Translate this Page
  • Currently 2.01/5

Rating: 2.0/5 (3198 votos)




ONLINE
4




Partilhe esta Página





Busca OPortal

Clique⇒ mapa do site avançado
           Buscar no freefind

Email OPortal

 

oportal@oportaldateologia.org

cornelio.a.dias@oportaldateologia.org

 


https://files.comunidades.net/oportaldateologia/setad.gifÚltimas Edições

 

1. A emergente reascensão da escatologia. Leia

2. O que é o id 2020? O ID2020 é a Marca de Besta? Leia

3. As máscaras o covid-19 e a engenharia social Leia

4. Teoria da Conspiração e o humano QR-Code Leia

5. O Mundo pós-covid Projeto diabólico Leia

6. Como será a vida no futuro Leia

7. Admirável mundo novo Leia 

 


 

A santificação sob a perspectiva da bíblia-introdução: Aqui

 

 Edição em destaque

 

Parte Final

 

 

 

Leia

atualização de 31/12/2020  

Ychzek'el

 

9.  3 - 4

3: Então a Glória do começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa.

Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura. 

O Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. 

 

Ezequiel  

 

9.  4. 

Adonai lhe disse "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".    


À espera do verdadeiro shalom
À espera do verdadeiro shalom

À espera do verdadeiro shalom

Johannes Gerloff 

Tendo em vista as guerras intra-árabes e o terror intraislâmico, a focalização do público mundial sobre o conflito árabe-israelense beira o cinismo.

A oração Kaddish é muitas vezes chamada de oração fúnebre judaica por ser recitada nos funerais. Além disso, ora-se o Kaddish em memória a entes queridos falecidos. Na verdade, porém, essa oração, que engrandece, santifica e glorifica de modo especial o nome de Deus, é parte de toda liturgia da sinagoga. A expectativa de que Deus estabeleça o Seu reino e que o Messias possa vir “em nossos dias” faz parte do próprio fôlego da vida judaica. O Kaddish encerra-se com um brado aos céus: “Aquele que provê paz nas alturas proveja paz sobre nós e sobre todo o Israel!”

Talvez nenhum outro país ou povo experimente como Israel a falta de paz neste mundo, sofrendo com a sua ausência e ansiando pela verdadeira paz. Por que, apesar de tudo, a terra de Israel não sossega? Não há talvez nenhuma outra região tão focalizada em esforços pela paz. Por que até hoje todos esses esforços têm sido em vão?

Há milhares de anos a Bíblia requer: “Orem pela paz de Jerusalém!” Mesmo assim, para muita gente justamente essa cidade é símbolo de guerra e sofrimento, terror e lágrimas, muros, ocupação, luta por liberdade, extremismo, intolerância e fanatismo religioso. Ao longo dos seis milênios de sua existência arqueologicamente comprovada, essa cidade, que inclui a “paz” em seu nome, foi totalmente arrasada pelo menos duas vezes, 40 vezes destruída parcialmente, sofreu 23 cercos, foi atacada 52 vezes e conquistada ou reconquistada 44 vezes. Não há dúvida de que, ao longo de sua história, Jerusalém tem sido testemunha de cenários de horror. Em alguns pontos, os escombros amontoam-se até 14 metros de altura. Israelenses jovens e com ânimo de viver são hoje muito mais atraídos a Eilat, Tel Aviv ou Haifa do que às cidades sagradas de Siquém, Hebrom ou Jerusalém.

Quem for pesquisar a paz de Jerusalém, ou melhor, a falta dela, precisa ter em mente os parâmetros em relação aos quais a situação de Israel precisa ser avaliada. Em comparação com as expectativas bíblicas de paz, evidentemente a situação atual da capital do Estado de Israel se apresenta tenebrosa. Estamos longe de uma convivência pacífica de lobos e cordeiros, leopardos e bodes, leões e gado utilitário. A vinda do Messias, que determinará paz aos povos e enxugará toda lágrima, ainda está no futuro. O brado por paz da Kaddish “na terra tal como no céu” ainda carece de resposta. Mas será que isso se aplica apenas a Jerusalém? Não se trataria da condição do mundo inteiro?

Vivemos em um mundo carente de paz. Em torno de Israel e muito além alastra-se um terrível banho de sangue. Segundo as mais cautelosas estimativas da ONU, só a guerra civil síria matou nos anos mais recentes mais pessoas do que todo o conflito árabe-israelense.

Em comparação com a violência intra-árabe e intramuçulmana, já muito antes da chamada “primavera árabe“ Israel era uma ilha de paz e estabilidade. Basta lembrar as “Camp Wars” no Líbano ao final da década de 1980, o modo como a família Assad “pacificou” cidades problemáticas como Hama ou o mais de um milhão de mortos da guerra Iraque-Irã. O rei Hussein da Jordânia matou durante o Setembro Negro de 1970 mais palestinos do que Israel nas sete décadas de sua existência. As convulsões no mundo árabe desde fins de 2011 fazem com que muitos israelenses reconheçam com gratidão: “Nosso país é um palacete de luxo em meio a uma selva mortífera”.

Mesmo numa comparação com muitas grandes cidades do Ocidente, Jerusalém fica bem posicionada. A cidade, cujo nome hebraico “Yerushalayim” significa algo como “Veremos a paz”, é de fato um modelo vívido de coexistência pacífica. Isso tanto mais se considerarmos quantas pessoas de características diferentes, quantas convicções religiosas, mentalidades, padrões de valor, teologias, ideologias e esperanças de futuro coexistem em Israel.

Não seria mais proveitoso para a paz apostar em medidas pragmáticas e melhorar as condições de vida das pessoas em vez de exigir a solução definitiva?

A Autoridade Suprema

Não seria mais proveitoso para a paz apostar em medidas pragmáticas e melhorar as condições de vida das pessoas em vez de exigir a solução definitiva?

Tendo em vista o modo como outros países administram seus próprios desafios de convivência, a focalização do público mundial no “conflito do Oriente Médio” beira o cinismo. Diante da realidade aqui descrita e da quantidade de vítimas dos diversos conflitos intra-árabes, a afirmação às vezes sugerida sub-repticiamente, às vezes abertamente declarada, de que o conflito de Israel com seus vizinhos árabes seria a mãe de toda inimizade, revela-se antes como mãe de toda hipocrisia. Talvez ocorresse o inverso se com uma – certamente utópica – solução de todos os outros conflitos aquele em torno de Jerusalém se resolvesse por si?!

Além disso, não seria talvez justamente a exigência de uma solução para um conflito aquilo que vive reacendendo os conflitos? Consideremos: uma solução requer que as pessoas assumam posições definidas, cujas consequências não raramente terão de ser suportadas pelas gerações futuras. Negociações de paz cuja meta seja um acordo de status definitivo fomentam desconfiança, temores ou até agressões. Será que, diante das realidades da nossa psique e do nosso ambiente, não seria bem mais favorável ao sossego e à paz exigir menos soluções de conflitos do que uma boa e consciente administração desses conflitos? Concretamente, isto significaria para a situação no Oriente Médio congelar as pomposas iniciativas de paz e tratar de melhorar as condições de vida das pessoas por meio de pequenos passos que todos pudessem acompanhar.

No entanto, apesar dessas considerações, permanece o fato de que as controvérsias em torno do Estado judeu têm causas que as tornam singulares. Não existe na Terra nenhum outro Estado cuja aniquilação seja explicitamente exigida por um membro da ONU, propagada abertamente e elevada à condição de política de Estado. É curiosa a tranquilidade com que essa incitação é aceita pela maioria dos outros membros da ONU.

O ódio mortífero que acompanha o povo de Israel desde o início da sua existência não tem paralelo. Ele se expressou pela primeira vez nos esforços do faraó egípcio de lançar os filhos recém-nascidos aos crocodilos do Nilo para serem devorados. A campanha de aniquilação do grão-vizir Hamã, descrita no livro bíblico de Ester, foi uma primeira referência de calamidade. Sem que se possa fundamentar esse ódio racionalmente, ele se estende ao longo da hostilidade aos judeus na antiguidade, passando pela Idade Média cristã para chegar ao antissemitismo de extração racista da atualidade, com seus atrozes efeitos.

Desde 1988, o Movimento de Resistência Islâmica declara em sua Carta: “O dia do juízo final não virá até que os muçulmanos combatam e matem os judeus, até que os judeus se escondam atrás de rochas e árvores, que clamarão: ‘Muçulmano, atrás de mim se esconde um judeu; venha matá-lo!’” Com isso, o Hamas exige não só o fim do Estado de Israel, mas a aniquilação do povo judeu no mundo inteiro. É preciso lembrar que esta é uma citação da tradição das declarações e dos atos do profeta Maomé, de caráter normativo mundial para os muçulmanos ao lado do Alcorão.

A oração judaica Kaddish clama: “Oseh Shalom BiMeromav“ – Aquele que provê paz nas alturas – “Hu Ya’aseh Shalom Aleinu” – proveja a paz sobre nós! Com isso, ao orar o judeu se afasta das noções terrenas e de propostas imanentes de salvação. Sua meta não é uma paz política negociada por homens. Trata-se da abrangente e profunda shalom das alturas. Mesmo em condições de calma política é evidente o fracasso dos esforços humanos quando a razão propriamente dita da intranquilidade remonta a escrituras sagradas que os incitadores da violência consideram revelação divina. Por isso, o único que realmente pode prover a paz também continua sendo aquele “nas alturas”: “Que ele proveja paz sobre nós e sobre todo o Israel! A isso” – assim termina o Kaddish – “responda amém! — Johannes Gerloff (factum-magazin.ch)

Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite março de 2017

 http://www.chamada.com.br/mensagens/verdadeiro_shalom.html

 

 

 

              

 

 

newline oportal

is lidas 2021-22

1. A Porta da Salvação. Leia

2. O Pão nosso de cada dia. Leia

3. Televisão: O olho mágico da besta. Leia

4. O que é heresia? Leia

5. Tecnologia 5G e o olho que tudo Vê. Leia

6. A era da sociedade charagma. Leia

7. Plano dos Illuminati rumo a Nova Ordem Mundial.  Leia

8. A chegada não reconhecida do falso profeta. Leia

9. Nova Ordem Mundial conforme a Bíblia. Leia

10. O que é o Anticristo? Quem será Ele? Leia

11. O anticristo conforme a bíblia. Leia

12. Como será a vida no futuro: Leia

Destaque OPortal

A chamada no gif abaixo visa alertar sobre um grave evento que vai acontecer:

São elementos ardentes que se fundirão sobre terra: Cuidado!

Os corpos celestes explodirão sobre a atmosfera e cairá sobre a terra como chuva de pedras fogueadas. Haverá terrível destruição.

Tema Central d'OPortal

Leia

A falsa doutrina da pré-tribulação

Link

Questione-se: 

Conforme cita a bíblia qual é das doutrinas a que julga ser a mais viável pra você  biblicamente? 

Mezo-tribulação 

A Igreja será arrebatada ou não no meio da tribulação?

Pós-tribulação   

Em qual delas a Igreja de Cristo vai ser elevada?

Pré-tribulação  

A Igreja ela não verá este juízo que  virá sobre a face da  terra.

Qual é a certeza de que não vai estar aqui neste dia mais terrível da humanidade ?

Reflexão 

O Portal

 texto flutuante

  

       


Reflexão!

2013 - 2022

O oitavo rei

A besta do mar conforme Ef: 6 - 11 - 13.

faz referência às duas hierarquias do mal que domina o mundo físico e espiritual desde a origem do pecado no Éden. São eles os “Principados” que são as ordens celestiais malignas superiores constituídas por demônios de todas as hierarquias ou seja; é uma casta formada pelos seres que eram angelicais e foram lançados na terra quando o querubim Lúcifer intentou usurpar o trono de Deus; eles são miríades ou legiões enquanto que as "Potestades" são classes humanas de Governantes que governam os países do mundo sob o domínio secular de controle espiritual total do demônio; como por exemplo o falso profeta que é a besta do mar e o anticristo a besta da terra e os demais reis tirânicos existentes!

O sangue inocente "do cristão" ainda terá que ser derramado até que o último fiel seja morto na terra por servir a Deus em Jesus Cristo conforme registra

Apocalipse 6:9-11: que diz:

9: E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.

10: E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?

11: E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que hão de serem mortos eles como eles foram.

São soldados do Rei dos Reis todos aqueles que pela sua fé em Cristo forem perseguidos e mortos no mundo pelo exército de satanás nesta antiga batalha espiritual entre o bem e o mal; por não se prostrarem diante das potestades da terra prestando lhes adoração e submissão total as suas leis, que são: 2 Coríntios 4: 4!

Os fiéis são os guerreiros que serão presos; feridos ou mortos nesta guerra espiritual secular que virá com força total sobre a terra contra os soldados do Deus altíssimo.

Os que forem mortos; estes não vão ser laureados com medalhas de sangue como fazem os exércitos seculares; "nós" os que provarmos o dano da primeira morte na terra; vamos receber uma Coroa de Glória com os nossos nomes gravados nelas e reinaremos com Cristo por toda a eternidade; na Nova Jerusalém que descerá do céu e ocupará o espaço desta terra pois ela será lançada no lago de fogo e enxofre no Juízo Final após o governo milenar de Cristo aqui no mundo; por toda eternidade!

A Nova Ordem Mundial através do Falso Profeta já está em plena e intensa atividade e teve inicio em 2013 cumprindo seu dever a rigor. A sua marca já está sendo aceita é voluntariamente por muitos nos países no mundo e já estamos no tempo em ela vai ser obrigatória para todos!

E quem quiser livrar-se "desta lei que será a pior perseguição que já houve terá que aceitar a marca para poder comprar ou vender e ter a liberdade em troca pela sua alma!

Revelação 13. 1 – E vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”“.

O oitavo rei ele é a besta do mar o falso profeta do em Apocalipse 18:2 que assumiu o trono da perdição em 2013 cujo; é a Babilônia “espiritual”. O número que ele simboliza é o: 6 6 6.

O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que isto venha lhe custar à sua própria vida.

Oriente-se.

Março de 2013 ⇔ 2022

Por:Cornelio A.Dias

Março de 2013. 2022

 https://www.dailymotion.com/video/x6e2rcw

 https://www.dailymotion.com/oportaldateologia

Pré-tribulação

O futuro do mundo

Nas Mãos Do Governo

Documentário 

Aqui

Pré-tribulação

Aqui

Abra esta Porta de Meditação, Louvor e Oração,

 

 

Clique aqui em:

 

 

Bíblia Online e Seleção de Louvores

 

TAU_ORIGINAL_PORTAL.png  

 

 

 

IMAGEM TEXTO