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Parte Final

 

 

 

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atualização de 31/12/2020  

Ychzek'el

 

9.  3 - 4

3: Então a Glória do começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa.

Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura. 

O Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o Keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. 

 

Ezequiel  

 

9.  4. 

Adonai lhe disse "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".    


Golpe contra a América do Sul
Golpe contra a América do Sul

Golpe contra a América do Sul

Os escravocratas ganharam outra vez no Brasil. A América do Sul, agora sim, mudará decididamente o seu rumo.


Martín Granovsky

Carolina Antunes/ PR

 

Os escravocratas ganharam outra vez no Brasil. O golpe triunfou. O Senado acaba de limpar o caminho e, sem Dilma Rousseff como estorvo, já não restam obstáculos institucionais. Michel Temer pode subir ao palco para fazer o dueto com Mauricio Macri. A América do Sul, agora sim, mudará decididamente o seu rumo.
 
É verdade que Michel Temer já havia começado a trilhar o caminho neoconservador, desde que assumiu como presidente interino, em maio. Dois exemplos disso são os projetos para ampliação da terceirização e as medidas de ajuste fiscal ao estilo europeu adotadas em série, sem medo de deixar um rastro de vítimas sociais. Após a votação do Senado, Temer passou a ser presidente em exercício, com mandato até 31 de dezembro de 2018. Foi assim, através de um golpe, que a elite brasileira consagrou um tipo de governo que, na Argentina – e é importante destacar essa diferença essencial – chegou ao poder pela vontade de uma maioria eleitoral.
 
Talvez a população ainda não tenha percebido todas as consequências institucionais do golpe. São gravíssimas:
 
– Diferente da retórica usada pelos líderes do golpe parlamentar, a manobra não respeitou a Constituição. A maioria dos senadores violou a Constituição quando restringiu os direitos de Dilma à legítima defesa e violou as regras do devido processo. Também os deputados haviam violado a Constituição e as normas do sistema interamericano de direitos humanos, quando invocaram uma causa para iniciar o juízo político – as medidas orçamentárias do governo de Dilma – mas votaram contra suas políticas e em favor de familiares, times de futebol ou grupos religiosos.
 
– O golpe se produziu num regime constitucional presidencialista, e não parlamentarista – onde há voto de censura e um governo cai quando perde a maioria. O que o tornou possível foi o fato de a maioria do PMDB passar de aliado do PT a cúmplice do PSDB, legenda liderada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo atual chanceler, José Serra. Mas nem mesmo essa mudança na composição das maiorias é argumento suficiente para derrubar um governo de um regime presidencialista.
 
– O suposto delito de responsabilidade fiscal não foi comprovado. Tal como o destacado na petição enviada à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, e elaborada, entre outros, pelo argentino Damián Loreti, as mesmas medidas orçamentárias tomadas por Rousseff foram aplicadas no Brasil desde 1937, por presidentes, governadores e prefeitos.
 
– O Superior Tribunal Federal entorpeceu o direito de defesa de Dilma a cada momento, dando aos golpistas o tempo suficiente para armar a estratégia. Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, para impulsou o plano como quis, junto com seus correligionários – a maioria deles enfrenta acusações por propinas milionárias, assim como o próprio Cunha. Este é um dos dados ignorados pelo chileno José Miguel Vivanco, da organização Human Rights Watch, quando elogia o Brasil pela qualidade do seu Poder Judiciário.
 
– O golpe foi concluído 22 meses depois da vitória eleitoral de Dilma em 2014, quando ela obteve 54% dos votos.
 
– Os votos alcançados por Lula da Silva em 2002 e 2006, e por Dilma Rousseff em 2010 e 2014, foram a maior quantidade já reunida por candidatos de esquerda em eleições celebradas sob o sistema democrático liberal.
 
– Este golpe atingiu a sétima maior economia do mundo.
 
– A América do Sul – região que atualmente é pacífica, estável e democrática, cenário infrequente, considerando os parâmetros mundiais e os da própria história do subcontinente – baixou vários degraus em termos de qualidade institucional, chegando ao subsolo nesse quesito. O Congresso Nacional do Brasil se prestou ao mesmo papel feito pelo Legislativo do Paraguai, quatro anos atrás.
 
– Não foi o povo brasileiro que violou os princípios republicanos. Tampouco foi ele o responsável por perseguir ou castigar opositores. Os deputados e senadores foram o que cometeram essa violação: converteram a nova maioria parlamentar, constituída através dos novos equilíbrios políticos, numa alavanca para destituir o governo.
 
– O PT nasceu em 1980, com um DNA democrático: foi fundado para terminar com a ditadura, entre outros objetivos. Embora seja presumível que continuará nesse caminho, é preciso analisar qual será seu papel diante da debilidade institucional deste novo Brasil pós-golpe, que, ademais, também dificultará a imprescindível negociação para que a crise venezuelana não se torne guerra civil, ou as ações para continuar os avanços do valioso acordo de paz alcançado na Colômbia.
 
Mais duro que a própria gravidade institucional do golpe é o fato de a confirmação de Temer supor um perigo para os 40 milhões de brasileiros que se beneficiaram dos programas sociais dos governos de Lula e Dilma, com maiores condições de emprego, acesso aos serviços públicos, níveis de consumo dignos e de manutenção de vagas especiais para negros e pobres nas universidades – conquistas que molestaram enormemente as elites. “Não suportam ver que as mulheres negras, descendentes das que eram maltratadas nas senzalas, estão se formando médicas, algumas sendo os primeiros casos em suas famílias”, disse o senador petista Lindbergh Farias.
 
Nos dois últimos anos, o Brasil sofreu uma catástrofe trabalhista, com milhões de empregos perdidos e uma queda do produto interno bruto de 3,7% no ano passado – e previsão de nova queda de 3,5% para este ano. No programa apresentado em abril, denominado “uma ponte para o futuro”, Temer já prometia rigor fiscal, revisão dos programas sociais “segundo critérios de custo e benefício”, elevação da idade de aposentadoria, maior participação do setor privado “na construção e operação de infraestrutura”. Como a única empresa que ainda tem restrições nesse sentido é a petroleira estatal Petrobras, pode-se interpretar esse ponto como uma forma de abrir as riquezas do Pré-Sal ao capital privado, abrindo mão dos jazimentos petroleiros em águas profundas que Lula e Dilma queriam preservar como base para expandir a saúde e a educação. O programa também previa reduzir os fundos de financiamento para a construção de moradias populares, subsídio educativo aos setores vulneráveis, entre outras medidas. Recentemente, Temer interrompeu o programa Brasil Alfabetizado, destinado aos analfabetos maiores de 15 anos – que, no Brasil, chegam ao 8,3%.
 
Se consegue controlar sua arrogância, e evita que seu ego choque com os de outros, o chanceler José Serra encontrará a grande oportunidade para tocar adiante o seu plano de reversão do que ele denomina “diplomacia ideologizada”, a que o ex-chanceler de Lula, Celso Amorim, chamou de “política exterior altiva e ativa”. Na região, Serra já se aliou com o Paraguai, para encabeçar a resistência contra a presidência pro tempore da Venezuela no Mercosul. Para tal objetivo, Serra chegou a insinuar que se o Uruguai – único país que se opôs ao boicote contra os venezuelanos – se alinhava com o Brasil, seria considerado em viagens comerciais que o novo governo realizaria. O chanceler uruguaio Rodolfo Nin Novoa respondeu dizendo que “o Uruguai não está à venda”.
 
Em seu discurso de posse no cargo, Serra disse que, em termos comerciais, “o multilateralismo fracassou, e sua busca causou danos ao bilateralismo, que se impôs em todo o mundo”. Ele prometeu “um processo acelerado de negociações comerciais”. Sobre a Argentina, disse ter se alegrado porque “passamos a compartilhar referências similares para a reorganização da política e da economia”. Agregou, nessa mensagem inicial, que “necessitamos renovar o Mercosul, para corrigir o que necessita ser corrigido, com o fim de fortalecê-lo, em primeiro lugar, sobre o próprio livre comércio entre os países-membros, que ainda deixa que desejar”, e afirmou também que era preciso se aproximar da Aliança do Pacífico. O Mercosul nasceu em 1991, e funcionou, nos primeiros anos, sob a batuta dos presidentes brasileiros Fernando Collor de Mello, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, e do argentino Carlos Menem. Despolitizado, ou politizado para outro sentido, esse Mercosul afastado da administração produtiva – planteada por Raúl Alfonsín e José Sarney para a integração entre a Argentina e o Brasil, ideia retomada em 2003 por Lula da Silva e Néstor Kirchner – permitiu a crianção de grandes conglomerados transnacionais ou nacionais, e foi o paraíso de associações como a das Sociedades Macri e Andrade Gutiérrez, a partir da offshore Fleg, com sede nas Bahamas.
 
Na mesma quarta-feira da destituição (31/8), a chancelaria argentina afirmou, em comunicado, que “respeita o processo institucional verificado no país irmão”, e expressou seu desejo de fortalecer o Mercosul. Renascerá o modelo dos Anos 90, com Temer, Serra e Macri? Poderão eles liquidar o mercado comum, restabelecendo o projeto de manter o bloco como arremedo de união aduaneira? São as perguntas que ficam após um golpe que violou a soberania popular, e que põe a soberania sul-americana em perigo, assim como a capacidade de manobra de governos como os do Uruguai, da Bolívia ou do Equador. O perigo deriva do abandono, por parte do Brasil e da Argentina, de um maior grau de autonomia a respeito dos Estados Unidos. Outro risco será o de abandonar a consciência de que a integração considerava também a necessidade de ampliação do bloco, num mundo feito de blocos. Nesse sentido, forçar a saída da Venezuela, como vez sendo feito, é mais que injusto, é suicida.
 
O discurso simplista de que o comércio é o único que importa é uma retórica vazia. No Século XVI, a ideia de que o comércio justificava qualquer coisa sustentou uma economia baseada na produção de açúcar, mas que tinha nos escravos uma de suas matérias-primas principais. No Brasil, a escravidão terminou somente em 1888, mas os direitos sociais e políticos dos negros – e de muitos outros grupos historicamente marginalizados – só começaram a ser concretizados a partir de 2003, com o governo de Lula. Se a liberação dos escravos já sucedeu uma vez, não há porque pensar que o triunfo dos escravocratas será eterno.


 http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Golpe-contra-a-America-do-Sul/4/36736 

 

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Pós-tribulação   

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Pré-tribulação  

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Reflexão 

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Reflexão!

2013 - 2022

O oitavo rei

A besta do mar conforme Ef: 6 - 11 - 13.

faz referência às duas hierarquias do mal que domina o mundo físico e espiritual desde a origem do pecado no Éden. São eles os “Principados” que são as ordens celestiais malignas superiores constituídas por demônios de todas as hierarquias ou seja; é uma casta formada pelos seres que eram angelicais e foram lançados na terra quando o querubim Lúcifer intentou usurpar o trono de Deus; eles são miríades ou legiões enquanto que as "Potestades" são classes humanas de Governantes que governam os países do mundo sob o domínio secular de controle espiritual total do demônio; como por exemplo o falso profeta que é a besta do mar e o anticristo a besta da terra e os demais reis tirânicos existentes!

O sangue inocente "do cristão" ainda terá que ser derramado até que o último fiel seja morto na terra por servir a Deus em Jesus Cristo conforme registra

Apocalipse 6:9-11: que diz:

9: E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.

10: E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?

11: E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que hão de serem mortos eles como eles foram.

São soldados do Rei dos Reis todos aqueles que pela sua fé em Cristo forem perseguidos e mortos no mundo pelo exército de satanás nesta antiga batalha espiritual entre o bem e o mal; por não se prostrarem diante das potestades da terra prestando lhes adoração e submissão total as suas leis, que são: 2 Coríntios 4: 4!

Os fiéis são os guerreiros que serão presos; feridos ou mortos nesta guerra espiritual secular que virá com força total sobre a terra contra os soldados do Deus altíssimo.

Os que forem mortos; estes não vão ser laureados com medalhas de sangue como fazem os exércitos seculares; "nós" os que provarmos o dano da primeira morte na terra; vamos receber uma Coroa de Glória com os nossos nomes gravados nelas e reinaremos com Cristo por toda a eternidade; na Nova Jerusalém que descerá do céu e ocupará o espaço desta terra pois ela será lançada no lago de fogo e enxofre no Juízo Final após o governo milenar de Cristo aqui no mundo; por toda eternidade!

A Nova Ordem Mundial através do Falso Profeta já está em plena e intensa atividade e teve inicio em 2013 cumprindo seu dever a rigor. A sua marca já está sendo aceita é voluntariamente por muitos nos países no mundo e já estamos no tempo em ela vai ser obrigatória para todos!

E quem quiser livrar-se "desta lei que será a pior perseguição que já houve terá que aceitar a marca para poder comprar ou vender e ter a liberdade em troca pela sua alma!

Revelação 13. 1 – E vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”“.

O oitavo rei ele é a besta do mar o falso profeta do em Apocalipse 18:2 que assumiu o trono da perdição em 2013 cujo; é a Babilônia “espiritual”. O número que ele simboliza é o: 6 6 6.

O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que isto venha lhe custar à sua própria vida.

Oriente-se.

Março de 2013 ⇔ 2022

Por:Cornelio A.Dias

Março de 2013. 2022

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