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 Ychzek'el [Ezequiel] 9.3-4

O PORTAL DA TEOLOGIA

A marca de Cristo. 

3. Então a Glória do Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura

4. Adonai lhe disse: "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".  

 Atenção: O Arrebatamento da Irmã Vilma - Assista aqui em [Vídeos e Nova Era] Cuidado com a sua Alma! 

 

Graça e Paz em Cristo → A todos os Leitores → Sejam bem vindos → No nome de Jesus!  Comentem os artigos → Iniciem discussões sobre os temas → O Moderador. 06.04.2014 

 
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Síntese - A Predestinação e o Livre Arbítrio
Síntese - A Predestinação e o Livre Arbítrio

"Síntese"

 

 A Predestinação

 

Paralelo entre os vieses teológicos: Calvinista e

 

Arminiano

As três maiores incógnitas que a mente humana cristã não consegue assimilar são: a origem do mal o livre arbítrio e a predestinação.

Isto se dá pelo fato de se fazer hermenêutica de textos Bíblicos revelativos somente com o olhar das lentes da teologia, não observando que certos escritos requerem uma analise espiritualizada quando se defronta com dogmas irrefutáveis.

Exemplo disto são as inquietações que vem se desenrolando pelos séculos no campo da teologia quando se trata de alguma verdade Bíblica que não pode ser alterada porque são desígnios de Deus, e, portanto tem que ser interpretado sem alterar as suas justas formas.

A predestinação nas pressuposições Calvinista e Arminiana é o assunto que vou analisar com base nos cincos principais pontos teológicos dos dois teólogos, ciente de que pelo meu viés teológico a minha concepção bíblico-teológica nunca será aceita pelos críticos da teologia, pelo fato de que os observadores têm as suas próprias linhas criticas de interpretação, fator que suscitará divergências seja lá por princípios religiosos ou teológicos, ou por mais se aproximar da verdade, esta, cuja não querem admitir; estas podem ser uma das dentre outras razões.

A origem do mal pode ser uma questão universal a se discutir, mas, o livre arbítrio e a predestinação não, porque são dogmas exclusivos do cristianismo com referências bíblicas; por isto, as outras confissões religiosas não coadunam com estes conceitos.

A Bíblia contém respostas para inúmeras perguntas, porém ocorre que também existe detalhes que não podem ser entendidas pela mente humana, a não ser pela inspiração divina do Espírito; portanto, não há biblicista algum que domine amplamente sobre todas as incógnitas da Bíblia porque ela contém mistérios e pensamentos exclusivos de Deus, e Ele mesmo diz que a sua palavra se renova a cada dia, e que também torna as coisas velhas em novas a cada dia; mesmo que ele [crítico teológico] tenha domínio sobre os idiomas originais nas quais ela [Bíblia] foi escrita.

A palavra de Deus ela tem um sentido literal e um espiritual, e a confusão começa por aqui; tentar enxergar com a lente literal aquilo que somente é possível através da visão espiritual, ao contrário sim é possível porque o espiritual domina sobre tudo, e a Bíblia é a palavra de Deus e não a palavra do homem ou uma produção da mente humana.

Podemos entender e criticar a linha de pensamento dos autores sobre de qualquer escrito ou tratado, mas, a linha de pensamento do autor da Bíblia ninguém conhece; somente aquilo que Ele quer a alguém revelar.

A soberba  e os orgulhos do homem impedem-lo, de admitir esta verdade, portanto, quando ele tenta explicar o que não foi produzido pelo conhecimento empírico, isto gera embates ferrenhos e intermináveis. Um dos mais conhecidos ocorreu na idade media entre dois grandes e ilustres teólogos protestantes, a saber, Armínio e Calvino.

As suas teologias são diferentes e divergentes, e destas duas linhas teológicas surgiram às denominações protestantes e inspiraram os teólogos contemporâneos após eles. Porém os novos teólogos não conseguiram explicar esta divergência, por isto optaram por um uma ou por outra linha de pensamento, e isto também ocorreu com as denominações que surgiram a partir das mesmas; por este motivo é comum existir uma denominação que segue uma linha teológica diferente da outra, e o embate continua por isto cada uma afirma ser mais correta que a outra; e a problemática deu se pelo fato de que nunca houve um consenso de que ambas poderiam ter algo em comum ou que elas se completam.   


 

Seria fé espiritual – genuína - admitir que as doutrinas bíblicas que permitem serem estudadas, que assim se fizessem pelo conhecimento empírico; porém aquelas com teor hermenêutico restrito, cujas, têm que se permanecer como elas foram escritas divinamente inspiradas pelo Espírito, apenas para serem reveladas pela fé, fossem interpretadas somente através do Espírito, e preservassem-nas indiscutíveis e inalteráveis como se faz com cláusulas pétreas; crida, praticada e vivida; mas, a fé espiritual sempre falha, e ai então ela é substituída pela fé humana [empírica]; e esta fé é a que predomina desde os primórdios da humanidade e assim será até o ultimo dia da Igreja na terra. 

A fé humana vai continuar falhar e insistir revelar os desígnios do Espírito, como disse Jesus na parábola do juiz iníquo ao dizer: Contudo quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? Lc. 18.8. Há fé no "mundo" em que vivemos, incluindo os autodenominados cristãos. 

 

 

Quantos cristãos são capazes de crerem através da fé humana que os predestinados [eleito-escolhidos] são aqueles que constituem o Corpo da Igreja de Cristo que será Arrebatada por Ele em breve?

Eu nem estou me referindo àqueles que o Senhor vem recolhendo todos os dias, porque estes são os eleitos, que se integrarão neste fatídico dia para a humanidade, na primeira ressurreição!

A “fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.” Hb. 11. 1; e quando esta base desmorona, a fé humana erige imponente como temos presenciado até os dias atuais.

É muito mais prático escolher uma opção do que avaliar as existentes, conflito assim existiu no pentecostalismo da Igreja de Jerusalém [primitiva], quando houve o embate sobre quem era de Paulo ou de Apolo; outro exemplo foi o primeiro Conselho da Igreja em Jerusalém. At. 15. 6 -12.

O pentecostalismo não tem este tipo de problema porque ele não tem influência da teologia que surgiu muitos séculos depois da existência da Igreja de Jerusalém [Primitiva], cuja, foi desenvolvida no berço do catolicismo; prova disto é que a teologia pentecostal é uma adaptação recente e surgiu no século XX e não bebe da fonte da teologia tradicional ou reformada; embora os reformistas [protestantismo] admitem serem os pais do pentecostalismo; isto não é verdade e todos sabem menos eles e a Igreja Romana, porque é Bíblico que a Igreja de Jerusalém [primitiva] é pentecostal de origem, porque nasceu no fenômeno do pentecoste em Atos 2, que foi a vinda do Espírito Santo sobre os discípulos e os primeiros convertidos cristãos; aos quais no futuro deram-lhes o nome de pentecostais; por terem recebidos este batismo espiritual, como ocorre até nos nossos dias.

Outra afirmação está em Mateus quando o próprio Cristo disse a Pedro:- "sobre esta pedra edificarei a minha igreja".

Ele edificou a sua Igreja sobre Si - Efésios cap. 2· 20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra da esquina - e a constituiu através de Pedro e dos demais discípulos após terem sido batizados [recebido] com o Espírito Santo, portanto, se os pais da Igreja a partir de então se tornaram pentecostais a Igreja Primitiva nasceu pentecostal.

É possível sim que tempos depois houve divisão na Igreja Primitiva e desta divisão pode ter nascido o catolicismo e, por conseguinte os seus afilhados protestantes, mas, o contrario é impossível; porque não se devem confundir os pais da Igreja Primitiva com os da Igreja Protestante, são duas linhas distintas em épocas e contextos diferentes, e esta não é a minha a conclusão; é uma afirmação e é Bíblica conforme os textos Bíblicos assim relatam.

A eterna dificuldade de compreender o significado e a aplicação da mensagem que os temas livre arbítrio e predestinação emitem é outra prova que justifica o parágrafo anterior; pelo fato de que nas denominações pentecostais isto não é nenhum problema, não há dificuldade alguma na sua compreensão, embora um ou outro líder possa dar uma explicação com termos diferentes; a lógica não foge muito da regra.

O que ocorre no meio protestante é uma agitação devido uma antiga problemática existente, entre aqueles que defende o livre arbítrio, mas, que não tem argumentos sólidos para convencer os contrários; e o mesmo se dá quando se tenta explicar a predestinação, sem base para justificar a sua aplicação.

A primeira linha defende que a predestinação não pode existir porque ela nega a bondade de Deus e invalida a morte de Cristo. Deus não poderia escolher alguns para a salvação e destinar o restante para a perdição sem chance alguma de se salvar, porque se isto fosse verdade; Ele não teria enviado Cristo para morrer para que todos fossem salvos; e a isto chama de graça salvadora; com base no texto de Paulo de que pela graça sois salvos.

A segunda linha entende que a predestinação existe e apenas os eleitos serão salvos, porque Cristo morreu somente para eles reservando os demais a perdição eterna.

Por que esta confusão ocorre? Por que nunca deve isolar textos da Bíblia para fundamentar meias verdades. Isto ocorre com as duas linhas, os que acreditam apresentam versículos que comprova a sua tese e os que não acreditam também apresentam trechos Bíblicos que justificam as suas teorias; e aí faço eu outra pergunta: são interpretações literais ou espirituais destes textos?

E quando não há uma certeza, a quem recorrer? Ao teólogo? E quando a divergência é entre os teólogos? Quem é a autoridade sobre a Bíblia? Com certeza não é o teólogo e sim o Espírito Santo, e quando Ele não é consultado o problema arrasta se por séculos sem resposta. Esta é a verdade. Por que o Espírito Santo orienta uns e outros não? É porque ou se acredita pela fé ou pela letra. A fé justifica e supera a letra, mas, o contrario não ocorre, por isto nasce os grandes impasses, e a soberba e a vaidade humana não declina para que a humildade estabeleça as bases para a verdade se estabelecer.

A Bíblia se explica por si só, e quando se busca resposta para ela somente através da teologia ou outras fontes; o fracasso é iminente.  Há, porém questões sim, que se é possível aplicar fundamentos teológicos, arqueológicos, antropológicos e até filosóficos no estudo Bíblico, mas, outros não, e quando se faz sem esta observância, o resultado é catastrófico.

Analisemos as ponderações dos dois grandes mestres da teologia e vejamos os contrastes, e porque surgiram:

Calvino x Armínio: ou Calvinismo x Arminianismo:

Calvino: 

O termo Calvinismo é dado ao sistema teológico da Reforma protestante, exposto e defendido por João Calvino (1509-1564).

O seu sistema teológico de interpretação bíblica pode ser resumido em cinco pontos, conhecidos como "os 5 pontos do Calvinismo”:

1 - Depravação total - Todos os homens nascem totalmente depravados, incapazes de se salvar ou de escolher o bem em questões espirituais;

2 - Eleição incondicional - Deus escolheu dentre todos os seres humanos decaídos um grande número de pecadores por graça pura, sem levar em conta qualquer mérito, obra ou fé prevista neles;

3 - Expiação limitada - Jesus Cristo morreu na cruz para pagar o preço do resgate somente dos eleitos;

4 - Graça Irresistível - A Graça de Deus é irresistível para os eleitos, isto é, o Espírito Santo acaba convencendo e infundindo a fé salvadora neles;

5 - Perseverança dos Santos - Todos os eleitos vão perseverar na fé até o fim e chegar ao céu. Nenhum perderá a salvação.

Armínio

O Arminianismo é o sistema de teologia formulado por Jacobus Arminius (1560-1609), teólogo da Igreja holandesa, que resolveu refutar o sistema teológico de Calvino.

Armínio apresentou seu sistema em 5 pontos: 

1 - Capacidade humana, livre arbítrio - Todos os homens embora sejam pecadores, ainda são livres para aceitar ou recusar a salvação que Deus oferece;

2 - Eleição condicional - Deus elegeu os homens que ele previu que teriam fé em Cristo;

3 - Expiação ilimitada - Cristo morreu por todos os homens e não somente pelos eleitos;

4 - Graça resistível - Os homens podem resistir à Graça de Deus para não serem salvos;

O sistema teológico de Armínio foi derrotado no Sínodo de Dort em 1619, na Holanda, por ser considerado antibíblico.

Mas, por incrível que possa parecer hoje o Arminianismo é o sistema teológico adotado pela maior parte das igrejas evangélicas. Até algumas seitas e o Catolicismo Romano também rejeitam o Calvinismo.

Abaixo, para melhor compreensão, veja a tabela comparativa entre os dois sistemas teológicos:  

  

 

ARMINIANISMO  = [1.A]  VERSUS CALVINISMO = [1.C]

 Categoria

[1 A.] Livre Arbítrio ou Capacidade Humana

[1 C.] Incapacidade Total 

ou Depravação Total 

 

 

 

 

Depravação Total

 

 

 

 

Embora a queda de Adão tenha afetado seriamente a natureza humana, as pessoas não ficaram num estado de total incapacidade espiritual.

Todo pecador pode arrepender-se e crer, por livre-arbítrio, cujo uso determinará seu destino eterno.

O pecador precisa da ajuda do Espírito, e só é regenerado depois de crer, porque o exercício da fé é a participação humana no novo nascimento.

Is. 55: 7; Mt. 25. 41 - 46; Mc. 47 -  48; Rm. 14. 10 - 12;  2 Co. 5: 10.      

O homem natural não pode sequer apreciar as coisas de Deus.

Menos ainda salvar-se. Ele é cego, surdo, mudo, impotente, leproso espiritual, morto em seu pecado, insensível à graça comum.

Se Deus não tomar a iniciativa, infundindo-lhe a fé salvadora, e fazendo-o ressuscitar espiritual-mente, o homem natural continuará morto eternamente.

Sl. 51: 5; Jr. 13: 23; Rm. 3: 10 - 12; 7: 18; 1 Co. 2: 14; Ef. 1: 3 - 12; Cl. 2: 11 - 13.

 

 Enunciado 1 A.

Correto, a capacidade espiritual  é inata. O pecador só se arrepende pela fé que é dada por Deus, não tem nada haver com o livre arbítrio que é outro fator.

O livre arbítrio tem esta finalidade. Primeiro o pecador precisa receber de Deus a fé para crer, depois o Espírito Santo o regenera, a obediência é que é a participação humana no novo nascimento. 

 

 Enunciado 1 C. 

 

 

Correta a afirmação.  Tudo depende da fé e ela é dada por Deus e sem ela o homem natural perece. Mas, uma vez lhe dada, se ele apenas for chamado e não eleito, ele pode optar por aceitar ou não e aceitando e abandonando á no final, antes, de morrer ele perde a salvação, porque esta é assegurada para os eleitos, cujo livre arbítrio é nulo.

Aquele que Deus escolheu a morte não tem poder sobre ele, para este o livre arbítrio não tem efeito; pois é uma condição exclusiva dos predestinados, os “chamados”; estes sim podem recusar a graça.

Os dois mandamentos são aplicados da seguinte forma: Para os chamados: o livre arbítrio. Para os eleitos: a predestinação.

Ambos nunca se aplicam quer seja somente para os chamados bem como para os eleitos. 

  Eleição 

 2 A. Eleição Condicional

 2 C. Eleição Incondicional

 

 

 

 

 

 

 

Deus escolheu as pessoas para a salvação, antes da fundação do mundo, baseado em Sua presciência.

Ele previu quem aceitaria livremente a salvação e predestinou os salvos.

A salvação ocorre quando o pecador escolhe a Cristo; não é Deus quem escolhe o pecador.

O pecador deve exercer sua própria fé, para crer em Cristo e ser salvo.

Os que se perdem, perdem-se por livre escolha: não quiseram crer em Cristo, rejeitaram a graça auxiliadora de Deus. 

Dt. 30.19; Jo. 5. 40; 8. 24; Ef. 1. 5 - 6, 12; 2. 10; Tg. 1. 14; 1 Pe. 1. 2; Ap. 3. 20;  22. 17. 

Reprovados a Sua justiça. Deus não tem a obrigação de salvar ninguém, nem homens nem anjos decaídos.

Resolveu soberanamente salvar alguns homens (reprovando todos os demais) e torná-los filhos adotivos quando eram filhos das trevas.

Teve misericórdia de algumas criaturas, e deixou as demais (inclusive os demônios) entregues às suas próprias paixões pecaminosas. A salvação é efetuada totalmente por Deus.

A fé, como a salvação, é dom de Deus ao homem, não do homem a Deus.

Ml. 12. 3; Jo. 6. 65; 13. 18; 15. 6; 17. 9; At. 13. 48; Rm. 8. 29 - 33; 9. 16; 11. 5. 7; Ef. 1.4 - 5; 2. 8 -10; 2 Ts. 2. 13; 1 Pe. 2. 8 - 9; Jd. 1.  4.

 

  Enunciado 2 A. 

Deus escolheu sim as pessoas antes da fundação do mundo. Deus simplesmente escolheu o seu eleitos, livre arbítrio e predestinação nunca se aplicam a uma mesma pessoa; ou ela é autônoma ou predestinada. A salvação não é restrita, o chamado pode consegui la, Deus não rejeita o pecador arrependido, mas, ele deve persistir até o fim, contrário do eleito, que se ele insistir por não aceitar Deus o prepara e recolhe. Normalmente o eleito sabe que é porque Deus lhe revela. O pecador escolhe a Cristo sim, esta opção é para os chamados assim como Deus também escolhe o pecador (eleitos).

A salvação ocorre nas duas formas, quando o chamado a aceita e quando chega o momento do eleito voltar para Deus; mas, só o apenas chamado pode optar por escolher ou não Cristo, o mesmo ocorre com a fé.

Os que se perdem, perdem-se por livre escolha: não quiseram crer em Cristo, este fato é previsto apenas para os chamados, a livre escolha e o livre arbítrio tem o mesmo efeito.

  Enunciado 2 C. 

 

 

Deus elegeu alguns, mas não reprovou o outro, tanto o chamado como o predestinado são alvos da salvação porque Cristo morreu por todos, porém as circunstâncias como se aplica o plano salvífico são diferentes conforme se aplica os dois mandamentos.

Deus manifesta a Sua misericórdia para todos; mas, não se obriga a salvar os apenas chamados. 

Os anjos decaídos sem se enquadram em nenhum dos dois mandamentos, estes são exclusivos apenas a criatura formada a sua imagem e semelhança, que não é o caso dos anjos.

Anjos, homens e demônios são seres distintos, a misericórdia destina se apenas a criatura (homem) aos Anjos e demônios apenas julgamento.

A salvação é efetuada por Deus respeitando os dois mandamentos que Ele propôs e a fé é bipolar, Deus a dá ao homem para ele praticar a obediência. 

 

   Expiações  

3 A.  Redenção Universal

ou Expiação Geral

3 C. Redenção Particular ou Expiação Limitada

 

 

 

 

 

 

 

sacrifício de Cristo torna possível a toda e qualquer pessoa salvar-se pela fé, mas não assegura a salvação de ninguém. Só os que crêem nEle, e todos os que crêem, serão salvos.

Jo. 3. 16; 12. 32; 17. 21; 1 Jo. 2. 2; 1 Co. 15. 22; 1 Tm 2. 3 - 4; Hb. 2. 9; 2 Pe. 3. 9; 1 Jo. 2. 2. 

Segundo Agostinho, a graça de Deus é "suficiente para todos, eficiente para os eleitos". Cristo foi sacrificado para redimir Seu povo, não para tentar redimi-lo. Ele abriu a porta da salvação para todos, porém, só os eleitos querem entrar, e efetivamente entram.

Jo. 17. 6, 9, 10;  At. 20. 28; Ef. 5. 15; Tt. 3. 5

 

   Enunciado 3 A. 

O sacrifício de Cristo torna possível a salvação de todos os chamados que perseverarem na fé em obediência e santidade até o fim, porque Ele morreu para que a culpa pelo pecado inicial fosse tirado de sobre o jugo do homem, ora livre deste jugo, os dois mandamentos prevalecem; e neste caso o livre arbítrio é o fator diferencial para os “chamados” e a predestinação para os "eleitos”.

“A salvação para o eleito é assegurada e para o chamado depende muito da sua persistência”.

Por isto é que a afirmação Só os que crêem nEle, e todos os que crêem, serão salvos”, não tem procedência Bíblica; muitos chamados irão crer, serão  batizados, mas, nem todos persistirão até o fim, estes sim se perderão. Isto ocorre entre os apenas chamados, não inclui os escolhidos.

Não cabe ao homem julgar os desígnios de Deus, se Ele decidiu assim, assim haverá de ser; dizer ou achar que Deus está sendo injusto por ter chamado a todos e somente escolhido poucos dentre estes, não é da nossa alçada, Ele está sendo justo permitindo aos que foram somente chamados alcançar a salvação através do perdão dos pecados pela morte de Cristo, mas, com o desempenho próprio pela livre escolha por não terem sido incluídos entre os predestinados.

   Enunciado 3 C.

 

 

Conclusão improcedente. A graça de Deus é eficiente para todos, mas, suficiente somente para os predestinados.

Cristo morreu para libertar a humanidade que havia sido condenada a morte por Deus pela desobediência do primeiro homem; mais Deus escolheu alguns para herdar a salvação, enquanto que a outros não.

Ora livres, os desígnios de Deus serão realizados independente da nossa opinião ou vontade.

Cabe nos adequar aos mandamentos Bíblicos é não a Bíblia a nossa realidade.

Se Deus atender as vontades dos homens, todos serão salvos, não haveria livre arbítrio, mas, apenas a predestinação, desta forma também não haveria julgamento e nem perdição e o inferno seria o destino apenas para os anjos decaídos.  

 

 

4 A. Pode-se  efetivamente resistir ao Espírito Santo

4 C. Vocação eficaz do Espírito
ou Graça Irresistível

 Graça Irresistível

 

 

 

 

 

 

Deus faz tudo o que pode para salvar os pecadores.

Estes, porém, sendo livres, podem resistir aos apelos da graça.

Se o pecador não reagir positivamente, o Espírito não pode conceder vida.

Portanto, a graça de Deus não é infalível nem irresistível.

O homem pode frustrar a vontade de Deus para sua salvação.

Lc. 18. 23; 19. 41 - 42; Ef. 4. 30; 1 Ts. 5. 19

 

Embora os homens possam resistir à graça de Deus, ela é, todavia, infalível: acaba convencendo o pecador de seu estado depravado, convertendo-o, dando-lhe nova vida, e santificando-o. O Espírito Santo realiza isto sem coação. É como um rapaz apaixonado que ganha o amor de sua eleita e ela acaba casando-se com ele, livremente. Deus age e o crente reage, livremente. Quem se perde tem consciência de que está livremente rejeitando a salvação. Alguns escarnecem de Deus, outros se enfurecem, outros adiam a decisão, outros demonstram total indiferença para as coisas sagradas. Todos, porém, agem livremente.

Jr. 3. 3; 5. 24; 24. 7; Ez. 11. 19 - 20; 36. 26 - 27; 1 Co. 4. 7;  2. Co. 5. 17;  Ef. 1. 19 

   Enunciado 4 A.

Deus fez tudo o que pode, enviou o seu Filho como sacrifício vivo para remir a humanidade.

A sua sentença de morte Ele não retirou porque a sua palavra não volta atrás.Deus fez tudo o que pode, enviou o seu Filho como sacrifício vivo para remir a humanidade. 

O que dantes estava condenado e isto inclui os predestinados, agora por intermédio de Cristo voltou à condição do seu desígnio primeiro, quanto aos chamado também na sua condição.

Fez com que todos os que  estavam sentenciados a morte voltassem a alcançar a sua graça; porem não revogou os seus dois principais desígnios, o livre arbítrio e a predestinação.

Os que podem resistir à graça ainda são os chamados e que não porque são os seus eleitos. 

O Espírito Santo não dá a vida, Ele regenera o homem para alcançá-la em Cristo que também é o caminho para se chegar ao Pai.

Os chamados podem resistir a vontade do Espírito Santo porem os predestinados não.

A Bíblia ainda aconselha o homem a não resistir ao Espírito de Deus. 

A graça de Deus é infalível, mas não resistível porque se fosse não anularia o livre arbítrio e o homem não pode frustrar a vontade de Deus porque se o pudesse também não teria efeito à predestinação.  

   Enunciado 4 C

 

 

Conclusão correta, esta é a garantia da salvação dos chamados; Deus não os rejeita, a menos que ele não o aceita; Deus não lhe força a decidir por Ele ou pela sua perdição.

Por isto Ele estabeleceu dois caminhos, o da salvação e o da perdição.O Espírito Santo não o coage respeita livre escolha.

Quem se perde o faz por livre escolha dentro do livre arbítrio o que não ocorre entre os predestinados.

Todos agem livremente, escarnecendo, enfurecendo se, adiando o chamado, e até rejeitando por definitivo, porem os que são predestinados quase não reage por amor, Deus lhes movem pela dor, e se ainda houve resistência Ele lhos purifica a alma mesmo que no leito de morte, mas lho salva, nunca se perde.

Porque não faz o mesmo com os apenas chamados? Somente e Ele cabe esta decisão. Isto não o faz ser mal, mais sim soberano sobre todos do e por tudo.Quem discorda da verdade deste enunciado, naturalmente o faz, por intolerância aos mandamentos Bíblicos, por não ter certeza da própria salvação a fim de justificar a sua convicção ou por falta de visão espiritual que somente é concedida pelo Espírito Santo, que não se engana. 

   Perseverança dos Santos

5. Decair da Graça

5. Perseverança

dos Santos

 

 

 

 

 

 

 

Embora o pecador tenha exercido fé, crido em Cristo e nascido de novo para crescer na santificação, ele poderá cair da graça.

Só quem perseverar até o fim é que será salvo.

Lc. 21. 36; Gl. 5. 4; Hb. 6. 6; 10. 26 - 27;  2 Pe. 2. 20 - 22

 

Alguns preferem dizer "perseverança do Salvador". Nada há no homem que o habilite a perseverar na obediência e fidelidade ao Senhor.

O Espírito é quem persevera pacientemente, exercendo misericórdia e disciplina, na condução do crente.

Quando ímpio, estava morto em pecado, e ressuscitou: Cristo lhe aplicou Seu sangue remidor, e a graça salvífica de Deus infundiu-lhe fé em para crer em Cristo e obedecer a Deus.

Se todo o processo de salvação é obra de Deus, o homem não pode perdê-la!Segundo a Bíblia, é impossível que o crente regenerado venha a perder sua salvação.

Poderá até pecar e morrer fisicamente. 1 Co. 5: 1 - 5. 

Os apóstatas nunca nasceram de novo, jamais se converteram.

Is. 54. 10; Jo. 6. 51; Rm. 5. 8 - 10; 8. 28 - 32, 34 - 39; 11. 29; Fp. 1. 6;  2 Ts. 3. 3; Hb. 7. 25

   Enunciado 5 A.

 

Esta afirmação está correta. Este regulamento é exclusivo para quem for apenas chamado para a salvação. Quanto ao fato de preservar até o fim, significa que todos os que não foram predestinados, terão que após ter exercido a fé, crido em Cristo e nascido de novo ele precisa permanecer numa vida secular e espiritual de santificação, porque se uma vez ele voltar às antigas práticas da vida pregressa do pecado, mesmo exercendo a sua religiosidade, se partir desta vida [morrer] sem tem tido tempo hábil para arrepender-se destes últimos pecados, este perderá a sua salvação da alma.

   Enunciado 5 C.

 

 

 

Esta linha teológica biblicamente é improcedente e ambígua por agregar conceitos bíblicos contraditórios. É correto que o homem não foi criado com a habilidade de ser obediente, isto é uma virtude dos seres angelicais.

Quanto ao fato de que se todo o processo de salvação é obra de Deus, e o homem não pode perdê-la é contraditório e nulo, porque o plano de salvação estabelecido pelo próprio Deus foi distinguir os homens em “chamados” e “escolhidos”, ou seja, uns são apenas chamados enquanto outros são escolhidos!

Os chamados podem rejeita lha, os escolhidos não. Este é o plano de salvação. A salvação é oferecida para todos, sendo que os chamados são aqueles que têm a opção e o direito de escolher aceitar ou não o plano da salvação.

Todos terão a oportunidade de receber a graça da salvação pelo sacrifício de Cristo, mas, diferente dos chamados que detém o direito do livre-arbítrio, os predestinados são escolhidos por Deus para serem salvos, independente da sua participação, aceitação ou não neste processo.

Enquanto editava este artigo ouvia um programa evangélico no radio onde duas cristãs pentecostais ministravam um estudo bíblico sobre este tema, onde ambas afirmaram categoricamente que a doutrina da predestinação não é bíblica.

Uma delas citou os seguintes textos bíblicos Mateus 24. 13 e Apocalipse 1. 10, para confirmar a teoria bíblica delas de que não existe a predestinação, e que se for assim conforme elas interpretam a Bíblia, também não pode haver escolhidos, ou seja, se todos terão que perseverar até o fim, caso contrário podem perder a salvação, significa que todos são chamados, e se não um escolhido sequer, então o livre arbítrio vigora para todos!

Se assim for, a Igreja de Cristo não existe, porque ela é formada pelos predestinados a salvação, e o Arrebatamento, teve o seu tempo abreviado por Deus justamente para que os eleitos não corram o risco de serem enganados pelo Falso Profeta.

 

Os que provaram e dormem no Senhor, serão recompensados sendo os primeiros a encontrar com Cristo nas alturas, e depois os que estiverem vivos, terão seus corpos glorificados e subirão após os ressurretos.

Vamos meditar nos versos a seguir  

Jeremias 1 4 A Palavra de Yahweh chegou a mim com a seguinte convocação:

5 “Antes mesmo de te formar no ventre materno, Eu te escolhi; antes que viesses ao mundo, Eu te separei e te designei para a missão de profeta para as nações!” 

Leia mais:15

 Lucas 1:76
Tu, menino, [João Batista] serás chamado profeta do Altíssimo, pois marcharás à frente do Senhor, para lhe preparar o caminho.

 É uma conjetura? “A Palavra de Yahweh"; é Teologia?

  Todo o Antigo Testamento profetiza desde o nascimento à morte de Jesus. Ele foi predestinado para isto e ainda é para vir governar o mundo. Se Ele não veio ainda, mas, virá; e se isto não é predestinação divina, o que mais será?

  Teologia minha, de Calvino ou de Armínio?

  Veja que até ponto nos nossos dias atuais ainda existe o conflito causado pela ignorância bíblico-teológico sobre a predestinação e o livre arbítrio que distingue os chamados dos escolhidos.

  Biblicamente esta doutrina é inconcebível? Tire a sua própria conclusão sobre este enunciado 5.C!

 Sínodo  de Dort

Rejeitado pelo Sínodo de Dort 

Reafirmado pelo Sínodo de Dort

 

 

 

 

 

 

 

Este foi o sistema de pensamento contido na "Remonstrância" embora originalmente os cinco pontos não estivessem dispostos nessa ordem.

Esse sistema foi apresentado pelo arminianos à Igreja na Holanda em 1610, mas foi rejeitado pelo Sínodo de Dort em 1619 sob a justificativa de que era antibíblico.

Este sistema de teologia foi reafirmado pelo Sínodo de Dort em 1619 como sendo a doutrina da salvação contida nas Escrituras Sagradas.

Naquela ocasião, o sistema foi formulado em "cinco pontos" (em resposta aos cinco pontos apresentados pelos arminianos) e desde então tem sido conhecido como "os cinco pontos do calvinismo

Primeiro enunciado:

Deus oferece salvação indistintamente a todas as pessoas. Duas passagens bíblicas são fundamentais neste sentido. A primeira é de Tito 2. 11 - 14, que começa assim: "Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens...". Com esta passagem, corrobora 1 Timóteo 2. 3 - 6, que diz que Deus deseja que todos os homens sejam salvos.

O raciocínio para analisar este enunciado é o seguinte: Quantas pessoas Deus quer salvar?

A quantas pessoas Deus trouxe salvação?

A resposta é que Deus trouxe salvação a todos os homens. Se for a todos, não pode ser a um grupo de privilegiados.

Segundo enunciado:

A salvação oferecida pela fé, indica livre escolha. Vamos recorrer a três textos bíblicos fundamentais para esta idéia.

O primeiro está em João 3.16 -18, que todos aqueles que estão familiarizados com a Bíblia, conhecem. Ele diz que a Salvação é dada a todo aquele que crê. O que não crê, escolhe a condenação.

Na primeira epístola a Timóteo, 1.15, encontramos a declaração de que Cristo veio salvar os pecadores. Ora, se em Rom. 3. 23, a Bíblia diz que todos pecaram, logo a salvação é para todos os que se julgarem pecadores, como Paulo o faz, dizendo ele ser o principal deles.

A célebre passagem de Efésios 2. 7 - 9 reafirma esta fundamentação, dizendo que somos salvos pela graça, mediante a fé.

O raciocínio lógico aqui é: Quantos não perecerão? Resposta: todos aqueles que crerem. Quantos pecadores Cristo veio salvar? Todos aqueles que se julgarem como tais, como Paulo.

E, finalmente: a salvação pela graça, mediante a fé, pode indicar escolha arbitrária de Deus, pois em João 3.16 se declara que Ele amou o mundo.

A graça que atinge o mundo todo poderia deixar alguém sem oportunidade? Parece que não.

Terceiro enunciado:

O perdão de pecados oferecido ao mundo em geral elimina uma seleção. Comecemos pela primeira epístola de João, o apóstolo do amor, capítulo 2, versos 1 e 2. Aqui ele trata do pecado do crente, num primeiro estágio e do pecado do mundo em geral, num segundo estágio.

E ele afirma, inspirado pelo Espírito Santo, que Jesus Cristo é a propiciação pelos pecados de todo o mundo.

Em Romanos 3. 21 - 26, onde Paulo vai dizer que "todos pecaram", ele começa, no entanto, dizendo (v. 22) que a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo é para todos os que crêem, porque não há distinção, pois todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus.

Ora, o raciocínio do escritor inspirado pelo Espírito Santo é que, se todos pecaram e se todos estão destituídos da glória de Deus, todos precisam de oportunidade de salvação, que é a justiça de Deus pela fé em Jesus cristo: Rom. 3. 21 - 23.

Outra vez, formulamos nosso raciocínio: segundo o texto da carta de João, quantos podem ter seus pecados perdoados?

Reposta: todo o mundo. E de acordo com o 2º texto, em que todos pecaram, quantos podem ser justificados gratuitamente? Será que há limitação?

Quarto enunciado:

Segundo a Bíblia, os homens serão julgados pelas suas obras. Comecemos com João 5. 28 - 29. Aqui o apóstolo do amor cita Jesus, que diz que vem à hora em que os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que tiverem feito o bem sairão para a ressurreição da vida eterna e os que tiveram praticado o mal, para a ressurreição do juízo e a condenação eterna.

Em Mateus 16. 27, Jesus diz que o filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos e então retribuirá a cada um segundo as suas obras.

Já em Atos 10. 34 - 35 temos uma interessante declaração do apóstolo Pedro, falando cheio do Espírito Santo, em que assim se expressa: "[...] na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas; mas que lhe é aceitável aquele que, em qualquer nação, o teme e pratica o que é justo".

Com a mesma idéia corrobora a epístola de Paulo aos Romanos, capítulo 2, versos de 6 a 11, em que o apóstolo começa dizendo que Deus retribuirá a cada um segundo as suas obras.

O raciocínio aqui é: se é pelo que fizeram de bom e o que fizeram de mau, então não é por uma seleção soberana de Deus.

E é interessante notar que "obra" nos textos indicados pode perfeitamente significar "crer e viver segundo os frutos do Espírito": João 3. 16 - 21; Salmo 5. 16.

Quinto enunciado:

Deus não faz acepção de pessoas. O extraordinário encontro de Pedro com a família de Cornélio, registrado em Atos 10, já nos mostra, no verso 35, que Deus não faz acepção de pessoas. 

Em Efésios 6. 9, falando do relacionamento entre servos e senhores, repete o mesmo princípio. E em Romanos 2. 11, falando de judeus e gregos, Paulo, outra vez evoca o mesmo princípio.

Ora, o raciocínio aqui é muito simples: Se Deus não faz acepção de pessoas, porque escolheria uns para salvação e outros para a perdição?

Os predestinistas explicam que este é um ato da soberania de Deus e que não podemos questionar. Sim, o fato não deveria ser questionado, se não houvesse tais princípios tão claros. E sabemos que a Bíblia não pode se contradizer, muito menos Deus.

Sexto enunciado: 

Deus é absolutamente justo. "Não fará justiça o juiz de toda a terra?" Gn. 18. (25b). É assim que Abraão argumenta com Deus, no caso de Sodoma e Gomorra. E Deus respondeu que faria justiça.

Ser justo é dar a cada um o que lhe é devido. Na verdade, uma vez que o ser humano era livre e caiu por iniciativa própria, Deus não lhe devia nada. Mas a Bíblia diz que Deus amou o mundo. E por isso lhe deu o Seu filho unigênito e amado. Assim, porque todos pecaram, o ideal de justiça de Deus exige que Ele ofereça salvação a todos as pessoas.

E é isto mesmo que está na argumentação do apóstolo Paulo, em Romanos 3. 21 - 17, passagens que já examinamos anteriormente neste trabalho.

O raciocínio aqui não pode ser outro: Se todos pecaram e se Cristo morreu para salvar o pecador, como pode a justiça de Deus escolher uns, e outros não? Aí não haverá justiça.

Sétimo enunciado:

A predestinação está condicionada à presciência de Deus. As dificuldades em entender a predestinação podem ser sanadas com a argumentação da presciência de Deus. E há algumas passagens bíblicas muito claras sobre o assunto.

Inicialmente, há duas passagens de muito valor. São elas: 1 Pedro 2. 9 -10.  2 Pe. 1. 10 -12Elas falam de eleição, que é a mesma coisa. Mas as passagens mais fortes são: Rom. 8. 29; Ef. 1. 4 - 13; 1 Pe. 1. 1 - 2.

A passagem de Romanos mostra claramente que a eleição ou predestinação é feita na base de um conhecimento prévio: "os que dantes conheceu". Isto quer dizer: presciência de Deus. Esta passagem serve para ajudar a interpretar o capítulo seguinte, o 9 de Romanos, que parece favorecer a predestinação. Aliás, não se deve perder de vista o fato de que Paulo ali está falando dos judeus.

A propósito de Rom. 8. 29, o Dr. Russel Norman Champlin, em seu comentário: "O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo", obra muito usada pelos pregadores brasileiros, exagera, data vênia, em dizer que o "conhecimento prévio" aqui significa: "conhecimento amoroso ou preocupação familiaridade com os entes amados, isto é, aqueles que seriam amados por Deus" (Vol. 3,p. 72b). De fato, o termo grego aqui é bem forte, mas não nos dá elementos para tanto.

Quando comenta 1 Pe. 1. 2, que fala claramente de presciência, o autor acima citado usa a mesma idéia exagerada. Não duvidamos que está idéia também esteja implícita nos textos em exame, mas não podemos fugir à realidade de que, quem conhece uma pessoa, sabe mais sobre ela, além de simplesmente amá-la.

É muito razoável entendermos que Deus nos conheceu, ficou sabendo que haveríamos de crer em Cristo para a salvação, e na base de tudo isso, Ele nos amou e nos preordenou ou predestinou.

Portanto, esta passagem de 1 Pe. 1. 2, é muito esclarecedora. Afinal, presciência é presciência.

Diante, portanto, de alguns textos difíceis, como Rom. 9, temos que deixar o ensino geral das Escrituras prevalecer.

E o que prevalece é que Deus tem, sim, um povo escolhido, mas que foi marcado pelo poder que Ele, Deus, tem de ver quem vai crer e quem vai rejeitar. A esses, Deus marca e denomina escolhidos Seus.

Daí são eleitos desde a fundação do mundo porque vão crer, e, como Paulo diz em 2 Tm. 2. 19, "Deus conhece os que são seus".

Um exemplo que pode nos ajudar. Hoje, com a ficção científica, apareceram alguns filmes sobre viajantes do tempo. Um deles põe uma dupla de rapazes inteligentes, que vivem no fim do século vinte, viajando pelo tempo. Em certo episódio, a dupla é jogada no ano de 1945. Como eles estudaram história e sabem o que aconteceu na segunda guerra mundial, poderão adiantar aos que estão vivendo naquele tempo, tudo quanto lhes vai acontecer.

Para o povo daquele tempo, os dois forasteiros são profetas, porque sabem tudo quanto vai acontecer. Ocorre, no entanto, que eles foram jogados ali de uma data futura e tinham, por isso mesmo, conhecimento da história. Ora, se a imaginação do homem pode elaborar um procedimento desses, que é apenas ficção, imaginem como Deus pode saber de tudo o que está na história de cada um de nós, tanto no passado, como no presente e no futuro, como se tudo fosse um eterno presente.

É nesse sentido que somos predestinados e eleitos. Não por uma escolha arbitrária, mas porque Deus chamou a todos, mas nem todos quiseram aceitar a Sua chamada. E se não for assim, teremos que admitir que todo o chamamento da Bíblia a todo o pecador é mera representação teatral porque, no final de tudo, Deus escolherá uns e rejeitará outros.

Aliás, na sequência de Romanos 9, e dentro do mesmo tema, Paulo, depois de dizer, no capítulo 10.13, que "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo", complementa: "Mas nem todos obedecem ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação?" (10.16). 

Por que não obedecem? Porque não querem, são rebeldes!

Conclusão:

Afinal, o que é Livre Arbítrio? Poderíamos concluir que Livre arbítrio é um princípio escriturístico que declara que o homem é livre para tomar decisões, para decidir a questão do seu destino.

E o que seria Predestinação? Predestinação pode ser definida no sentido geral e no sentido bíblico.

No consenso do povo é crer que Deus traçou um plano para a nossa vida e devemos segui-lo sem o direito da escolha. Em outras palavras – somos autômatos, desempenhando um papel previamente estabelecido por Deus.

Calvino, ampliando idéias já antes defendidas por Agostinho, afirmou que desde a Antiguidade Deus estabeleceu dois decretos: Um selecionando um grupo para a salvação ou vida eterna e outro decreto selecionando aqueles que serão destruídos. O próprio Calvino qualificou-o como terrível decreto de Deus.

Estaria este ensino em harmonia com as doutrinas bíblicas? Creio que de modo nenhum. Porque a dupla predestinação ensina que “se não fomos arbitrariamente escolhidos para a salvação, não há esperança, mesmo que almejemos ardentemente esta graça”.

Hermeneuticamente falando, entendo que a Bíblia não diz isto. Predestinação bíblica é o decreto de Deus, que possibilita a salvação a todos os que aceitarem a Cristo. Particularmente, eu creio que a salvação é acessível a todo e qualquer membro da raça humana, pois João 3: 16 nos esclarece que "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (grifei).

Exulto com o apóstolo Paulo porque "antes da fundação do mundo" Ef. 1. 4 ; Deus resolveu suprir a necessidade do homem, se ele pecasse.

▶ Ef. 1: 3 -14 - “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo,

▶4 assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor ▶ 5 nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade,

▶6 para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado,

▶7 no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça,

▶8 que Deus derramou abundantemente sobre nós em toda a sabedoria e prudência,

▶9 desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo,

▶10 de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu, como as da terra;

▶11 nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade,

▶12 a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo;

▶13 em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa;

▶14 o qual é o penhor da nossa herança, ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória”. (grifei)Contudo, nem por um momento considero a minha vida como valioso tesouro para mim mesmo, contanto que possa completar a missão e o ministério que recebi do Senhor Jesus. [...]

Esse "eterno propósito" abrangia a encarnação de Deus em Cristo, a vida sem pecado e a morte expiatória de Cristo, Sua ressurreição dentre os mortos e o Seu ministério sacerdotal no Céu, o qual culminará nos grandiosos aspectos do julgamento.

Entretanto, como vimos acima, tanto o Calvinismo quanto o Arminianismo apoiam se em textos bíblicos para justificarem suas posições. (vide tabela comparativa acima) .

O Calvinismo afirma a total depravação do homem após a queda, isto é, a sua escravidão e morte no pecado, estando portanto totalmente dependente da ação graciosa de Deus para vir a ter vida espiritual e, assim, alcançar a salvação.

Por sua vez, o Arminianismo afirma que o pecador continua a ter em si a liberdade de optar entre permanecer no pecado ou voltar-se para Deus. Nega, portanto, que as consequências da queda tenham sido a total escravidão da vontade e a morte espiritual do homem no que toca às coisas de Deus.

Quando os teólogos e comentadores da Escritura advogam uma via intermédia entre o Calvinismo e o Arminianismo, entendo que eles estão a cair ou fazer cair os leitores num equívoco ou, então, num grande logro.

Afinal, o modo como encaram a liberdade humana e a ação de Deus e do homem no processo de salvação coloca-os decididamente no campo Arminiano, embora de forma moderada.

Ser predestinista não altera a condição daqueles que são crentes. A única coisa que poderia acontecer seria um desestímulo na evangelização.

Segundo os enunciados que elaboramos, com base em textos bíblicos claros, não há razão para confusão nesta área. No entanto, respeitamos o direito que cada pessoa tem de ter suas doutrinas, e esperamos que, por causa de doutrina, ninguém perca a oportunidade de salvação.

Não podemos nos esquecer, no entanto, que Deus dotou o ser humano de livre arbítrio. E notamos, em toda a Bíblia, que Deus faz questão de respeitar este princípio. Entender que Deus, por Sua soberania, simplesmente escolhe uns para salvação e outros para a perdição, é querer ver ferido o princípio do livre arbítrio.

Para mim, a grande maravilha deste assunto, é que Deus me viu antes e me marcou e me preordenou para a vida eterna. Por isso, Ele me ama e derrama sobre mim suas maravilhosas misericórdias. E esse processo é irreversível. Ninguém jamais perde esta bênção da salvação.

O nosso grande desafio, portanto, é chamar o mundo todo para a Salvação em Cristo, porque "... a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens" Tito 2. 11. E o mundo só não alcançará a salvação se não quiser responder ao chamamento do amor de Deus; João 3.16 -18.

Portanto, diante da clareza do ensino geral da Bíblia, preferimos ficar com o entendimento de que somos predestinados e eleitos segundo a presciência de Deus.

Como diz:

1 Pedro 1.1-2 – “Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos eleitos que são forasteiros da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas”. 

Afirmar que não existe o livre arbítrio e a predestinação, é o mesmo que censurar o ato de Deus ter criado esta distinção na humanidade. Sabemos que este plano que Ele optou por introduzir na natureza humana Ele havia experimentado no céu quando criou os seres angelicais.

E ocorreu que o ex-querubim de luz, sabendo que podia tomar suas próprias decisões, optou por tomá-la, quando cobiçou a Glória de Deus e quis estabelecer um Reino acima do trono de Deus. E qual não foi a nossa surpresa! Todos os anjos que Yahweh havia constituído com a mesma característica dele, foram enganados por ele, e após haver uma grande rebelião a terça parte dos anjos que tinha o mérito do livre arbítrio e aliou se a Lúcifer, foram lançados para a terra.

Porque o restante dos anjos não foram iludidos por Lúcifer? É a mesma resposta que se dá quando perguntamos, porque o diabo vem engana facilmente muitos cristãos até hoje, e poucos ele não consegue? Sem contar com aqueles que decidiram por si mesmo não entregar a sua alma para Deus e morreram nesta condição!

A resposta é que Yahweh criou eles assim, uns predestinados, outros não, e tanto Deus quanto o diabo, sabem que os eleitos não se deixam ser enganados; porque o diabo não tem capacidade de ludibriar os escolhidos, por isto é que quando vemos um cristão ser enganado, a conclusão única que temos, é que ele é um dos que tem o livre arbítrio, portanto pode decidir a quem servir.

Um exemplo prático: uma pessoa quando ela é escolhido por Deus, desde o ventre, ela não consegue fazer pacto de sangue com o diabo, muito menos é aceito por ele como seu "cavalo", atualmente conhecido como "transporte" na religiões satanistas. Satanás não tem domínio ou influência alguma na vida dos escolhidos. E isto é fácil de provar!

O segundo exemplo é: porque existem tantos cristãos nas igrejas, com muitos anos de conversão, outros que já são desde o nascimento e são de "vida dupla", e não servem para ser Templo do Espírito Santo? Porque Ele, não tem prioridade na vida destes cristãos?

Quantos exemplos de pastores e membros estão nesta situação? Quantos pessoas morreram cristãs, muitas até chegaram a ser batizadas com Espírito Santo, e não farão parte da primeira ressurreição?

Será que não conseguimos identificar ninguém nem mesmo no meio da nossa parentela que se enquadra entre estes dois grupos?

Sei muito bem o que estou dizendo. Tenho plena responsabilidade pelo ato de estar ministrando este ensino. Estou; antes de tudo diante de Deus, sou plenamente consciente do castigo e da ira Dele que pode recair sobre mim, por isto não me atrevo mentir ou professar uma doutrina nicolaíta; e nem profanar a Sua sã doutrina!

Eu coloco a minha alma em risco como garantia e certeza desta tese que estou defendendo!

Terceiro exemplo; o diabo sabe desde Adão quem são as pessoas que tem o livre arbítrio e os que são predestinados, e entre as vivas e as que já faleceram, os chamados e os escolhidos.

Para ilustrar, conheço exemplo de religião satanista que utiliza partes de corpos de pessoas mortas em seus rituais de magia negra. Não é nenhuma novidade, todos sabem disto!

Sempre que alguém procura esta religião para fazer algum trabalho espiritual, em alguns caso, dependendo da entidade espiritual que estiver incorporada no seu transporte, e do trabalho que a pessoa quer fazer, a entidade pede para o interessado ir ao cemitério pegar como parte dos itens ou ingredientes, algum membro de um cadáver recém falecido para fazer a oferenda.

Quando a pessoa retorna com a parte do corpo solicitado, de imediato a entidade identifica a quem pertence, recusa; obriga ela devolver e exige que lhe traga de um corpo, cujo tumulo tenha a presença de cruzes e velas; porque aquele anterior não lhe; pertence, por isto ele não aceita como oferenda para o ritual. 

Isto significa que mesmo descansando entre os mortos, os restos mortais dos salvos em Cristo são protegidos por Deus. Poderia citar outros exemplos, mas, este talvez seja suficiente como ilustração, para alguém que não sabia disto! 

Sintetizando:

Escolhidos e Chamados ou Predestinação e Livre Arbítrio:

Predestinado significa a pessoa já nascer destinada ou ele  ser  escolhido durante a vida e antes da morte, a fim de herdar a vida eterna, porém, sem o livre arbítrio; ou seja, o direito espontâneo de aceitar ou rejeitar passar a eternidade na Nova Jerusalém ou no Lago de fogo e enxofre. As ultimas pessoas a nascerem próximo do tempo Arrebatamento ou as que estiverem vivas quando ocorrer o evento da Primeira Parusia de Cristo, estes não provarão o dano da primeira morte. Os que estiverem dormido no Senhor antes deste dia, ressurgirão e ascenderão as nuvens ao encontro de Cristo antes dos vivos.

Chamadosignifica aquela pessoa que não será escolhido para a salvação desde o nascimento até a morte, mas, que terá o livre arbítrio para decidir enquanto viver, aceitar ou não a oportunidade de buscarem a salvação da alma através de santificá la antes da morte, para viver eternamente na Nova Jerusalém; bem como também terão a liberdade de recusar todas as oportunidades que lhe forem concedidas por Deus, desprezando assim, o sacrifício de Cristo na cruz para toda a humanidade, ser lançada no Lago de fogo e enxofre onde permanecerá eternamente.Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas”. 

Tenha toda a liberdade para questionar a credibilidade deste estudo, não intento nem viso manipular, nem formar opinião duvidosa; muito menos questionar a experiência pessoal de cada um, antes tenho compromisso primeiro com a certeza do destino da minha alma, porque também tenho uma alma como você, e tenho certeza do que estou afirmando, do contrário seria mais hipócrita protagonista de vã heresia.

A finalidade inicial deste estudo era apenas traçar um paralelo teológico sobre o tema, analisando os vieses teológicos entre os dois grandes teólogos do passado enfocando o assunto: o livre arbítrio e a predestinação; conforme rege a Bíblia; mas, decidi aprofundar-me mais no teor estudo, visando expor a complexidade deste assunto de suma importância para a vida secular e espiritual de todos, não somente da minha, visto que não este complexo assunto não é explanado nas tribunas das igrejas.

Dúvidas? Cuide-se! Se não têm certeza se é eleito ou não, pode ser porque que você ainda não sabe e ou não ter certeza se já é ou se ainda vai ser escolhido. Se apenas é chamado para a salvação; ou se ainda não foi, mas, ainda possa ser antes do ultimo suspiro do seu fôlego de vida.

Quer saber mesmo? Ore! Ou teste você, mesmo! A resposta será a mesma! 

Percebe que o diabo consegue te atrair com coisas aparentemente simples e inofensivas da vida cotidiana, como por exemplo sentar se diante de uma uma televisão para assistir os cultos da sua igreja? Se sim, nem precisa orar, já tens a resposta!

Creia pelo menos nisto, tem um "ser" astuto ao seu redor, e ele sabe tudo sobre você, além de ser ou não ser escolhido. Ele é que é o maior perigo para a sua alma; não a ira futura de Deus!

 

Referências Bibliográficas:

1- Bíblia On Line em Português.Sociedade Bíblica do Brasil, Versão 1.11. São Paulo, 2002.

2 - www.angelfire.com/sc3/ricardobergamini - acessado em 22.05.2005

3 - Carlos, Ranieri. Apostila de História Eclesiástica III. SEP. Patos, 2005.

4 - CHAMPLIN, Norman Russel. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. São Paulo: Milenium Distribuidora Cultural, vol. III, pp 72b.

5 - www.catedraldapalavra.hpg.com.br/38.doc - acessado 22.05.2005 

 

  

  Revisão em 05/07/2016

                        03/01/2017 

 

Em Cristo.

Shalon.

Por Cornelio A.Dias  

 

 

"Feito perfeito, é imperfeito; como criação, o meu eu; natureza humana! C. A. Dias.

 

 

              

 

 

Licença Creative Commons
Síntese - A Predestinação e o Livre Arbítrio do Teologo Cornelio A.Dias está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Não Comercial - Sem Derivações 4.0 Internacional. Baseado no trabalho disponível em http://oportaldateologia.org/sintese-a-predestinacao-e-o-livre-arbitrio. Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em mail oportal@oportaldateologia.org

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Editoriais

As taças da ira de Deus  estão prestes a se derramarem sobre a terra! 

Quero fazer um breve relato sobre esta chamada em "Flash”, visto que não vejo a necessidade de escrever um artigo específico sobre o título, bem como também não vou citar referências bíblicas que corrobore com este assunto.

 

Os elementos ardendo  

em breve se fundirão!

Cuidado!

Um corpo terrestre, 

se chocará contra a terra e 

causará repentina destruição. 

 

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A falsa doutrina do pré-tribulacionismo  

Qual biblicamente é a mais viável para você? A Meso-tribulação [Arrebatamento no meio da tribulação] ou a Pós-tribulação? [Arrebatamento depois da tribulação] Em qual delas acontecerá o Arrebatamento da Igreja! Será antes da tribulação? Reflita! Leia Mais  imagem

 

 

  Reflexão do O Portal

         2013

O oitavo Rei foi eleito.

A besta que era e já não é, é também o  oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição Apocalipse cap. 17 - 11.

E o sangue de muitos inocentes ainda haverá de ser derramado.              

Guerreiros feridos são condecorados com Láureas de sangue.

Os soldados do Exército do Rei dos Reis, porém herdarão uma coroa de ouro, e a vida eterna.

A Nova Ordem Mundial está chegando e virá para cumprir o seu dever a rigor.

Quem quiser se livrar dela terá que aceitar a sua marca. 6 6 6 em troca da sua alma.

Revelação 13. 1 – Vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] 7. Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. “Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”

Yeshua.

 O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que  isto lhe custar a própria vida.

"Permaneça fiel até a morte, e Eu lhe darei a Vida como Coroa. Revelação 2.10.

Yeshua".

 

Leia o Artigo: O sétimo milênio e o fim da humanidade.

Oriente-se.

 

Por: Cornelio A.Dias

Março de 2013.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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  Ler um   é:

Armazenar Informações;

Desenvolver a Intelectualidade;

Ampliar os Horizontes;

Compreender o Mundo;

Comunicar-se com o Próximo;

Escrever Corretamente;

Relacionar-se melhor com o Outro!

 Ler uma  é:

Armazenar Ensinamentos;

Desenvolver o Conhecimento;

Ampliar a Espiritualidade;

Compreender a DOUTRINA;

Comunicar-se com JESUS

Escrever a VERDADE;

Relacionar-se melhor com DEUS. 

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Ore conosco ao som de belos louvores;

Chore aos pés feridos do Pai!

A tristeza logo passa, não demora.

Ele vos envolve e vos consola, 

Em seus braços, faz-vos descansar.

O Portal

Abra esta Porta de Meditação, Louvor e Oração,

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Bíblia Online e Seleção de Louvores

e deixa Deus falar ao seu coração!

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Com: Paz seja convosco
Graça e Paz
A Paz do Senhor
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Paz de Deus
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