 2 Cr • 7 • 13 • Se Eu fechar o céu para que não derrame a chuva, ou ainda se ordenar aos gafanhotos que devorem a terra, ou mesmo enviar a praga sobre a minha própria gente; 

 • 14 • e se esse meu povo, que se chama pelo meu Nome, se humilhar, orar e buscar a minha face, e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e seus erros e curarei a sua terra.

• 15 • De hoje em diante os meus olhos estarão observando e os meus ouvidos atentos às orações que serão realizadas neste lugar.…

Vamos primeiro identificar o autor do texto no texto. Não temos. Então precisar pesquisar o contexto histórico do autor.

Encontramos uma informação: Esdras. Dai vamos pesquisar tudo o que for possível sobre o autor e o seu contexto histórico para obtermos as primeiras informações sobre o texto;

Já temos uma: era o povo judeu, dai a pesquisar passa a focar este povo e tempo presente del quando o texto foi escrito. 

Vai ter a informação de que, a mensagem do texto foi recebida pelo autor, inspirada por Deus para exortar o povo naquele contexto histórico. Ótimo. 

No término da extensa pesquisa, vamos fazer uma conclusão se possível ou uma consideração final sobre o estudo e atribuir tudo para aquele período e encerrar lá no contexto histórico do texto ou do autor.

Com base no exemplo da perícope acima **concluiríamos a exegese da seguinte maneira e resumida: o povo judeu estava sofrendo sérios problemas cujas consequências adivinham de eles estarem desobedecendo o mandamentos de Deus. O povo poderia ainda ser socorrido; mas, teriam que fazer um concerto com Ele.

Esta seria uma conclusão bem resumida.

Agora vem a diferença: este estudo é uma exegese, portanto todas as comparações feitas no texto tem que ser relativas ao período em que ele foi escrito, e assim deve ser encerrada a exegese. Porque?

A exegese estuda apenas o presente do texto e do autor, tudo tem se que focado no contexto histórico, político, religioso, cultural, social e outros, mas, naquele presente. Então as conclusões tem que ser elaboradas conforme o presente em que o texto foi editado.

Qual é a finalidade da exegese? Investigar tudo o que está relacionado com o tempo em que o texto foi escrito e concluir no mesmo tempo.

Se fossemos elaborar um sermão, ele teria ser mais ou menos conforme a ** conclusão resumida acima. A pesquisa ou o estudo foi encerrado no contexto histórico do texto e do autor.

Depois deste método  surgiu a Hermenêutica

Esta nova ferramenta permite depois da exegese pronta, trazer todo significado dela e aplicar no contexto atual. Ou seja: depois de explorada a perícope toda no contexto histórico texto e do autor, nós trazemos ela para o nosso presente. 

Este é o segundo modelo de Sermão. Estudamos o texto no tempo dele, geralmente sempre no passado e aplicamos ele ao nosso contexto histórico, como se ele estive sido escrito no nosso presente para o povo do nosso contexto atual.

Dai a conclusão poderia ser outra ou poderíamos manter a mesma, mas, com alguma alterações para o tempo presente. Então seria assim resumidamente: [...] o nosso povo está sofrendo sérios problemas cujas consequências advém de estarmos desobedecendo o mandamentos de Deus. O povo poderá ainda ser socorrido; mas, terá que fazer um concerto com Ele.[...].

Esta seria a hermenêutica elaborada após a exegese do texto bíblico.

A outra forma também possível de elaborar o sermão: Basta conforme for a capacidade do preletor, e do estudo básico que ele fez antes, fazer a hermenêutica diretamente do texto, sem fazer uma breve exegese do texto.

Eu porém eu particularmente sempre adoto o primeiro método. Elaboro uma breve exegese, não como rege o modelo acadêmico por que temos que pesquisar extensa bibliografia tanto de Livros religiosos como de Livros históricos, que acaba numa tese ou um novo livro, mas, somente com base nos detalhes principais do texto bíblico e logo depois eu faço uma breve hermenêutica deste resumo exegético trazendo o teor da mensagem do tempo antigo [contexto histórico-literário do texto]  para o nosso contexto religioso presente. Esta a a hermenêutica da exegese.

Resulta num excelente sermão expositivo. Toda a explanação do texto do início ao fim é somente dentro dele, não usando outros textos de outros livros, mesmo que seja citações ou referências ao relativas texto do sermão.

Cabe ressaltar ainda que este artigo é uma introdução básica sobre exegese; não é o método em si de como se elaborar uma, são apenas definições básicas e algumas informações. Para ver uma exegese como ela é depois de elaborada veja os dois artigos publicados nesta pasta. 

 

Observação: 

O que temos estudado aqui é apenas subsídios para uma interpretação mais segura. De maneira nenhuma queremos com isto substituir o método mais antigo e eficaz que existe: A leitura humilde regada de oração, jejum, e na total dependência do maior interprete das Escrituras Sagradas – O Espírito Santo.

 

 

 

 

               Revisão Agosto-29-2016 

 

Em Cristo.

Shalon.

Por Cornelio A.Dias  

 

"Feito perfeito, é imperfeito; como criação, o meu eu; natureza humana! C. A. Dias.

  

 

 

Comentários

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Editoriais

As taças da ira de Deus  estão prestes a se derramarem sobre a terra! 

Quero fazer um breve relato sobre esta chamada em "Flash”, visto que não vejo a necessidade de escrever um artigo específico sobre o título, bem como também não vou citar referências bíblicas que corrobore com este assunto.

 

Os elementos ardendo  

em breve se fundirão!

Cuidado!

Um corpo terrestre, 

se chocará contra a terra e 

causará repentina destruição. 

 

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A falsa doutrina do pré-tribulacionismo  

Qual biblicamente é a mais viável para você? A Meso-tribulação [Arrebatamento no meio da tribulação] ou a Pós-tribulação? [Arrebatamento depois da tribulação] Em qual delas acontecerá o Arrebatamento da Igreja! Será antes da tribulação? Reflita! Leia Mais  imagem

 

 

  Reflexão do O Portal

         2013

O oitavo Rei foi eleito.

A besta que era e já não é, é também o  oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição Apocalipse cap. 17 - 11.

E o sangue de muitos inocentes ainda haverá de ser derramado.              

Guerreiros feridos são condecorados com Láureas de sangue.

Os soldados do Exército do Rei dos Reis, porém herdarão uma coroa de ouro, e a vida eterna.

A Nova Ordem Mundial está chegando e virá para cumprir o seu dever a rigor.

Quem quiser se livrar dela terá que aceitar a sua marca. 6 6 6 em troca da sua alma.

Revelação 13. 1 – Vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] 7. Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. “Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”

Yeshua.

 O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que  isto lhe custar a própria vida.

"Permaneça fiel até a morte, e Eu lhe darei a Vida como Coroa. Revelação 2.10.

Yeshua".

 

Leia o Artigo: O sétimo milênio e o fim da humanidade.

Oriente-se.

 

Por: Cornelio A.Dias

Março de 2013.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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  Ler um   é:

Armazenar Informações;

Desenvolver a Intelectualidade;

Ampliar os Horizontes;

Compreender o Mundo;

Comunicar-se com o Próximo;

Escrever Corretamente;

Relacionar-se melhor com o Outro!

 Ler uma  é:

Armazenar Ensinamentos;

Desenvolver o Conhecimento;

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Compreender a DOUTRINA;

Comunicar-se com JESUS

Escrever a VERDADE;

Relacionar-se melhor com DEUS. 

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Ore conosco ao som de belos louvores;

Chore aos pés feridos do Pai!

A tristeza logo passa, não demora.

Ele vos envolve e vos consola, 

Em seus braços, faz-vos descansar.

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