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 Ychzek'el [Ezequiel] 9.3-4

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A marca de Cristo. 

3. Então a Glória do Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura

4. Adonai lhe disse: "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".  

 Atenção: O Arrebatamento da Irmã Vilma - Assista aqui em [Vídeos e Nova Era] Cuidado com a sua Alma! 

 

Graça e Paz em Cristo → A todos os Leitores → Sejam bem vindos → No nome de Jesus!  Comentem os artigos → Iniciem discussões sobre os temas → O Moderador. 06.04.2014 

 

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Ensaio Teológico II - A Ética Evangélica
Ensaio Teológico II - A Ética Evangélica

ENSAIO TEOLÓGICO II A ÉTICA EVANGÉLICA

 

Cornelio A.Dias Edição 01-07-2013 - publicação - 15:40:54-21:01:19

 

 Tema do Ensaio: 

 

A Ética Evangélica tem se tornada antagônica e ambígua em relação a conduta cristã da Igreja? 

Introdução: 

O..... ethos não é um termo comum no vocabulário cotidiano da sociedade brasileira. A compreensão do seu exato significado não parece despertar a curiosidade no segmento alfabetizado brasileiro e a aplicação dele na dialética do senso comum não é observado.

O termo de origem grega ao ser traduzido para o latim, o seu significado não ficou bem definido; e isto abre margem para as mais variadas interpretações; o termo tem uma semelhança com o termo mores, moral em latim, e quando se inicia qualquer dialogo que aborde o tema moralidade, a ética quase que inevitavelmente vem à tona.

Para se estabelecer um embate inteligível é necessário antes de tudo definir uma linha de raciocínio lógico para conduzir o dialogo, à se obter um consenso, por que de outra forma tornaria se obtuso e daí não se pode chegar a denominador comum, portanto se torna infrutífero.

A linha de raciocínio empregada na elaboração do ensaio não declina muito do seu radical, pois é aplicado no sentido de hábitos e costume sob a ótica visionaria de conduzir”; visto que ao retratar sobre hábitos e costumes, estamos entrando diretamente no campo da conduta.

Se a conduta é o ato ou efeito de conduzir um grupo de pessoas para um lugar; o termo é sugestivo, visto que assunto que vamos abordar no ensaio é justamente este, o de como a ética evangélica tem se tornada antagônica e ambígua em relação a conduta cristã da Igreja.

A conduta da Igreja está diretamente sobre a jurisdição dos seus representantes, que por sua vez tem um compromisso pessoal com a ética moral, que está diretamente ligada aos costumes e hábitos individual; ante o legado que lhe foi outorgado. Se não refletir transparência nos atos individuais destes, o corpo que está sob está cabeça padecerá grandes aflições e pode comprometer o seu destino final. 

1. A ética é um termo que sempre foi pauta da dialética que tramita no embate religioso sobre a  maneira correta da vivencia cristã da Igreja.

Antes de explorar o tema do ensaio, é importante abordar superficialmente sobre o significado da expressão, visto que ela sempre faz uma coligação com o significado literal do que é a moral.

Os dois termos quase são quase inseparáveis, mas, quando se tenta entendê- los isoladamente, acabamos por dizer a mesma coisa usando palavras diferentes. Teoricamente a palavra ethos é uma palavra grega que significa "caráter" (qualidade inerente a um indivíduo) que é usado para descrever as crenças orientadoras ou ideais que caracterizam uma comunidade, nação ou ideologia.

Por outro lado, ética significava também éthos, remetendo-nos para a questão dos hábitos, costumes, usos e regras, o que se materializa na assimilação social dos valores. É bem provável que o termo (ética) possa ter sido originado de uma tradução não exata para o latim, da palavra “moral”, tal a semelhança do sentido que ambos expressam ou que quase tem o mesmo sentido. Fica sempre como uma expressão subentendida.

Vou referir me a ela (ética) neste estudo no sentido de hábitos e costumes.

Atualmente o cenário cristão atual tem despertado o interesse geral na sociedade evangélica sobre a necessidade de se discutir a influencia da ética evangélica na formação de um conceito de uma vida cristã digna de representar a Igreja como Corpo de Cristo.

A definição de ética evangélica ou cristã deve partir do principio fundamental de que a ética é o conjunto de costumes e hábitos que norteiam a conduta cristã que estabelece o padrão ideal sobre o que é e o que não é lícito ou conveniente e não realizar ou praticar; esta dever ser à base de definição de Ética Cristã, e este é o parâmetro mais apropriado do termo a se aplicar em como se deve interpretar a ética evangélica.

Assim sendo, é razoável aplicar este sentido de ética também a teoria do comportamento do homem na sociedade, a ética evangélica é justamente a teoria do comportamento do cristão inserido na sociedade temporal com aspiração para a atemporal. Esta porem de cunho não estritamente social, mas, sim religioso-espiritual, cujos antigos conceitos informais do ethos social foram reavaliados e aplicados na conduta temporal; ou seja, aquela errônea conduta de vida e de concepção de certo ou errado, bem ou mal que refletia no modelo anterior de vida, que se recusava a aparecer sob uma forma definidamente renovada na nova criatura, tornou se real, evidente; manifesto, irrefutável e categórico; explicitando o efeito direto do poder transformador do Espírito sobre a velha estrutura do homem do pecado.

A ética é na verdade um labor intelectual de decisões que desemboca na moral que é o resultado final da pratica destas decisões; defino assim, para distinguir as duas grandezas. A ética pode ser definida por um conjunto de regras e normas enquanto que a moral é representação pratica destas regras produzidas pelas decisões.

O desafio de um cristianismo ético é na realidade a obrigação do cristão apresentar se para o mundo como um espelho d’água a refletir Cristo em sua vida, porque o evangelho libertador deve a principio ser pregado a partir do seu próprio exemplo de vida, porque Cristo a cabeça da Igreja influenciou a humanidade através da sua conduta irrepreensível diante dos homens. Não bastou somente o seu ensino verbal e nem o seu exemplo de vida irrepreensível, mas, ainda foi lícito que Ele, padecesse na carne os anseios de um povo sofredor, sem esperança, perspectiva de presente e futuro social, político e religioso.

A sociedade contemporânea está experimentando a mesma sensação que afligia a sociedade judaica dos primórdios do século I, visto que não conseguiam assimilar como a vontade divina pode ser expressa na realidade humana; se os atuais representantes da Igreja que deveriam ter o compromisso como formadores de uma ética sem macula, mas, que na verdade, estão sendo traído por ela; isto gera conseqüências negativas para instigar a sociedade a rever seus conceitos, seja como cidadãos bem como participantes do segmento cristão!

O labor de hermeneutizar uma mensagem implícita que aborda os fundamentos da ética para uma linguagem coloquial é altamente complexo; devido a sua própria significação, um orador, escritor ou um pensador, pode despretensiosamente transformar algo inteligível em uma confusa incógnita, e isto é perceptível, se friamente analisarmos certos discursos produzidos por diversos pensadores; que ao final da sua oratória ou do estudo produzido, sendo que nem o próprio consegue chegar a uma conclusão lógica.

Observe abaixo para analise, o trecho de um dos textos bases na integra:

[...] A integralidade da salvação divina demanda a integralidade da missão e a integralidade da ética. Uma ética integral é uma ética multi-dimensional, focada na futuridade do Reino: dimensões cósmica, ecológica, global, nacional, regional, local, institucional, profissional, pessoal. Na prática, mediante o exercício do discernimento, cada pessoa e cada comunidade cristã (movimentos, instituições, etc.) estabelecerá as prioridades de sua ação missionária e, conseqüentemente, de sua ética. 

A partir de uma teologia discernidora, nutrida pelo Espírito de sabedoria e discernimento, a comunidade cristã poderá definir prioridades da ação face à integralidade da missão, levando em conta seus recursos, possibilidades e contexto de atuação: p. ex., poderá priorizar a ação contra a pobreza e a fome, ou a questão da falta de sentido de vida para a juventude (65% dos consumidores de drogas são jovens de classe média e média alta; a maioria das vítimas de assassinato são jovens de classes C, D e E, etc.), ou a questão do reconhecimento dos direitos de minorias, ou a defesa do meio-ambiente, etc.

A teologia da missão integral, como expressão da resposta cristã à missio Dei, ajuda a comunidade cristã a discernir as prioridades e dimensões da integralidade da ética cristã, possibilitando-nos reconhecer os desafios mais urgentes para a ação ética.[...]

Vou abrir uma ressalva para inserir um pensamento: O Projeto de Missão Integral e a Globalização são nutridas dos mesmos ideais igualitários, teoricamente ambas as linguagens coadunam com os objetivos finais, mas, historicamente são antagônicas. A diferença entre os projetos começa pela dialética constante que a globalização tem a seu favor, que é o raciocínio lógico numa linguagem compreensível, enquanto que assuntos que envolvem o Projeto de Missão Integral, a ética cristã, a teologia evangélica, dificilmente será produzida sem a utilização da linguagem erudita e versátil. Encerrando a ressalva, é passível de uma única mente pensante se produzir a redundância bem como pode aplicar a um termo, diferentes formas de definições e excedentes interpretações; e para auxiliar na compreensão de raciocínios assim, é necessária a intervenção do Espírito de sabedoria. 

Se a ética evangélica pode ter se tornada antagônica e ambígua em relação a conduta cristã da Igreja, a resposta é afirmativa.

Não se conduz a Igreja no caminho estreito da salvação andando a passos largos no caminho para a perdição, isto é o principio da ética evangélica.

A ética cristã no segmento evangélico brasileiro tem duas linhas de interpretação, se correlacionarmos os dois segmentos de profissão de fé no Brasil de maior expressão.

Um segmento é o protestantismo o outro é o pentecostalismo e a estes dois eu não somo o neo-pentecostalismo, porque conheço os dois segmentos e seus fundamentos, portanto na minha concepção não existe neo-pentecostalismo. A este segmento retrato-me como denominações independentes.

Estas denominações independentes são uma mescla dos dois pioneiros movimentos, e relaciono me a elas como Igrejas independentes.

Estas que pertencem a este terceiro segmento é um subproduto das teologias, reconhecidas pelos protestantes e avalizadas pelos órgãos superiores de ensino acadêmicos de teologia.

Para fins de estudos e pesquisa acadêmica utilizo o termo neo- pentecostalismo, para minha produção literária individual não.

Sou autentico nas minhas próprias convicções, agora com propriedade adquirida pela formação acadêmica de teologia.

Para autenticar este movimento como novo pentecostalismo é necessário conhecer profundamente o verdadeiro conceito de pentecostalismo, o radical, os efeitos e a sua tradição, bem como ele se manifesta na pratica doutrinaria e litúrgica.

Um protestante para obter propriedade para classificar um segmento com neopentecostal precisa antes se tornar um pentecostal, submeter a transformação que ele exerce sobre a pessoa, estudar os fenômenos experimentados e por fim tirar a sua conclusão, esta experiência não se adquire por meio de estudo ou pesquisas, tem que ser vivenciado.

No exercício da fé cristã sabe se que o protestantismo e o pentecostalismo são completamente divergentes. 

Esta divergência deve ao fato de como surgiram as Igrejas que fazem partes destes dois segmentos.

Da mesma forma que a origem da teologia transita entre o protestantismo e o berço catolicismo, as denominações protestantes também nasceram das reformas; e as reformas não foram no segmento pentecostal visto que nem mesmo os pais da Igreja “protestante” conhecem a origem da Igreja pentecostal. Algumas denominações reclamam para si a paternidade do pentecostalismo.

Ambas são partes que formam a Igreja de Cristo, isto deve ser observado, porem elas muito em comum alem da fé confessa.

A ética é antagônica em vários aspectos da conduta cristã, e isto pode ocorrer pelas formas que os segmentos religiosos cristãos surgiram.

Se a definição de ética evangélica atribuirmos o sentido de hábitos e costumes, não há necessidade de fornecer detalhes, os três segmentos mais influentes do cristianismo brasileiro falam por si só, a saber: o pentecostalismo, o protestantismo e o neo-pentecostalismo.

O antagonismo nesta linha de pensamento se dá pela forte oposição de idéias, os diferentes sistemas religiosos, e outras divergências tais como as doutrinarias, litúrgicas e teológicas, que são toleráveis e não se torna uma ameaça à existência de nenhuma delas.

É ambígua porque a leitura que se faz dos mandamentos Bíblicos tem conotações diferentes, ou seja, duplicidade de sentido, e este fenômeno aplicam se da exegese a hermenêutica tanto dos textos Bíblicos como da definição dos parâmetros doutrinários.

Uma mesma questão pode ter compreensões diferentes, e estes diferentes ponto de vista é o modus vivendi que impera nos três segmentos religiosos, pentecostalismo, protestantismo e neo-pentecostalismo que juntos formam o cristianismo no Brasil. 

Observe um exemplo de ambiguidade ética influente na filosofia do cristianismo brasileiro: 

1. O que é preciso fazer para herdar a salvação? 

Protestantismo

      1.  Crer no Senhor Jesus e ser batizado, será salvo.

      2.  Não basta somente crer e ser batizado, sem a santificação não há salvação.

      3.  Somente pela fé podemos herdar a salvação.

      4.  Pela graça sois salvos, mediante a fé.

      5.  Nda

         

2. O que é preciso fazer para herdar a salvação? 

Pentecostalismo

      1.  Crer no Senhor Jesus e ser batizado, será salvo.

      2.  Não basta somente crer e ser batizado, sem a santificação não há salvação.

      3.  Somente pela fé podemos herdar a salvação.

      4.  Pela graça sois salvos, mediante a fé.

      5.  Nda

         

3. O que é preciso fazer para herdar a salvação? 

Neo-Pentecostalismo

      1.  Crer no Senhor Jesus e ser batizado, será salvo.

      2.  Não basta somente crer e ser batizado, sem a santificação não há salvação.

      3.   Somente pela fé podemos herdar a salvação.

      4.  Pela graça sois salvos, mediante a fé.

      5.  Nda

Parece insignificante, mas, não é; uma aparentemente simples questão fundamenta um sistema teológico totalmente distinto e complexo, cuja retrospecção histórica retroage a um ponto X em comum, neste caso, o inicio da Igreja; e a ética conforme a tese em que ela se apropria e se aplica na condução do povo a um objetivo, torna se uma combinação ambígua e antagônica produzida por diferentes pontos de vista, que varia da ótica da visão até a interpretação que se faz de único saber existencial.

Se a ética evangélica pode ter se tornada antagônica e ambígua, fazendo uma releitura do conceito aplicado neste ensaio, e mudando para o foco pejorativo da conduta moral da sociedade, a resposta também é afirmativa.

Temos que refletir racionalmente e atentar para não criar um paradigma que venha estigmatizar a ética cristã, porque se padronizarmos a ética cristã e a ética moral e um único conceito, podem cometer disparates irreparáveis; se a ética cristã percebe- se um cristianismo onde a igreja demonstra se preocupada com fatores estritamente sócio-moral, como ações que caracterizam desvios de conduta, como a pratica de pedofilia, lei da homofobia, aborto, pornografia, divórcio; temos que admitir antes de concluir, que estes casos de desvios de conduta, é reflexo deturpado da moral individual; não da ética evangélica.

Não podemos confundir a ética evangélica com a ética moral, a não ser quando ela é coletiva; por exemplo, se um segmento cristão defende um conceito como os citados no parágrafo anterior como pratica legal da Igreja, ai sim pode afirmar que a ética evangélica está realmente comprometida. Por motivo de integridade intelectual, não se podem menosprezar esses assuntos.

A liberdade de expressão, não pode se opor aos princípios da santidade da vida humana cristã, a pureza sexual e a importância do matrimônio são valores inegociáveis do cristianismo.

Estas iniquidades devem ser combatidas pela igreja, e temos motivos de fato para nos preocupar. É natural que uma inquietação mova a maior parte da igreja, porque essas não são as únicas transgressões que a Bíblia denuncia e condena; há iniquidades gravíssimas quanto às supramencionadas, mas elas não estão passando despercebidas; é prudente e necessário ser analisadas pela critica da razão e não pelo calor da emoção; estas deturpações têm se disseminado, mas, não é um quadro crônico no Brasil.

Portanto a ética evangélica não pode ser responsabilizada por fatores desta gravidade, muito afirmar que ela está comprometida a tal ponto não de não tem mais forças para restaurar a dignidade cristã. 

Solução imediata para estes casos nunca haverá, são reflexos individuais da humanidade, e que se há de fazer é combater os focos existentes, para não comprometer o prestigio que a fé cristã construiu durante o tempo de existência da Igreja. 

Conclusão: 

A ética evangélica, a moral e a social vêm sendo exploradas através dos expositores do pensamento de forma a criar uma verdadeira balburdia intelectual, e isto só não tem maior projeção porque ela é produzida por uma minoria insignificante se compararmos ao senso religioso que forma a sociedade cristã. A sua linguagem erudita e versátil confunde até as próprias mentes idealizadoras do saber teológico e filosófico.

Há quem culpa a ética pelos distúrbios sociais, políticos e religiosos ou é ela que vai transformar as sociedades numa justa harmonia, e ate há quem pensa que a ética evangélica deve mudar a nacional e cultural.

A confusão fica ainda maior quando ela vem precede ou procede a uma frase em latim do tipo “ecclesia reformata et semper reformanda”, se esta frase remete ao pensamento de reinventar um novo conceito que transforme a Igreja numa ideal para o padrão cristão, não tem relação nenhuma com a ética, e se ela indica que o agente da reforma não é ela própria, mas, sim o Espírito de Deus, nada tem haver também; e ética deve ser entendida como um mecanismo que conduza a Igreja para o alvo que a destina que é o encontro com o seu fundador, que não é Pedro, portanto ela deve agir como preparativo espiritual, que é uma forma de aprendizado, que necessita obedecer e cumprir regras, renunciar e abdicar de costumes malévolos a saúde espiritual, e desempenhar a função que ela devia, mas, que não cumpre, que é o de explicitar, o que o pecado tem em comum com os costumes e hábitos, (social, político, e cultural).

Se o cristão deve ser diferente dos que não são, é publico e notório que o estilo de vida dele deve ser diferente dos demais, e isto se expressa através dos hábitos e costumes que ambos tem em comum. 

Se para alcançar a salvação basta aceitar a Cristo e ser batizado, até aqui, não vejo nenhuma diferença; porque até então subtende se que toda as pratica do cristão são semelhantes ao do outro que não é, então não houve regeneração e nem mudança hábitos, renascimento de quem recebeu a graça pelo batismo ou pela penitência se resume em apenas um mergulho em nome do Pai, do Filho e Espírito Santo.

E aqui é quer verdadeiro campo de atuação da ética evangélica; e não mudar o seu discurso para criação de projetos sociais, reconstrução da sociedade, interferir diretamente na política para mudar os rumos da humanidade, porque estes desígnios pertencem a Deus.

Nem o próprio Cristo veio para mudar; ele veio ensinar uma maneira com agradar a Deus e como recompensa por isto herdar a salvação; isto quer dizer que existe na verdade um outro lugar, que ele não aconselha que para não ir, e que justamente o que a maioria não acredita que existe.

Gostaria que a definição de ética não fosse nada disto, porque se não for, nada vai me convencer a aceitar uma outra realidade que não seja esta; a de que devo conduzir as pessoas a realidade de que para tudo há um preço a se pagar, e é sobre este preço a pagar é que devo ensinar como fazê-lo; isto é conduzir à algum lugar, isto é ética. 

Imagem:  1 https://www.slideshare.net/nstearns/ethos-40311017 

 

Em Cristo.

 

Shalom.

 

"Feito perfeito, é imperfeito; como criação, o meu eu; natureza humana! C. A. Dias. 

 

 

 

 

Licença Creative Commons
Ensaio Teológico II - A Ética Evangélica -  por Teologo Cornelio A.Dias está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Não Comercial - Sem Derivações 4.0 Internacional. Baseado no trabalho disponível em https://oportaldateologia.org/ensaio-teologico-ii-a-etica-evangelica Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em mail oportal@oportaldateologia.org

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I Ts. 2 • 7 • Pois o mistério da iniquidade já opera; somente há um que agora o detém até que seja posto fora;

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As taças da ira de Deus vão

se derramar sobre a terra! 

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visa chamar a vossa atenção sobre

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Os elementos ardendo  

em breve se fundirão.

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Um corpo celeste, 

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A FALSA DOUTRINA DA PRÉ-TRIBULAÇÃO  

Qual doutrina bíblica é a

mais viável para você?

A Meso-tribulação?

[Arrebatamento no meio

da tribulação]

ou a Pós-tribulação?

[Arrebatamento

Em qual delas acontecerá

o Arrebatamento da Igreja!

Será ou não antes da tribulação?

Ou depois da tribulação?

Reflita! 

Reflexão do O Portal 

 Texto flutuante

 

       2013

O oitavo Rei foi eleito.

             

A besta que era e já não é, é também o  oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição Apocalipse cap. 17 - 11.

E o sangue de muitos inocentes ainda haverá de ser derramado.              

Guerreiros feridos são condecorados com Láureas de sangue.

Os soldados do Exército do Rei dos Reis, porém herdarão uma coroa de ouro, e a vida eterna.

A Nova Ordem Mundial está chegando e virá para cumprir o seu dever a rigor.

Quem quiser se livrar dela terá que aceitar a sua marca. 6 6 6 em troca da sua alma.

Revelação 13. 1 – Vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] 7. Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. “Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”

Yeshua.

 O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que  isto lhe custar a própria vida.

"Permaneça fiel até a morte, e Eu lhe darei a Vida como Coroa. Revelação 2.10.

Yeshua".

 

Leia o Artigo: O sétimo milênio e o fim da humanidade.

Oriente-se.

 

Por: Cornelio A.Dias

Março de 2013.

 

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