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A santificação sob a perspectiva da bíblia-introdução: Aqui

 

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Parte Final

 

 

 

Leia

atualização de 31/12/2020  

Ychzek'el

 

9.  3 - 4

3: Então a Glória do começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa.

Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura. 

O Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. 

 

Ezequiel  

 

9.  4. 

Adonai lhe disse "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".

 

 

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Conferindo o Futuro
Conferindo o Futuro

 Conferindo o Futuro  

Randall Price

Os futuristas estão divididos: o discurso do Monte das Oliveiras (o Sermão Profético de Jesus – N.R.) já foi parcialmente cumprido?

A discordância polariza-se neste ponto: Mateus 24.4-14 descreve características gerais do período da Igreja ou tão somente dos sete anos da Tribulação vindoura?

Esses versículos falam de “guerras e rumores de guerras”...tudo isto é o princípio das dores  (v. 6); “fomes e terremotos” (v. 7); tribulação, martírio, traição, ódio, falsos profetas e corrupção (vv.9-12).

Apesar daquilo que alguns ensinam atualmente, os versículos de a 14  podem ser escatológicos e, por vários motivos, só podem estar se referindo aos acontecimentos da primeira metade da Tribulação.

As Condições

 As condições descritas precisam ser entendidas como julgamentos divinos e são como desastres “naturais”, seguindo o padrão de revelação estabelecido no Velho Testamento. Jesus disse que “...tudo isto é o princípio das dores  [literalmente, “dores de parto”] (v. 8). 

No Velho Testamento a palavra hebraica para “dores de parto” é usada pelos profetas para simbolizar as terríveis calamidades associadas ao Dia do Senhor (Is 21.3; Is 26.17-18; Is 66.7; Jr 4.31; Mq 4.10), particularmente ao “tempo da angústia de Jacó” (Jr 30.6-7), ao qual Jesus faz referência em Mateus 24.21, quando descreve a Grande Tribulação.

Muitos judeus, nos dias do Segundo Templo, esperavam um tempo de sofrimentos imediatamente antes do fim. A seita judaica de Qumran (os essênios – N.R.) atribuía a essa angústia “dores, como de parto”. Igualmente, o judaísmo rabínico cita as “dores de parto (em hebraico, chavalim) [relacionadas à vinda] do Messias” como uma série de convulsões globais que anteciparão a Era Messiânica.

No Talmude, alista dessas condições desastrosas (espirituais, morais, políticas, sociais e ecológicas – que caracterizam “a geração em que virá o Filho de Davi”, Sanhedrin 97a) em muito se assemelha à lista de Mateus 24.4-14.

Como o Novo Testamento indica que a Igreja não enfrentará o juízo preparado por Deus para o Dia do Senhor (1 Ts5.9; Ap 3.10), os versículos de Mateus não podem estar descrevendo acontecimentos da Era da Igreja.

A Sequência

Em segundo lugar, Jesus declarou que esses acontecimentos não seriam“o final” do juízo, mas apenas “o princípio” (v. 8). As dores iniciais serão seguidas de dores mais intensas, no clímax do parto. 

Como a Tribulação não virá imediatamente após o Arrebatamento da Igreja, pois seu início está previsto para o começo da 70ª Semana de Daniel (Dn 9.27), os versículos de Mateus não podem estar descrevendo acontecimentos da Era da Igreja.  

 

Correlação – Quadro1

Existe um paralelismo entre certos versículos de Mateus 24 e Lucas 21 com versículos no Apocalipse, conforme mostra este quadro. 

Condição

Evangelhos

Apocalipse 6

Falsos messias/profetas

Mt  24.5,11

v.2

Guerras

Mt  24.6-7

vv.2-4

Discórdia internacional

Mt  24.7

vv.3-4

Fomes

Mt  24.7

vv.5-8

Epidemias/Pestilência

Lc 21.11

v.8

Perseguição/martírio

Mt  24.9

vv.9-11

Terremotos

Mt  24.7

v.12

Fenômenos cósmicos

Lc 21.11

vv.12-14

Adaptado de “Chronology and Sequential Structureof John’s Revelation” em When the TrumpetSounds (Thomas Ice e Timothy J.Demy).

 

O maior argumento de que esses versículos se referem ao contexto da Tribulação surge na comparação dos mesmos (vv. 4-14) com os cinco primeiros selos de juízo em Apocalipse 6 (confira o Quadro1).

Essas condições paralelas demonstram que, assim como os selos de Apocalipse 6 são seguidos pelo juízo mais intenso das trombetas e das taças, o “princípio das dores” descrito em Mateus 24. 4-14 vem seguido das “dores de parto finais”, mais intensas, descritas em Mateus 24.15-26, que culminarão na vinda do Messias (vv.27-31).

Além disso, o próprio Senhor Jesus fez referência à profecia da 70ª Semana de Daniel: 

Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê, entenda), então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes” (Mt 24.15-16). 

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Mateus 24.4-14 descreve guerras entre diferentes nações e reinos, não apenas entre uma única nação (Roma) e Israel, como aconteceu na Primeira Revolta do povo judeu contra Roma (66-74d.C.).

Tanto Mateus quanto Marcos (Mc13.14) apontam o texto de Daniel para esclarecimento da profecia feita no Monte das Oliveiras. Conclui- se que Jesus usa profecia da 70ª Semana de Daniel como patamar para os eventos cronológicos apresentados em resposta às perguntas dos discípulos.

Isso também acontece na seção de juízos do livro do Apocalipse (capítulos 4-19), onde Jesus, o Autor da visão recebida pelo apóstolo João (Ap 1.1), concede-a com divisões estruturalmente semelhantes à 70ª Semana de Daniel.

Colocando os textos lado a lado (veja o Quadro 2), descobrimos que o “princípio das dores”de Mateus 24.4-14 se ajusta ao juízo dos selos de Apocalipse 4-6, aonde ambos (1) focalizam eventos terrenos; (2) cabem na primeira metade da 70ª Semana de Daniel (Dn 9.27a); e (3) culminam na profanação do Templo (o “abominável da desolação”) tanto em Mateus 24.15 quanto em Marcos 13.14, o ponto central da 70ª Semana de Daniel (Dn 9.27b). Em seguida, os eventos intensificam-se e conduzem às dores de parto finais de Mateus 24.16-26, que (1) identificam-se com Apocalipse 7-19, (2) enfocam a dimensão celestial, e (3) culminam no surgimento do “sinal” celestial, que anuncia a vinda do Messias para julgar o mundo (Mt 24.27-31; Ap19). Esses acontecimentos cabem na segunda metade da 70ª Semana de Daniel (Dn 9.27b), que termina na destruição do desolador do Templo (“o príncipe, que há de vir”, o Anticristo, Dn 9.26).

Se os versículos de Mateus 24.4-14 predizem sinais da futura Tribulação e tratam principalmente do povo judeu nesse período, seu cumprimento não pode estar no passado, especificamente, na queda de Jerusalém em 70d.C. Ao comparar os eventos descritos nos versículos torna-se evidente que eles não se identificam com fatos históricos do primeiro século.

A passagem descreve guerras entre diferentes nações e reinos, não apenas entre uma única nação (Roma) e Israel, como aconteceu na Primeira  Revolta do povo judeu contra Roma (66-74d.C.).

As Escrituras também dizem que muitos se levantarão dizendo ser o Cristo (Messias). Mas não existe evidência histórica de alguém que se declarasse messias no primeiro século, até Simão Bar-Kokhba (135 d.C.), um único indivíduo.

Esses sinais também não devem ser usados pela Igreja “como sinais dos tempos”, apontando a aproximação da volta do Senhor. Muitos cristãos têm usado o aparente aumento de terremotos, apostasia na Igreja, e o declínio moral generalizado da sociedade como indicadores de estarmos rapidamente nos aproximando do Arrebatamento e dos últimos dias.

Contudo, o Arrebatamento não será precedido por sinais; e como as dores de parto somente começarão quando Israel entrar no “tempo da angústia de Jacó” (e não sabemos quanto tempo isso levará depois do Arrebatamento), devemos usar de cautela ao tentar prever a aproximação de eventos escatológicos, baseando-nos na presença dessas condições na era presente.

Na Era da Igreja, essas condições gerais (apresentadas em 1 Tm 4.1-3;2 Tm 3.1-9; 1 Jo 2.18; 1 Jo 4.1-3) servem de alerta quanto a estarmos “nos últimos dias”.

Mas durante a Tribulação, as condições dos versículos 4-14 serão sinais específicos dos tempos finais, e os judeus convertidos poderão localizar-se dentro da 70ª Semana e perseverar até o final da Tribulação: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” – literalmente liberto do cárcere, quando da vinda do Messias (v.13).

 

Correlação – Quadro 2

Há correlação entre o discurso do Monte das Oliveiras e a seção de juízos do livro do Apocalipse (capítulos 4-19) com as divisões estruturais da 70ª Semana de Daniel no Antigo Testamento. Lembre-se que essa “semana” profética representa sete anos.. 

 

            

Primeira Metade da Semana

Dn 9.27a

Início, dores de parto (foco terreno)

Ap 4-6

Juízo dos selos

Mt  24.4-14; Mc 13.4-3; Lc  21.8-19

Sinais preliminares

Segunda Metade da Semana

Dn 9.27b

Eventos principais

Ap 7-13

Juízos das trombetas

24.15; Mc 13.14-13; Lc  21.20-24

O  abominável  desolação

Conclusão da Semana

Dn 9.27b

Dores de parto finais (foco celestial)

Ap14-19

Juízos das taças

Mt 24.29-31; Mc 13.24-27; Lc 21.25-28

A parousia (“presença física”) e o encerramento dos tempos finais

Adaptado de The Desecration and Restoration of the Temple as an Eschatological Motif in theTanach, Jewish Apocaliptic Literature and the New Testament (RandallPrice).

 

Serão esses sinais – especialmente o acontecimento descrito no  versículo 15, “o abominável da desolação” – que permitirão aos santos da Tribulação perseverarem física e espiritualmente enquanto esperam libertação prometida para o final da 70ª Semana de Daniel. 

 

Notas:

· Veja John Walvoord,  Matthew: Thy Kingdom Come (Chicago: Moody Press,1974).

· Para estudo adicional veja Randall Price, Old Testament Tribulation Terms” em When the Trumpet Sounds, ed. Thomas Ice e TimothyJ. Demy (Eugene, OR: , Harvest House,1995).

· David H. Stern, Jewish New Testament Commentary (Clarksville,MD: Jewish New Testament Publications, Inc.,1996).   

· Thomas Ice, “The Olivet Discourse”, em The End Times Controversy, ed. Tim LaHaye e Thomas Ice (Eugene, OR: Harvest House,2003). 

 

(Randall Price - IsraelMyGlory -http://www.chamada.com.br) - Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, janeiro de 2006.  

  •  ComenOP.png Me debruço sobre os periódicos  da revista chamada da meia-noite desde 1998 [...] os excelentes escritores editores dos artigos se esmeram para produzirem estudos bíblicos de alta confiabilidade, mas, também faço uma análise crítica prévia dos artigos, raras vezes algum estudo conflita a minha linha de interpretação visionária bíblica [...]

  • Este estudo é extremamente instrutivo, apenas um parágrafo diferiu da minha linha de interpretação, mas, é coerente na íntegra.

  • O artigo foi publicado em 2006, mas, a mensagem do estudo não perderá o seu efeito por muitos anos ainda no futuro. Todo estudo aprofundado em paralelos entre os Livros de Daniel e Apocalipse são escatológicos e por isto prevalecerão até a Parusia.  

 

 

              

 

 

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A chamada no gif abaixo visa alertar sobre um grave evento que vai acontecer:

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Leia

A falsa doutrina da pré-tribulação

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Questione-se: 

Conforme cita a bíblia qual é das doutrinas a que julga ser a mais viável pra você  biblicamente? 

Mezo-tribulação 

A Igreja será arrebatada ou não no meio da tribulação?

Pós-tribulação   

Em qual delas a Igreja de Cristo vai ser elevada?

Pré-tribulação  

A Igreja ela não verá este juízo que  virá sobre a face da  terra.

Qual é a certeza de que não vai estar aqui neste dia mais terrível da humanidade ?

Reflexão 

O Portal

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Reflexão!

2013 - 2022

O oitavo rei

A besta do mar conforme descreve a profecia de:  Ef: 6 - 11 - 13.

ela faz referência às duas principais hierarquias do reino do mal que domina o mundo físico e espiritual desde a origem do pecado no Éden.

São eles os: “Os principados” que são as ordens celestiais malignas superiores constituídas por demônios de todas  e as hierarquias ou seja; é uma casta formada pelos seres que eram  dantes angelicais que foram lançados na terra quando o ex-querubim lúcifer intentou usurpar o trono de Deus; estes são as miríades ou legiões enquanto que as "Potestades"  são as classes humanas de governantes que regem os países do mundo sob o domínio secular de controle espiritual total do demônio; como por exemplo o falso profeta que ou a besta do mar e o anticristo a besta da terra e os demais reis tirânicos existentes! Conforme rege:

2 Corintios 4:4Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 

O sangue inocente "de muitos cristãos" ainda terá que ser derramado no mundo até que o último fiel seja morto na terra pelo crime hediondo de servir a Deus e confessar Jesus como Cristo Rei e Senhor conforme registra

Apocalipse 6: 9 -11: que diz:

9: E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.

10: E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo e Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue e dos que habitam sobre a terra?

11: E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que hão de serem mortos  como eles foram.

São soldados do Rei dos Reis todos aqueles que pela sua fé em Cristo forem perseguidos e mortos no mundo pelo exército de satanás nesta antiga batalha espiritual entre o bem e o mal; por não se prostrarem diante das potestades da terra prestando lhes adoração e submissão total as suas leis, que são:

Os fiéis; os cristão guerreiros que serão presos; feridos ou mortos nesta guerra espiritual secular que virá com força total sobre a terra contra os soldados do Deus altíssimo.

Os que forem mortos; estes não vão ser laureados com medalhas de sangue como fazem os exércitos seculares; e "nós" os que provarmos o dano da primeira morte na terra; vamos receber uma Coroa de Glória com os nossos nomes gravados nelas e reinaremos com Cristo por toda a eternidade; na Nova Jerusalém que descerá do céu e ocupará o espaço físico desta terra pois ela será lançada no lago de fogo e enxofre no Juízo Final após o governo milenar de Cristo aqui no mundo; por toda eternidade!

A Nova Ordem Mundial através do Falso Profeta já está em plena e intensa atividade e teve inicio em 2013 com a "assençao" do ultimo Papa do Vaticano; que cumprirá o seu dever com todo o rigor. A sua marca já está sendo aceita é voluntariamente por muitos nos países no mundo e já estamos no tempo em que ela vai ser obrigatória para todos!

E quem quiser livrar-se "desta lei que será a pior perseguição que já houve na terra terá que aceitar a marca para poder comprar ou vender e ter a liberdade em troca pela sua alma!

Revelação 13. 1 – E vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”“.

O oitavo rei ele é a besta do mar e o falso profeta do Apocalipse 18:2 que assumiu o trono da perdição em 2013 no Vaticano cujo País é a Babilônia “espiritual” no mundo secular. O número que ele simboliza é o: 6 6 6; o ultimo Papa.

O Rei dos reis será o próximo e estará voltando a qualquer momento conforme os sinais biblicos forem se cumprindo; como por exemplo a marca da besta que no metaverso que já é real no universo que excede as barreiras físicas do mundo real no caminho de um verdadeiro mundo virtual.

Portanto: espere por Ele mesmo que isto vier lhe custar à sua própria vida.

Oriente-se!

Março de 2013 ⇔ 2022

Por: Cornelio A.Dias

 

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