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atualização de 31/12/2020  

Ychzek'el

 

9.  3 - 4

3: Então a Glória do começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa.

Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura. 

O Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. 

 

Ezequiel  

 

9.  4. 

Adonai lhe disse "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".

 

 

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A política externa do Brasil: mais altiva
A política externa do Brasil: mais altiva

 

 

 

 

A política externa do Brasil: mais altiva e menos activa

 

A política externa é o último dos problemas que os brasileiros querem ver debatidos na campanha eleitoral. E, no entanto, o Brasil é demasiado grande para que as suas ambições mundiais não sejam sujeitas ao escrutínio internacional. Balanço rápido: apesar de tudo prevalece a “continuidade”. Se há diferenças com Dilma, elas são mais por omissão do que por mudança.

                
                                                                 
Dilma é critica pela sua falta de interesse pelas questões internacionais Ueslei Marcelino/Reuters

 

 

             

Olhando à distância das academias, o balanço da política externa do Brasil ainda pende para o lado da “continuidade”. As diferenças devem-se mais às circunstâncias internacionais, que mudaram radicalmente, do que a uma “revolução” na forma como o Brasil se relaciona com o mundo.

                        Com Fernando Henrique Cardoso no final do século passado, o Brasil conseguiu criar as bases de uma grande economia emergente e afirmou-se como um parceiro responsável do Ocidente na cena internacional. FHC considerava que o desenvolvimento económico do Brasil passava por uma boa relação com as democracias desenvolvidas. Não deixou por isso de marcar a tradição de “autonomia” do Itamaraty. Depois do 11 de Setembro, foi o primeiro líder mundial a criticar a “guerra ao terror” de George W. Bush, não por falta de solidariedade mas porque entendeu que era uma estratégia destinada ao fracasso. Negociou duramente com Clinton os termos da ALCA (Área de Comércio Livre das Américas). Tornou o Brasil respeitável na cena internacional.

Lula da Silva recebeu, em 2003, um país preparado para retomar o crescimento económico num mundo em plena transformação geopolítica. Quis fazer do Brasil um actor internacional de primeira grandeza, o que lhe foi relativamente fácil porque era um “ícone” mundial a quem toda a gente se rendia. Rodou a bússola da política externa da parceria com os países desenvolvidos para uma lógica de cooperação Sul-Sul com o objectivo de afirmar o mundo emergente perante uma ordem internacional dominada pelo Ocidente, que considerava injusta. Deu-se bem com George W. Bush e, curiosamente, menos bem com Obama. Foi a coqueluche do Ocidente mas agradeceu-lhe com algumas iniciativas que desafiaram abertamente a sua hegemonia. Acreditou que o Brasil era já capaz de intermediar conflitos que Washington não conseguia resolver. Enganou-se. Como escreveu Moisés Naim, antigo director da Foreign Affairs, “fartou-se de quebrar corações”. Quis liderar a América do Sul com demasiada condescendência para a Venezuela de Chávez e o novo populismo “bolivariano” e antiamericano. FHC tinha criado o Mercosul, à imagem do modelo de integração europeia, assente em princípios democráticos que Lula ignorou. Lançou as bases do IBAS (aliança entre as grandes democracias emergentes, Brasil, Índia e África do Sul) para criar uma frente unida contra europeus e norte-americanos nas negociações de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), hoje quase mortas e enterradas. Lançou as bases dos BRIC (BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China com a África do Sul) com o objectivo político de forçar o Ocidente a “democratizar” as instituições multilaterais criadas no pós-guerra e abrir espaço aos novos colossos económicos que a globalização permitiu, mas sempre sem pôr em causa abertamente a ordem criada pelas potências “estabelecidas” (outro traço “contínuo” da politica externa brasileira). Ganhou a Copa e os Jogos Olímpicos. Os académicos e analistas brasileiros dizem que exagerou, quando se juntou à Turquia numa iniciativa para negociar o programa nuclear iraniano com o então Presidente iraniano Ahmadinejad. Deu-se ao luxo de festejar com champagne a nova “entente” “e de desprezar publicamente as grandes manifestações de Teerão contra o “roubo” das eleições presidenciais, brutalmente reprimidas pelo regime dos Aytollah. Foi um fracasso que só serviu para irritar a América e que terá custado ao Brasil um pouco menos de boa vontade para apoiar a sua pretensão a um lugar permanente no Conselho de Segurança. A crise financeira que atingiu duramente as economias ricas do Ocidente fê-lo acreditar que o “declínio” ocidental seria mais rápido do que se veio a verificar. Anunciou que o Brasil seria a potência do século XXI. Os analistas consideraram que tinha ido longe de mais. Mas quando abandonou o Planalto, o Brasil mantinha a imagem da mais simpática das potências emergente.

Lula deixou a Dilma um Brasil prestigiado e uma economia a crescer 7,5 por cento ao ano, depois de ter ultrapassado facilmente o choque da crise financeira de 2008. O que fez a Presidente do seu legado? É aqui que os analistas encontram uma “descontinuidade”. Não tanto nos objectivos mas nas omissões.

A interrogação de partida é simples: Com Dilma o Brasil perdeu força na política internacional? A resposta mais repetida é a falta de interesse dela pelas questões internacionais que ultrapassem os interesses de curto prazo, sempre relacionados com a economia. Depois de dois líderes, FHC (um dos mais prestigiados sociólogos do século XX) e Lula (o operário que chegou ao Planalto), que desenvolveram uma intensa diplomacia presidencial, Dilma teria necessariamente uma imagem mais pálida. Mas isso não justifica tudo. Os críticos dizem que deixou um lugar vazio em múltiplos fóruns internacionais onde se define a nova arquitectura do poder mundial. Que “secou” o Itamaraty, cuja “pompa e protocolo” detesta, mas que ainda é um corpo de Estado com imensa experiência e prestígio. “Convidou Luíz Alberto Figueiredo   para substituir António Patriota pelo telefone a só reuniu com ele quatro meses depois”, diz Miriam Saraiva investigadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Admitem que a situação económica do país obriga-a a focar toda a sua atenção nos problemas internos. Sabemos quais são. A economia entrou em recessão técnica. As taxas de juro mantêm-se altas porque a inflação já está acima da meta fixada. A contestação à falta de serviços públicos de qualidade, quando os brasileiros pagam impostos “europeus”, mostrou-lhe que não basta erradicar a pobreza e criar uma nova classe média para que toda a gente fique feliz. Porque essa felicidade implica enormes expectativas que uma economia estagnada tem mais dificuldade em garantir.

Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/a-politica-externa-do-brasil-mais-altiva-e-menos-activa-1671677

 

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A chamada no gif abaixo visa alertar sobre um grave evento que vai acontecer:

São elementos ardentes que se fundirão sobre terra: Cuidado!

Os corpos celestes explodirão sobre a atmosfera e cairá sobre a terra como chuva de pedras fogueadas. Haverá terrível destruição.

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A falsa doutrina da pré-tribulação

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Conforme cita a bíblia qual é das doutrinas a que julga ser a mais viável pra você  biblicamente? 

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Pré-tribulação  

A Igreja ela não verá este juízo que  virá sobre a face da  terra.

Qual é a certeza de que não vai estar aqui neste dia mais terrível da humanidade ?

Reflexão 

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Reflexão!

2013 - 2022

O oitavo rei

A besta do mar conforme descreve a profecia de:  Ef: 6 - 11 - 13.

ela faz referência às duas principais hierarquias do reino do mal que domina o mundo físico e espiritual desde a origem do pecado no Éden.

São eles os: “Os principados” que são as ordens celestiais malignas superiores constituídas por demônios de todas  e as hierarquias ou seja; é uma casta formada pelos seres que eram  dantes angelicais que foram lançados na terra quando o ex-querubim lúcifer intentou usurpar o trono de Deus; estes são as miríades ou legiões enquanto que as "Potestades"  são as classes humanas de governantes que regem os países do mundo sob o domínio secular de controle espiritual total do demônio; como por exemplo o falso profeta que ou a besta do mar e o anticristo a besta da terra e os demais reis tirânicos existentes! Conforme rege:

2 Corintios 4:4Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 

O sangue inocente "de muitos cristãos" ainda terá que ser derramado no mundo até que o último fiel seja morto na terra pelo crime hediondo de servir a Deus e confessar Jesus como Cristo Rei e Senhor conforme registra

Apocalipse 6: 9 -11: que diz:

9: E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.

10: E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo e Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue e dos que habitam sobre a terra?

11: E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que hão de serem mortos  como eles foram.

São soldados do Rei dos Reis todos aqueles que pela sua fé em Cristo forem perseguidos e mortos no mundo pelo exército de satanás nesta antiga batalha espiritual entre o bem e o mal; por não se prostrarem diante das potestades da terra prestando lhes adoração e submissão total as suas leis, que são:

Os fiéis; os cristão guerreiros que serão presos; feridos ou mortos nesta guerra espiritual secular que virá com força total sobre a terra contra os soldados do Deus altíssimo.

Os que forem mortos; estes não vão ser laureados com medalhas de sangue como fazem os exércitos seculares; e "nós" os que provarmos o dano da primeira morte na terra; vamos receber uma Coroa de Glória com os nossos nomes gravados nelas e reinaremos com Cristo por toda a eternidade; na Nova Jerusalém que descerá do céu e ocupará o espaço físico desta terra pois ela será lançada no lago de fogo e enxofre no Juízo Final após o governo milenar de Cristo aqui no mundo; por toda eternidade!

A Nova Ordem Mundial através do Falso Profeta já está em plena e intensa atividade e teve inicio em 2013 com a "assençao" do ultimo Papa do Vaticano; que cumprirá o seu dever com todo o rigor. A sua marca já está sendo aceita é voluntariamente por muitos nos países no mundo e já estamos no tempo em que ela vai ser obrigatória para todos!

E quem quiser livrar-se "desta lei que será a pior perseguição que já houve na terra terá que aceitar a marca para poder comprar ou vender e ter a liberdade em troca pela sua alma!

Revelação 13. 1 – E vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”“.

O oitavo rei ele é a besta do mar e o falso profeta do Apocalipse 18:2 que assumiu o trono da perdição em 2013 no Vaticano cujo País é a Babilônia “espiritual” no mundo secular. O número que ele simboliza é o: 6 6 6; o ultimo Papa.

O Rei dos reis será o próximo e estará voltando a qualquer momento conforme os sinais biblicos forem se cumprindo; como por exemplo a marca da besta que no metaverso que já é real no universo que excede as barreiras físicas do mundo real no caminho de um verdadeiro mundo virtual.

Portanto: espere por Ele mesmo que isto vier lhe custar à sua própria vida.

Oriente-se!

Março de 2013 ⇔ 2022

Por: Cornelio A.Dias

 

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