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A santificação sob a perspectiva da bíblia-introdução: Aqui

 

 Edição em destaque

 

Parte Final

 

 

 

Leia

atualização de 31/12/2020  

Ychzek'el

 

9.  3 - 4

3: Então a Glória do começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa.

Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura. 

O Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. 

 

Ezequiel  

 

9.  4. 

Adonai lhe disse "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".    


Jesus, os Apóstolos e os primeiros Cristãos
Jesus, os Apóstolos e os primeiros Cristãos

1. A situação política da Palestina nos tempos de Jesus 

Importa sublinhar que efetivamente a Bíblia "concretamente os evangelhos" não dizem nada acerca do dia, do mês e do ano em que nasceu Jesus.

À primeira vista podemos ficar impressionados com o fato de não ter ficado registrado em lado nenhum um fato mais marcante da história de toda a humanidade.

Tão marcante e tão importante que dividiu a história num antes de Cristo e num depois de Cristo.

No início a Igreja estava mais preocupada em celebrar a Morte e Ressurreição de Jesus do que o seu nascimento.

Para ser neste dia, foi tido em conta o fato de no império romano a 25 de Dezembro se celebrar uma Festa em honra do deus Sol, no solstício de Inverno.

Nessa festa, tinham destaque o fogo e a luz: grandes fogueiras eram acesas para ajudar o Sol à «levantar-se» de novo por cima do horizonte.

A Igreja de Roma e outras igrejas mais próximas, ao escolherem uma data para celebrar o nascimento de Jesus, elas aproveitaram esta data pagã para cristianizarem, tendo em conta o conteúdo bíblico da luz.

Os teólogos e pregadores desta altura não se cansam de afirmar que o verdadeiro Sol é Cristo e não um deus qualquer.

A estas motivações não deve ser alheio também um argumento político de Constantino, pois ao colocar a festa de Natal neste dia, o imperador agradava a pagãos e a cristãos, e deste modo apresentava mais um argumento para a união de povo do seu vasto império.

Entretanto Jesus viveu em Nazaré a existência dum judeu piedoso, praticando a Lei, segundo o espírito dos fariseus, os mais religiosos dos judeus. Por volta dos anos 27- 28, aconteceu o Seu batismo por João Batista e inaugura os seus dois ou três anos de vida pública. Condenado pelas autoridades religiosas foi crucificado pelos Romanos no dia 7 de Abril do ano 30.

Nessa época era imperador de Roma Tibério "14 - 37", governador romano da Palestina Pilatos "26-36" e Sumo Sacerdote Caifás "18 - 36".

Terá, por isso, morrido com cerca de 36 anos de idade.Com a morte de Herodes – o Grande - o reino foi dividido entre os seus três filhos: Arquelau recebeu a Judeia, a Idumeia e a Samaria; Herodes Antipas recebeu dois territórios separados - a Galileia e a Pereia; Herodes Filipe recebeu os territórios de nordeste – Gaulanítide, Bataneia, Traconítide e Auranítide.

A irmã de Herodes, Salomé, recebeu o território de Jâmnia-Azoto "cf. Suplementos da Difusora Bíblica".

Arquelau, que recebeu a maior parte, tornou-se impopular por causa do seu governo despótico e brutal.

Foi deposto e desterrado para as Gálias no ano 6 d. C. O seu território foi anexado à província romana da Síria, tendo por isso beneficiado de uma administração especial dirigida por um procurador que exercias as funções supremas de Justiça.

À comunidade religiosa de Jerusalém reconhecia-se o direito de julgar os seus próprios assuntos no Sinédrio, contudo o cumprimento das penas capitais cabia ao procurador romano.

Neste contexto, os judeus esperavam a vinda de um rei messiânico inspirado nos antigos profetas, mas no decorrer de tantos séculos de dominação estrangeira passou a esperar um libertador político, um Messias vitorioso que poria fim a essa dominação.

 

2. Morte e ressurreição de Jesus. situação política da Palestina nos tempos de Jesus

Jesus não era esse libertador político, não era o Messias esperado. O fato de Jesus ter reconhecido, diante de testemunhas, que era o Messias e o Filho de Deus quando interrogado pelo Sumo Sacerdote Caifás "Mc. 14. 61" bastou para condená-lo à morte por blasfêmia. De acordo com as leis em vigor, a sentença devia ser confirmada e executada pelo procurador romano.

Na época Pôncio Pilatos "nessa função de 26 a 36 d.C".Os apóstolos de Jesus também não entenderam a sua morte porque o Messias não devia morrer, e menos ainda ser crucificado.

Por isso todos fugiram desiludidos e com muito medo das consequências que podiam sofrer. Nem sequer estão junto à cruz "à exceção de João". E quando foi para O sepultar, foi José de Arimateia, membro do Sinédrio, que assumiu esse encargo "Lc. 23.  50 - 52". Lucas relata, neste contexto, a saída de dois discípulos de Jerusalém para Emaús.

Uma saída que se justifica porque eles já não esperam mais nada… Afinal Jesus era apenas mais um profeta "Lc. 23. 13".

Basta esta descrição para compreendermos o que teria acontecido se Jesus não tivesse ressuscitado. Mas a verdade é que Jesus ressuscitou e o único fato histórico que possuímos é a transformação ocorrida nos seus discípulos.

Antes covardes e temerosos agora decididos e audazes a proclamar a ressurreição do Mestre.A ressurreição é uma realidade profunda e transformante que implica a nossa fé.

A ressurreição de Jesus não foi uma reanimação do corpo "como Jesus fez com a filha de Jairo e com Lázaro", mas é o encontro entre Deus vivo e Jesus Morto.

Um encontro tão intenso que só, deste modo, pode explicar que a fé pascal tenha realizado umas mudanças tão radicais, primeiras nos apóstolos e depois em todos aqueles que, ao receberem essa força, ficaram cristianizados.

O primeiro anúncio da ressurreição foi feito por Pedro no Pentecostes "At. 3. 12 - 16". Este discurso mostra como a força desta boa nova da ressurreição "Evangelho" é comunicada aos homens e interpela os ouvintes.

É precisamente à luz deste acontecimento pascal "páscoa-passagem" que a vida e a morte terrenas de Jesus se ilumina, tomando um significado que até aí tinha passado despercebido aos apóstolos.

Agora o Mestre tinha-se convertido em Messias. O Jesus de Nazaré passa a ser reconhecido como o Cristo "ou Messias".Efetivamente, sem a ressurreição não haveria cristianismo. E, se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vazia, e vazia é também a nossa fé "1 Co. 15. 14".         

3. As primeiras comunidades cristãs 

O livro dos Atos dos Apóstolos relata que, depois da proclamação da Boa Nova por Pedro no dia de Pentecostes, os seus ouvintes não ficaram indiferentes. Pedro disse que eles se deviam converter recebendo o Batismo em nome de Jesus Cristo.

E contam os Atos que só naquele dia se juntaram aos discípulos cerca de três mil pessoas "At. 2: 41".

O judaísmo daquele tempo era plural, e essa primitiva comunidade de Jerusalém aparecia mais como um grupo judeu: eram fiéis às práticas da religião judaica, frequentavam o Templo. Embora tivessem as suas próprias reuniões, especialmente para a «fração do Pão», isto é, a Eucaristia. Basta ler a famosa passagem de "At. 2. 42": Eram assíduos ao ensino dos apóstolos, à união fraterna, à fração do pão e às orações.

Essas primeiras comunidades eram constituídas por dois grupos diferentes de judeus: uns eram hebreus de língua e cultura semítica; outros helenistas de língua e cultura grega. Estes últimos tinham uma atitude mais crítica e livre para com o Templo e os costumes judaicos. Obs: Os helenistas são as pessoas de origem judaica que vivia fora da Palestina e falavam normalmente a língua grega. Os hebreus são judeus que falam o aramaico. Os helenistas usam a bíblia grega e os hebreus usam a bíblia hebraica.

A primeira perseguição dirigiu-se, precisamente contra os helenistas, que tiveram de fugir de Jerusalém depois da morte de Estevão e, por este motivo, tornaram-se os primeiros missionários "At. 11. 19. 20". Foram até à Fenícia, Chipre e Antioquia.

Esta comunidade de Antioquia viria a tornar-se decisiva no desenvolvimento do cristianismo, porque foi em «Antioquia que pela primeira vez os discípulos foram designados com o nome de ‘cristãos’» "At. 11. 26".

Esta referência indica que a Igreja começa a distinguir-se claramente da Sinagoga.Conhecemos dois missionários dessa comunidade: Barnabé "judeu helenista" e Paulo "Judeu de Tarso".

Os helenistas de Antioquia constituem o fio do cristianismo e da Igreja que prevaleceu historicamente.

   Edição Junho 2016 

 

Em Cristo.

Shalon.

Por Cornelio A.Dias  

 

"Feito perfeito, é imperfeito; como criação, o meu eu; natureza humana! C. A. Dias.

 

 

              

 

 

Comentários

Licença Creative Commons
Jesus, os Apóstolos e os primeiros Cristãos 
do Teologo Cornelio A.Dias está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Não Comercial - Sem Derivações 4.0 Internacional. Baseado no trabalho disponível em https://oportaldateologia.no.comunidades.net/jesus-os-apostolos-e-os-primeiros-cristaos Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em mail oportal@oportaldateologia.org

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Destaque OPortal

A chamada no gif abaixo visa alertar sobre um grave evento que vai acontecer:

São elementos ardentes que se fundirão sobre terra: Cuidado!

Os corpos celestes explodirão sobre a atmosfera e cairá sobre a terra como chuva de pedras fogueadas. Haverá terrível destruição.

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Leia

A falsa doutrina da pré-tribulação

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Questione-se: 

Conforme cita a bíblia qual é das doutrinas a que julga ser a mais viável pra você  biblicamente? 

Mezo-tribulação 

A Igreja será arrebatada ou não no meio da tribulação?

Pós-tribulação   

Em qual delas a Igreja de Cristo vai ser elevada?

Pré-tribulação  

A Igreja ela não verá este juízo que  virá sobre a face da  terra.

Qual é a certeza de que não vai estar aqui neste dia mais terrível da humanidade ?

Reflexão 

O Portal

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Reflexão!

2013 - 2022

O oitavo rei

A besta do mar conforme Ef: 6 - 11 - 13.

faz referência às duas hierarquias do mal que domina o mundo físico e espiritual desde a origem do pecado no Éden. São eles os “Principados” que são as ordens celestiais malignas superiores constituídas por demônios de todas as hierarquias ou seja; é uma casta formada pelos seres que eram angelicais e foram lançados na terra quando o querubim Lúcifer intentou usurpar o trono de Deus; eles são miríades ou legiões enquanto que as "Potestades" são classes humanas de Governantes que governam os países do mundo sob o domínio secular de controle espiritual total do demônio; como por exemplo o falso profeta que é a besta do mar e o anticristo a besta da terra e os demais reis tirânicos existentes!

O sangue inocente "do cristão" ainda terá que ser derramado até que o último fiel seja morto na terra por servir a Deus em Jesus Cristo conforme registra

Apocalipse 6:9-11: que diz:

9: E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.

10: E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?

11: E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que hão de serem mortos eles como eles foram.

São soldados do Rei dos Reis todos aqueles que pela sua fé em Cristo forem perseguidos e mortos no mundo pelo exército de satanás nesta antiga batalha espiritual entre o bem e o mal; por não se prostrarem diante das potestades da terra prestando lhes adoração e submissão total as suas leis, que são: 2 Coríntios 4: 4!

Os fiéis são os guerreiros que serão presos; feridos ou mortos nesta guerra espiritual secular que virá com força total sobre a terra contra os soldados do Deus altíssimo.

Os que forem mortos; estes não vão ser laureados com medalhas de sangue como fazem os exércitos seculares; "nós" os que provarmos o dano da primeira morte na terra; vamos receber uma Coroa de Glória com os nossos nomes gravados nelas e reinaremos com Cristo por toda a eternidade; na Nova Jerusalém que descerá do céu e ocupará o espaço desta terra pois ela será lançada no lago de fogo e enxofre no Juízo Final após o governo milenar de Cristo aqui no mundo; por toda eternidade!

A Nova Ordem Mundial através do Falso Profeta já está em plena e intensa atividade e teve inicio em 2013 cumprindo seu dever a rigor. A sua marca já está sendo aceita é voluntariamente por muitos nos países no mundo e já estamos no tempo em ela vai ser obrigatória para todos!

E quem quiser livrar-se "desta lei que será a pior perseguição que já houve terá que aceitar a marca para poder comprar ou vender e ter a liberdade em troca pela sua alma!

Revelação 13. 1 – E vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”“.

O oitavo rei ele é a besta do mar o falso profeta do em Apocalipse 18:2 que assumiu o trono da perdição em 2013 cujo; é a Babilônia “espiritual”. O número que ele simboliza é o: 6 6 6.

O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que isto venha lhe custar à sua própria vida.

Oriente-se.

Março de 2013 ⇔ 2022

Por:Cornelio A.Dias

Março de 2013. 2022

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