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atualização de 31/12/2020  

Ychzek'el

 

9.  3 - 4

3: Então a Glória do começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa.

Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura. 

O Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. 

 

Ezequiel  

 

9.  4. 

Adonai lhe disse "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".

 

 

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Psicologia do fanatismo por Olavo de Carvalho
Psicologia do fanatismo por Olavo de Carvalho

Psicologia do fanatismo

Olavo de Carvalho


Jornal da Tarde, 21 de novembro de 2002

Victor Frankl descrevia o fanático por dois traços essenciais: a absorção da individualidade na ideologia coletiva e o desprezo pela individualidade alheia. "Individualidade" é a combinação singular de fatores que faz de cada ser humano um exemplar único e insubstituível.

Há individualidades mais e menos diferenciadas. Quanto mais diferenciadas, menos podem ser reduzidas a tipicidades gerais e mais requerem a intuição compreensiva da sua fórmula pessoal. Isto se observa, mais nitidamente, na obra dos grandes artistas e filósofos, para não falar dos santos e profetas..

É só de maneira parcial e deficiente que a personalidade criadora se enquadra em categorias gerais como "estilo de época", "ideologia de classe", etc., que os cientistas sociais inventaram para falar de médias humanas indistintas, mas que o estudioso medíocre insiste em aplicar como camisas-de-força a tudo o que vá além da média.

Nessa insistência já se manifesta, em forma disfarçada e socialmente prestigiosa, o fanatismo definido por Frankl.

Boa parte da "ciência social" de hoje não é senão o recorte das individualidades segundo a medida da mediocridade-padrão.

Antonio Gramsci, que limitava o papel dos seres humanos ao de agentes ou pacientes da luta de classes -- excluindo os incatalogáveis como aberrações ou como resíduos arqueológicos de etapas anteriores da mesma luta --, foi, nesse sentido, um gênio da mediocridade e um codificador-mor do fanatismo.

A palavra "fanático", aplicada ao fundador do PCI, parecerá insultuosa e inaceitável aos que, como bons medíocres, só entendem "fanatismo" na acepção vulgar e quantitativa da exaltação frenética.

O verdadeiro fanatismo, ao contrário, é inteiramente compatível com a serenidade do tom e enverga, não raro, convincentes sinais de "moderação".

O fanático não precisa ser irritadiço, nervoso ou hidrófobo.

Apenas, ele está tão afinado com a ideologia coletiva que ela basta como canal para a expressão de seus sentimentos, vivências e aspirações, sem nada sobrar daquele hiato, daquele abismo que o homem diferenciado vê abrir-se, com freqüência, entre seu mundo interior e o universo em torno.

Ele pensa e sente com o partido, ama e odeia com o partido, quer com o partido e age com o partido.

Tudo o que no seu ser escape dessa bitola é desimportante ou doente. Nossa época e nosso país acrescentaram a isso um trejeito grotesco que assinala a última rendição da alma: o militante enxerta a sigla da agremiação no seu nome de batismo, tornando-se "Joãozinho do PT", "Mariazinha do PT". Nem o velho Partidão chegou a tanto.

A filiação partidária já não é a simples aprovação crítica e condicional que a personalidade autônoma dá a certas idéias políticas: tornou-se o fator estruturante e a essência vivificadora da personalidade mesma, que sem ela tombaria como um saco vazio.

A função nomeante e definidora, antes reservada às famílias, às profissões e às regiões, cabe agora ao partido.

Ao mesmo tempo; a filiação dá ao fanático uma localização e um ponto de apoio no espaço externo: pela ideologia coletiva ele se integra tão bem no mundo, que nunca se sente isolado e estranho senão pelo curto intervalo de tempo necessário a reconquistar o sentido da sua missão partidária e de seu lugar na História, jogando fora com desprezo o momento de "morbidez". Jamais deslocado neste mundo, ele não aspira a nenhum transmundo senão sob a forma de um futuro cronológico a ser realizado neste mesmo plano de existência.

Nada o arraiga mais profundamente na temporalidade, no histórico, do que sua rejeição do presente, contra o qual ele brada: "Um outro mundo é possível", querendo dizer, precisamente, que se trata deste mesmo mundo, tão logo subjugado pelo seu partido.

Kant, com ironia involuntária, denominava o espírito da Revolução "sabedoria mundana".

A compressão do infinito no finito não poderia ser mais explícita do que no verso do poeta comunista Paul Éluard: "Há outros mundos, mas estão neste." Não poderia? Poderia.

Gramsci já apregoava "a total mundanização do pensamento".

O fanático, nesse sentido, é desprovido daquela solidão, daquela profundidade, daquela tridimensionalidade próprias dos que "estão no mundo, mas não são do mundo".

Ele, ao contrário, pode "não estar" no mundo, mas, com toda a intensidade do seu ser, "é" do mundo.

Num próximo artigo mostrarei como isso torna o fanático incapaz de perceber a individualidade alheia.

 

Olavo de Carvalho


Jornal da Tarde, 21 de novembro de 2002

 

Ainda o fanatismo

Olavo de Carvalho


Jornal da Tarde, 05 de dezembro de 2002 

            O segundo traço da personalidade fanática, assinalado por Victor Frankl, é o desprezo pela individualidade alheia.

           A estrutura da individualidade manifesta-se antes de tudo como hierarquia de metas vitais, diversa em cada ser humano.

           O que é essencial para um é secundário para outro. Mas todas as metas refletem, de algum modo, algum valor universal, que pode ser reconhecido e apreciado por quem não as compartilhe. Não quero necessariamente para mim o que você quer para você, mas reconheço que querê-lo é bom para você.

           O homem que deseja a riqueza aprecia o que busca o conhecimento, este respeita o que busca a perfeição artística, a felicidade no casamento, o sucesso político, etc.

           Um mesmo homem pode, de modo simultâneo ou sucessivo, perseguir objetivos diversos, cada um deles traduzindo, na situação do momento, os mesmos valores de base. Para o fanático, só há um objetivo autêntico: as metas do seu partido ou seita.

           As outras nada valem em si mesmas, tornando-se boas ou más conforme se ajustem ou se afastem daquelas. Digamos, por exemplo, a caridade. Para quem a cultue, ela é, por si, a meta, o valor e o critério supremo das ações.

           Para o esquerdista fanático, ela é um símbolo inócuo, que adquire valor positivo ou negativo conforme seu uso político.

           Num momento pode ser condenada como ilusão individualista burguesa, noutro enaltecida como virtude máxima do cidadão, conforme apareça como alternativa autônoma ou como prática social integrada na estratégia de esquerda, como aconteceu com a "campanha do Betinho".

           Se, no entanto, você insiste em reafirmar seus próprios critérios, independentemente do serviço ou desserviço que prestem às metas políticas que ele tem em vista, o fanático tem de ignorar você como irrelevante ou enquadrá-lo como inimigo.

           Reconhecer seus objetivos vitais como independentes, ah!, isto não. Nunca.

           Esse reconhecimento equivaleria a fazer do sacrossanto ideal político que ele cultua um simples valor vital entre outros, e isto é precisamente o que ele não pode admitir de jeito nenhum.

           Daí que ele seja incapaz de compreender os outros nos próprios termos deles. Ele tem de traduzi-los na linguagem do seu próprio ideal, isto é, reduzi-los a amigos ou inimigos do partido, e julgá-los em função disso, por menos que caibam nesse molde pré-fabricado.

           Eric Voegelin, quando jovem, não era a favor nem contra o racismo. Era a favor da ciência histórica.

           Estudou a história da ideologia racista e, tendo concluído que ela não tinha nada a ver com a realidade biológica das raças, publicou essa conclusão num livro. Mas, para os nazistas, a ciência histórica não era um critério autônomo admissível.

           A história tinha de ser a favor do partido ou contra ele. No dia seguinte, a Gestapo estava no encalço de Eric Voegelin.

           Boris Pasternak não era a favor nem contra o socialismo. Era a favor da boa poesia lírica, da expressão genuína dos sentimentos humanos. Mas, para o fanático socialista, isso não vale como critério autônomo.

           A poesia lírica, se não serve ao socialismo, serve aos inimigos do socialismo. Pasternak foi condenado à prisão como inimigo do Estado soviético.

           O que o fanático nega aos demais seres humanos é o direito de definir-se nos seus próprios termos, de explicar-se segundo suas próprias categorias.

           Só valem os termos dele, as categorias do pensamento partidário. Para ele, em suma, você não existe como indivíduo real e independente.

           Só existe como tipo: "amigo" ou "inimigo". Uma vez definido como "inimigo", você se torna, para todos os fins, idêntico e indiscernível de todos os demais "inimigos", por mais estranhos e repelentes que você próprio os julgue.

           Eu, por exemplo, já fui catalogado pelos esquerdistas como parceiro ideológico do sr. Lyndon LaRouche, que por sua vez me considera um porta-voz de tudo o que ele abomina.

           Haverá como explicar a ele ou a eles que não tenho nada a ver com isso?

           As intenções pessoais da vítima, aí, desaparecem por completo. Se, por exemplo, você é contra o socialismo por motivos morais e filosóficos que nada têm a ver com o interesse das "classes dominantes" que o socialista diz combater, pouco importa: para ele, você é um ideólogo das classes dominantes.

           E, se você responde que o que está em jogo para você é algo de completamente diverso, ele nem lhe dá ouvidos: você já está catalogado, e catalogá-lo é o máximo de gentileza que ele pode conceder a alguém que, aos olhos dele, só serve precisamente para isso.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/12052002jt.htm  

http://old.olavodecarvalho.org/semana/11212002jt.htm   

 


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Destaque OPortal

A chamada no gif abaixo visa alertar sobre um grave evento que vai acontecer:

São elementos ardentes que se fundirão sobre terra: Cuidado!

Os corpos celestes explodirão sobre a atmosfera e cairá sobre a terra como chuva de pedras fogueadas. Haverá terrível destruição.

Tema Central d'OPortal

Leia

A falsa doutrina da pré-tribulação

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Questione-se: 

Conforme cita a bíblia qual é das doutrinas a que julga ser a mais viável pra você  biblicamente? 

Mezo-tribulação 

A Igreja será arrebatada ou não no meio da tribulação?

Pós-tribulação   

Em qual delas a Igreja de Cristo vai ser elevada?

Pré-tribulação  

A Igreja ela não verá este juízo que  virá sobre a face da  terra.

Qual é a certeza de que não vai estar aqui neste dia mais terrível da humanidade ?

Reflexão 

O Portal

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Reflexão!

2013 - 2022

O oitavo rei

A besta do mar conforme descreve a profecia de:  Ef: 6 - 11 - 13.

ela faz referência às duas principais hierarquias do reino do mal que domina o mundo físico e espiritual desde a origem do pecado no Éden.

São eles os: “Os principados” que são as ordens celestiais malignas superiores constituídas por demônios de todas  e as hierarquias ou seja; é uma casta formada pelos seres que eram  dantes angelicais que foram lançados na terra quando o ex-querubim lúcifer intentou usurpar o trono de Deus; estes são as miríades ou legiões enquanto que as "Potestades"  são as classes humanas de governantes que regem os países do mundo sob o domínio secular de controle espiritual total do demônio; como por exemplo o falso profeta que ou a besta do mar e o anticristo a besta da terra e os demais reis tirânicos existentes! Conforme rege:

2 Corintios 4:4Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 

O sangue inocente "de muitos cristãos" ainda terá que ser derramado no mundo até que o último fiel seja morto na terra pelo crime hediondo de servir a Deus e confessar Jesus como Cristo Rei e Senhor conforme registra

Apocalipse 6: 9 -11: que diz:

9: E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.

10: E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo e Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue e dos que habitam sobre a terra?

11: E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que hão de serem mortos  como eles foram.

São soldados do Rei dos Reis todos aqueles que pela sua fé em Cristo forem perseguidos e mortos no mundo pelo exército de satanás nesta antiga batalha espiritual entre o bem e o mal; por não se prostrarem diante das potestades da terra prestando lhes adoração e submissão total as suas leis, que são:

Os fiéis; os cristão guerreiros que serão presos; feridos ou mortos nesta guerra espiritual secular que virá com força total sobre a terra contra os soldados do Deus altíssimo.

Os que forem mortos; estes não vão ser laureados com medalhas de sangue como fazem os exércitos seculares; e "nós" os que provarmos o dano da primeira morte na terra; vamos receber uma Coroa de Glória com os nossos nomes gravados nelas e reinaremos com Cristo por toda a eternidade; na Nova Jerusalém que descerá do céu e ocupará o espaço físico desta terra pois ela será lançada no lago de fogo e enxofre no Juízo Final após o governo milenar de Cristo aqui no mundo; por toda eternidade!

A Nova Ordem Mundial através do Falso Profeta já está em plena e intensa atividade e teve inicio em 2013 com a "assençao" do ultimo Papa do Vaticano; que cumprirá o seu dever com todo o rigor. A sua marca já está sendo aceita é voluntariamente por muitos nos países no mundo e já estamos no tempo em que ela vai ser obrigatória para todos!

E quem quiser livrar-se "desta lei que será a pior perseguição que já houve na terra terá que aceitar a marca para poder comprar ou vender e ter a liberdade em troca pela sua alma!

Revelação 13. 1 – E vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”“.

O oitavo rei ele é a besta do mar e o falso profeta do Apocalipse 18:2 que assumiu o trono da perdição em 2013 no Vaticano cujo País é a Babilônia “espiritual” no mundo secular. O número que ele simboliza é o: 6 6 6; o ultimo Papa.

O Rei dos reis será o próximo e estará voltando a qualquer momento conforme os sinais biblicos forem se cumprindo; como por exemplo a marca da besta que no metaverso que já é real no universo que excede as barreiras físicas do mundo real no caminho de um verdadeiro mundo virtual.

Portanto: espere por Ele mesmo que isto vier lhe custar à sua própria vida.

Oriente-se!

Março de 2013 ⇔ 2022

Por: Cornelio A.Dias

 

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